Fontes Secas

Fontes Secas

Exatamente agora, ao escrever a primeira palavra, uma tempestade com pedras “metralhou” o telhado aqui de casa! Surrealista cena cinematográfica em que a luz do dia, imediatamente, deu lugar ao breu noturno! As luzes dos postes acenderam-se, como relâmpagos, criando-se um brilho de diamante nas pedras de gelo que se precipitavam com vertiginosa violência sobre a crosta da superfície vizinha. Havia alguns dias que a umidade do ar não passava dos 12%. Estávamos vendo tudo esturricado nestas plagas do Sul do Brasil, onde não é comum esse tipo de clima.

Curitiba amanheceu assim depois da tempestade!

Porém, o resto do país continua com penúria d’água.

O reservatório da Cantareira, que abastece 8 milhões de moradores do Sudeste, está com apenas 4% de sua capacidade. No Rio de Janeiro, o fogo se espalha pela região serrana.

A situação das queimadas em Minas Gerais está cada vez mais crítica.

Embora as fotos sejam espetaculares, as consequências são catastróficas!

Em tempos não muito remotos, a seca era tema de romances, poesias e teatro no Nordeste do Brasil!

Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas, iguais também porque o sangue que usamos tem pouca tinta.

João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina.

Já em 1938 o escritor Graciliano Ramos escreveu Vidas Secas. Essa coisa de seca vem de longa data. Graciliano não focaliza os efeitos do flagelo da seca através da crítica, mas em narrar uma fuga da família, a desonestidade do patrão e arbitrariedade da classe dominante, impossibilitada de adquirir o mínimo de sobrevivência. Objeto de criatividade de pintores como Cândido Portinari, a falta d’água ficou documentada na história desse país continental.

Mais antigo ainda foram os períodos dos perigos do clima e das doenças na Idade Média. Hoje o vírus Ebola está aí! Até conquista variante no Brasil!

Seria o retorno da Peste Negra? Segundo Geoffrey Blainey em seu livro “Uma Breve História do Mundo” a peste não foi um evento isolado quando ocorreu no ano 1348. Provavelmente tenha atingido a Ásia e África alguns séculos antes. Entre os anos 165 e 180 uma epidemia semelhante atingiu o Império Romano. Três séculos depois a Peste Bubônica veio da Índia, atingindo Constantinopla no ano 542. A maior parte que morreu estava condenada dentre uma semana em que manifestava os primeiros sintomas – dor de cabeça, febre alta e o aparecimento sobre a pele de um caroço, do tamanho de um ovo. A Peste Negra se espalhou lentamente no inverno e rapidamente no verão! Salvador Dalí também desenhou o calor…

A modelo do pintor surrealista deveria estar dizendo para a ave: “Um dia vai faltar água até mesmo para afogar o ganso”! Brincadeira à parte, a coisa está séria!

O Brasil possui o maior potencial hídrico do Planeta!

Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal. O percentual representa 71% da população urbana do país, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.

Lata d’água na cabeça

Lá vai Maria, lá vai Maria.

Sobe o morro e não se cansa

Pela mão leva a criança

Lá vai Maria.

Maria lava roupa lá no alto

Lutando pelo pão de cada dia

Sonhando com a vida do asfalto

Que acaba onde o morro principia…

Aqui no Brasil, vou ter que jogar muitas moedinhas nas “fontanas” para pagar a energia elétrica! Quando estive em Roma… Não passava em minha cabeça… Quaisquer Fontes Secas!

 

Enfermidade Política Nacional e Admirável Mundo Novo

Enfermidade Política Nacional e Admirável Mundo Novo

É desse tamanho o rombo no cerebelo! No cérebro e em todos os órgãos dessa estrutura geopolítica continental.

Se, em termos clínicos, se situassem os problemas da política nacional, tão distante de ser bem qualificada, concluiríamos pela existência de uma síndrome.  Isto é, de um grupo conexo de sintomas.  E certamente iniciaríamos o quadro desta síndrome pelos evidentes sinais de hipertrofia da moral, do caráter, da honra, da honestidade e do respeito a si próprio.

É o crescimento vertiginoso, irregular e patológico da CORRUPÇÃO. O Brasil está doente! Doenças genéticas raras custam bilhões de reais aos cofres públicos. As doenças de DDL (Doença de Deposito Lisossômico) em minha opinião podem se transformar em DDB (Doença de Deposito Bancário), ou seja, ninguém quer mais utilizar os Bancos para operações financeiras. É mala e pacote para todos os lados! Se o País falasse, diria em seu pronunciamento: “Sentia muita fraqueza, além de um problema grave de inchaço no baço”. Neste caso especifico existe relação com a Doença de Gaucher, que também causa aumento do fígado, anemia e dores nos ossos, que podem evoluir para fraturas. Mas não para por aí. O Brasil possui também a Doença de Fabry, que afeta o cérebro, o coração e os rins. Nosso País está com a deficiência das enzimas galactosidade e glicocerebrosidade. Ambas são responsáveis por eliminar gorduras.

Os problemas mais comuns instalados em Brasília são:

  • Insuficiência renal.
  • Enfarte do coração.
  • Derrame com idade precoce.
  • Anemia.
  • Dores nos ossos, que podem evoluir para fraturas… E superfaturas!

CORRUPÇÃO QUE PODE LEVAR A ÓBITO NOSSO SISTEMA DEMOCRÁTICO.

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO
Aldous Huxley (escritor inglês, 1894-1963), escreveu “ADMIRÁVEL MUNDO NOVO” em 1932.
Se fosse possível dar nomes a lugares e personagens, poderia projetar a sua “viagem” até Brasília.

A urbe criada por arquitetos e urbanistas teria na entrada do seu centro cívico as palavras:

CENTRO DE INCUBAÇÃO E CONDICIONAMENTO DO BRASIL CENTRAL onde, num escudo, poderíamos ler o lema do Estado Nacional:

COMUNIDADE DO PT, IDENTIDADE DO PT, ESTABILIDADE DO PT.
Assim como na obra original de Huxley, agora existiria um D.I.C., Diretor de Incubação e Condicionamento, cuja denominação inicial seria Zé Dirceu.
Não importava a idade ou características físicas, pois a genética laboratorial já teria definido bem as funções que deveria prestar na República.
Só importava saber que a República existente tem dois períodos:

Década Perdida (depois de Lula) e Era Anterior.
Neste cenário, a organização PT criou predestinados sob a forma de seres vivos socializados, denominados Alfas, Ípsilones, Gamas e etc.

Nesta seleção entram os Valérios, Delúbios, Silvinhos, entre outros.
Eles seriam os “Futuros Administradores do País”.
Tudo tinha a intenção de domínio absoluto sobre o resto dos mortais existentes e nascidos de relações entre papai e mamãe, vivíparos.

O Grande Chefe LULA era preservado para nunca saber de nada. As quadrilhas resultantes deste fabuloso projeto de perpetuação no Poder se incrustaram de tal modo na superfície do País, que não deve existir nenhum produto químico que a elimine.
A esperança é que uma energia cósmica, metafísica, faça dos mortais votantes um movimento arrepiante (mente) positivo para extirpar da face nacional esta gangue homogênea de corruptos e salafrários que maculam a ordem e o progresso.

Que Admirável Novidade!
O ano de 2015 poderá ser um momento propício para um tratamento de choque na gangrena em metástase da política nacional, já que não foi possível antecipar a decepa em 2014!

A Bandeira Nacional, lábaro estrelado, símbolo das pátrias tratadas com amor e carinho…

Não estaria passando tanta vergonha a ponto de ficar vermelha de raiva nestas plagas americanas.

TRISTE ORDEM E PROGRESSO

Acima do semiarco da bandeira nacional que brada a escrita ORDEM E PROGRESSO existe apenas uma estrela. Estrela branca de cinco pontas. Límpida, lúdica e leve. Linda e pura. Nunca foi vermelha. O pentagrama é místico e representa a quintessência. Leonardo da Vinci criou o ícone do homem dentro do circulo, com os braços e as pernas estendidas, para simbolizar os cinco pontos místicos e metafísicos que representam geometricamente a união da alma com o Criador. Cânone dimensional que mostra a grandeza do individuo perante as hostes divinas. Alguém, vindo do inferno, pintou esta estrela de vermelho e tomou conta da nação. Sem dúvida é o inicio do fim dos tempos. O caos está instalado. Onde está o Areópago?

Um bom governo deveria inteirar-se de todo conhecimento humano possível de alcançar, assim como praticar as virtudes que devem dotar o coração e a mente do homem. Alguém, vindo do caos, que pintou a estrela de vermelho, certamente não enche a imensidade com sua luz. Está escrito também, “Combatei a mentira, onde quer que esteja, procurai destruir o erro e derrotar as paixões que desolam a humanidade”.

Alguém, vindo do inferno, comanda nossa nação. O governante ideal para nosso país “nunca poderá submeter-se ao despotismo material ou intelectual, que tanto usurpa o poder como prende as consciências e agrilhoa o livre pensamento”. “Deverá ser sempre um apóstolo da Verdade e dos direitos do homem; ajudar aos fracos, pequenos e oprimidos; pregar pelo exemplo e instruir pela palavra; ser prudente, discreto, firme na fé, modesto e recatado nos atos externos”.

Alguém, vindo do inferno, não possui estas características. Para resgatar a ORDEM E PROGRESSO há premência na retirada de alguém vindo do caos.

É premente desamarrotar o Pavilhão Nacional!

Os grilhões que nos forjava.

Da perfídia astuto ardil.

Houver mão mais poderosa.

Zombou deles o Brasil

E agora, José?

E agora, José?

Carlos Drummond de Andrade

Escrito durante a Segunda Guerra Mundial e da ditadura de Vargas, José, apesar da dureza, ainda tem o impulso de continuar seguindo. Mesmo sem saber para onde:

“… Você marcha, José! / José, para onde?”

Em 1940, o poeta escreveu “Sentimentos do Mundo”. Os poemas foram lavrados entre 1935 e 1940. Mostram a visão sobre o mundo à sua volta, em uma ótica determinantemente política. Foram tempos de guerras, onde o pessimismo era nota entoada. Nem bem o mundo se recuperava da Primeira Guerra Mundial e já vislumbrava a Segunda grande batalha.

Tudo somado á imposição do Estado Novo de Getúlio Vargas e o crescimento do Nazi-fascismo.

A história do Brasil é repleta de momentos nevrálgicos.

Em dimensão diferenciada, cuja mensuração não esbarra nem tange as raias de calamidades como as guerras, o Brasil e o mundo estão vivendo épocas de desequilíbrios constantes quanto suas políticas!

O certo e o errado confirmam a existência dos opostos.

“Lutar com palavras / é a luta mais vã”

“O lutador” Carlos Drummond de Andrade.

Acho que a partir daí surge um brado indutor para que um povo vá às ruas fazer seus reclames.

“Independência ou Morte” foi um grito dito por vários líderes de países que indicavam que o povo estava a postos para lutar. Seus casos mais famosos são Brasil e Romênia, onde:

Descendentes do príncipe Mihai (Miguel) Viteazul, que reuniu os reinos da Moldávia, Valáquia e Transilvânia, gritaram isso para sair do posto de colônia da Hungria, em 1876. Isto ficou registrado no hino oficial da Romênia até hoje, Desperte, Romeno! “Viaţă-n libertate ori moarte!”

Wikipédia.

O nosso “brado”, todos já devem ter estudado nas escolas. Na Grécia também houve “grito”!

Eles teriam gritado “Liberdade ou morte” (Ελευθερία ή θάνατος) contra os otomanos. Cada sílaba corresponde a uma listra da bandeira grega (Ελ-ευ-θε-ρί-α ή θά-να-τος).

Wikipédia.

Não há necessidade de sobrenomear os “Josés” que estão evidenciados neste momento brasileiro.

Nada contra o nome em si. Meu avô, homem da mais alta integridade, de moral e costumes ilibados, era José! Conheço “Adolfos” que são bem diferentes daquele do 3º Reich! Mas… Carlos Drumond nominou assim. Pode ser o Zé da quitanda, da farmácia… Do povão mesmo! Ou pode ser o Zé que usou o poder para dilapidar os cofres públicos. Aves de rapina.

A polêmica dos “mensaleiros” na Pátria Amada já causou levantes verbais pelos cantos mais submersos da verborreia portuguesa! Quem sou eu para enunciar um veredicto? Mas o “Voto Minerva” da questão “Embargos Infringentes” havia afirmado em ocasião anterior:

 Celso de Mello declarou: “Trata-se de uma quadrilha de bandoleiros de estrada, (…) devem ser condenados e punidos com o rigor da lei”.

Imagino que o fato protelatório esteja bem respaldado nos esteios maiores da justiça! Mas… Se condenados os réus:

E agora, José?

Bom, aí será outra história.

Celso de Mello

Vamos falar um pouco do José da construção. Nessa… Havia até o João! Também cantado em verso e prosa por outro poeta. Gilberto Gil:

O rei da brincadeira… Ê, José!

O rei da confusão… Ê, João!

Um trabalhava na feira… Ê, José!

Outro na construção… Ê, João!…

Cada “Zé” e cada “João” com destinos diferentes.

Um trabalhava na feira… Outro na construção!

Os “Josés” do Planalto Central… Bom… Quem sabe se trabalhassem na construção de um país mais justo?

O que dá pra rir dá pra chorar!

Qual dos “Zés” vai morrer na contramão atrapalhando o tráfego?

Canto Chorado

O que dá pra rir dá pra chorar…

Questão só de peso e medida…

Problema de hora e lugar…

Mas tudo são coisas da vida…

O que dá pra rir dá pra chorar…

No jogo se perde ou se ganha…

Caminho que leva que traz…

Trazendo, alegria tamanha…

Levando, levou minha paz…

Tem gente que ri da desgraça…

Duvido que ria da sua…

Se alguém escorrega onde passa…

Tem riso do povo na rua…

Billy Blanco

O José da Construção… Pode morrer na contra mão atrapalhando o tráfego!

O José de Brasília… Pode viver na contra mão espalhando o tráfico!

E agora, José? Ou seria… E agora Joaquim?

Recebi um e-mail interessante que faz o tipo “entendeu ou quer que desenhe”?

Pai, o que são Embargos Infringentes?

É o seguinte, imagine que nossa casa seja um Tribunal e que quando alguém erra, é julgado e todos podem votar!

Um dia, por exemplo, o papai comete um deslize: É pego traindo sua mãe com três prostitutas.

Eu irei a julgamento.

Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho, votam pela minha condenação.

Meu pai, minha mãe, o Totó e a Mimi, nossa gatinha, votam pela minha absolvição.

Tá pai, mas aí você é condenado, não?

Sim, eu fui e aí é que entram os tais dos “Embargos Infringentes” meu filho. Como eu ganhei quatro votos a favor da minha absolvição, tenho direito a um novo julgamento.

Mas pai, no novo julgamento, todos vão votar do mesmo jeito. Não se eu tiver trocado a sua mãe, o pai dela e a mãe dela pelas três prostitutas…

E agora, José?

A festa acabou a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? E agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama protesta,

E agora, José?

 

Azar e Sorte

Azar e Sorte

Disse Dalai Lama: Às vezes não conseguir o que se quer pode ser um enorme golpe de sorte”!

Penso: Será que é por isso que não devemos entrar em canoas furadas?

Jean-Paul Sartre disse: “Viver é isso: Ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências”!

“O que dá pra rir dá pra chorar. Questão só de peso e medida”! Cantou Billy Blanco.

Recentemente li em algum lugar que quando faltar sorte, façamos sobrar atitude. O azar morre de medo de pessoas determinadas! Fui imediatamente fazer um jogo em uma casa lotérica!

 No caminho em busca da sorte grande lembrei-me de um amigo meu, Senador, que denunciou esquema de vício e corrupção nos sorteios, afirmando indícios de fraude nas loterias da CEF. E eu fico torcendo pelo azar dos fraudadores. Alvaro Dias disse que a lavagem de dinheiro alcançava R$ 32 milhões. Segundo ele, o relatório do COAF aponta pessoas que ‘ganharam’ 525 vezes na loteria.

Vai que eles tenham um azar danado e errem os números dos seus comparsas, assim, desta forma, eu possa ter a sorte de ser contemplado em detrimento do azar deles? Azar e Sorte andando juntos.

Todos nós nos lembramos do fenômeno João Alves. Quando apanhado, na CPI do Orçamento, com uma fortuna não justificada em suas contas bancárias, ele declarou que ganhara inúmeras vezes na loteria. Vá ter sorte assim lá na Caixa Prego, para lá da Ilha de Itaparica! Cheguei atrasado ao aeroporto!

Tive um azar danado em perder meu voo naquele dia!

Voo MH370, da Malaysia Airlines, que levava 239 passageiros.

Tive uma sorte danada em não estar naquelas torres naquele dia!

Ataques de 11 de setembro de 2001.

Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios.

Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos.

O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.

O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.

Às vezes não conseguir o que se quer pode ser um enorme golpe de sorte”!

Dalai Lama

Azar e Sorte! Há tristeza… Choro e… Velas…

Google – Um incêndio na boate Kiss, no Centro de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Nessas janelas não haverá rosas. Só velas. Tristeza. Jovens na flor de suas idades jamais poderão cantar à suas amadas… Que amadas? Elas morreram também.

A vida acabou. A festa acabou. A nuvem negra sobre o santuário se fez noite opaca, tosca… O céu e a terra unidos na fuligem de almas brancas enfumaçadas em gritos e desesperos alucinados de seres passando pela transição doída, dolorida… Sem jamais poderem cantar…

O meu amor… O meu amor…

Será que é por isso que não devemos entrar em canoas furadas?

Muitos passageiros lamentaram não poder entrar nessa “barca”! Azar e Sorte!

Na noite de 14 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural, entre Southampton, na Inglaterra, e Nova York, nos Estados Unidos, o Titanic chocou-se com um iceberg no Oceano Atlântico e afundou duas horas e quarenta minutos depois, na madrugada do dia 15 de abril. Até o seu lançamento em 1912, ele fora o maior navio de passageiros do mundo. Com 2240 pessoas a bordo, o naufrágio resultou na morte de 1517 pessoas, hierarquizando-o como a maior catástrofe marítima de todos os tempos (em tempos de paz).

E menos da metade deles sobreviveria para ver o nascer do sol.

Assim… Deixo minha homenagem de coração ao barco!

Derradeiro Reduto

Derradeiro Reduto

As Forças da Natureza

Acordei no reduto do meu quarto, abri a janela e olhei para o céu!

Nuvens de variados formatos perambulavam pelo espaço, formando desenhos e esculpindo nichos de azul ao fundo.

Em altitudes diferentes, cada tufo esbranquiçado possuía uma velocidade e direção própria, marcando a própria individualidade.

Em pouco tempo a paisagem celeste mostrou grande quantidade de desenhos.

Pássaros vieram embelezar o balé aéreo.

Assim como o azul do céu, o Sol saía e voltava no mesmo diapasão do movimento das nuvens.

De repente ouvi um barulho forte do vento nas árvores.

Em seguida os pássaros cantaram em tons e linguagens peculiares de cada espécie.

A “Orquestra da Natureza” estava se manifestando ao raiar do dia.

O sonho diurno havia começado!

Um desenho surgiu em minha mente!

Geoffrey Blainey, professor da Universidade de Harvard e de Melbourne, brilhante historiador, discorre com muita propriedade a evolução da natureza.

Em seu best-seller UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO, eu encontrei:

Capítulo 31 – NEM FRUTAS, NEM PÁSSAROS.

Uma das profundas mudanças ocorridas na história da humanidade é tão óbvia que raramente é comentada: apesar de um dia terem sido de extrema importância às diferenças gradativamente deixaram de ser tão nítidas.

As estações perderam suas características de distinção; e assim aconteceu com as diferenças entre noite e dia, verão e inverno. À medida que o céu noturno se tornava menos importante, a Lua também diminuía sua influência sobre as atividades humanas.

Trabalho e lazer, cidade e campo deixaram de proporcionar esses contrastes.

No imenso espaço de tempo em que predominaram os caçadores e agricultores, as estações foram de extrema importância.

O verão e o inverno, a primavera e o outono, determinavam o que as pessoas comiam; as cerimônias de que participavam e os confortos e dificuldades de suas vidas cotidianas.

A maioria dos seres humanos, mesmo em 1800, ainda era composta de agricultores e criadores de rebanhos, sendo profundamente afetada pela mudança das estações.

Assim, no inverno, ovos, frutas e até mesmo carne, a não ser que tivesse sido salgada, eram luxos.

O verão da fartura cedia seu lugar a um inverno de contenções. Thomas Hood, poeta inglês, uma vez escreveu: “Nem frutas, nem flores, nem folhas, nem pássaros, Novembro”!

Hoje estamos em meados do ano 2015.

Momento em que a Cúpula do Clima se mobiliza para mais uma COP – Conferência das Partes.

A 20ª Conferência das Partes sobre Mudança Climática (COP-20) será em Paris.

— Vamos fazer de Paris um grande sucesso — afirmou o presidente da COP-20 e Ministro de Meio Ambiente do Peru, Manuel Pulgar-Vidal.

O presidente da conferência referia-se a um possível acordo multilateral para dar ao mundo a chance de chegar ao final deste século com o aumento de até 2ºC em sua temperatura média. Sem o acordo, os termômetros subirão bem mais, conforme alertaram os estudos do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC).

Está o mundo urbano evoluindo de forma que permita acreditar que pelo menos 10 bilhões de pessoas poderão habitar nas cidades deste planêta no ano 2020 vivendo razoavelmente?

O que acontecerá com o homem? Com suas instituições políticas e seus traços culturais, num mundo que se urbaniza assim desta forma e tão rapidamente?

O Papa Francisco culpa a “humanidade” pelo aquecimento do planeta em sua encíclica sobre o meio ambiente. “É previsível que o controle da água por parte de grandes empresas mundiais se converta em uma das principais fontes de conflitos deste século”, escreveu o pontífice, que viveu na Argentina, sua terra natal, sobre as tensões sociais pela privatização da água. Francisco pediu na encíclica “mudanças do estilo de vida”, e acusa as potências e suas indústrias de fazer um “uso irresponsável” dos recursos.

“A submissão da política ante a tecnologia e as finanças se mostra no fracasso das reuniões mundiais”, escreveu o papa em um texto que acusa os “poderosos” de não querer encontrar soluções.

“A dívida externa dos países pobres se transformou em um instrumento de controle, mas não acontece o mesmo com a dívida ecológica (…) com os povos em desenvolvimento, onde se encontram as mais importantes reservas da biosfera e que seguem alimentando o desenvolvimento dos países mais ricos ao custo de seu presente e de seu futuro”.

Quando o Sol

Se derramar em toda sua essência

Desafiando o poder da ciência

Pra combater o mal…

E o mar

Com suas águas bravias

Levar consigo o pó dos nossos dias

Vai ser um bom sinal…

Os palácios vão desabar

Sob a força de um temporal

E os ventos vão sufocar o barulho infernal

Os homens vão se rebelar

Dessa farsa descomunal

Vai voltar tudo ao seu lugar

Afinal…

Vai resplandecer

Uma chuva de prata do céu vai descer

O esplendor da mata vai renascer

E o ar de novo vai ser natural

Vai florir…

As pragas e as ervas daninhas

As armas e os homens de mal

Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval!

O Derradeiro Reduto… Será apenas no plano espiritual!

As Forças da Natureza… Nas cinzas de um carnaval!

Ansiedade

Ansiedade

Dá uma vontade louca de pedir um adiantamento de salário?

Da ânsia vem à angústia?

Temos o hábito de sofrer por antecipação?

Não estamos conseguindo calcular a intensidade e a direção da sombra?

Estamos sentindo tristeza? Perda de interesse? Ausência de prazer? Oscilações entre sentimentos? Sensação de culpa? Baixa autoestima? Distúrbios do sono? Falta de apetite? Sensação de cansaço? Falta de concentração?

Bom! Isso, Alexandre, o grande; Napoleão Bonaparte; Abraham Lincoln; Theodore Roosevelt; Winston Churchill; George Patton; Isaac Newton; Michelangelo, Van Gogh; Edgar Allan Poe e Ludwig Beethoven, já sentiram também!

Imagino um deles pedindo adiantamento de salário ou descontando uma fatura de mal estar por antecipação!

Cada um com os seus problemas, né?

Com a mente aqui e acolá, fui comprar um livro para começar uma nova empreitada elucubrativa!

Como estava frio, sentei-me ao Sol e pensei:

Zerando a Sombra sob o Sol!

Sempre gostei de Umberto Eco! Desde “O nome da rosa”, ficção e Prêmio Strega em 1981.

Porém, ao ler a “orelha” do livro, não tive dúvidas em que me interessaria muito: “… Um redator paranoico, vagando por uma Milão alucinada (ou alucinado numa Milão normal), reconstitui cinquenta anos de história sobre um cenário diabólico, que gira em torno do cadáver putrefato de um pseudo—Mussolini. E, nas sombras, a Gladio, a loja maçônica P2, o assassinato do papa João Paulo I, o golpe de Estado de Junio Valerio Borghese, a CIA, os terroristas vermelhos manobrados pelos serviços secretos, vinte anos de atentados e cortinas de fumaça – um conjunto de fatos inexplicáveis que parecem inventados, até um documentário da BBC mostrar que são verídicos, ou que pelos menos estão sendo confessados por seus autores”.

Por um instante lembrei-me da “Operação Lava Jato”.

Tudo começou em posto de gasolina, de onde surgiu o nome. Deflagrada em março de 2014, investiga um grande esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobrás, grandes empreiteiras do país e políticos.

Ansioso, eu resgatei “O Filho DO HIPNOTIZADOR e outras histórias de estranhas pessoas” de Dennis D:

“Escrever é revelar-se”. “Por isso, talvez, já disseram que toda escritura – como ofício ou como arte – é apenas uma das muitas faces do exibicionismo humano.”

“Acreditem, mostrar a bunda na janela pode ser menos constrangedor do que expor, em letras, as entranhas da própria sensibilidade”.

Você sofre por antecipação?

Acorda cansado?

Não tolera trabalhar com pessoas lentas?

Tem dores de cabeça ou muscular?

Esquece-se das coisas com facilidade?

Se você respondeu ‘sim’ a alguma dessas questões, é bem provável que sofra da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA).

Considerada pelo psiquiatra Augusto Cury como o novo mal do século, suplantando a depressão, ela acomete grande parte da população mundial. E a Ansiedade continua!

Mais de 350 milhões de Deprimidos.

Estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde mostra que aproximadamente 5% da população mundial sofreram com a depressão nos últimos anos.

Um amigo meu disse para eu jamais fazer 60 anos… Era uma merda ser sexagenário… Sexogenário!

Fiz… Foi mesmo uma merda!

Hoje, próximo aos 64 anos, eu constatei que ele tinha toda razão.

No ano passado estive com outro amigo, excelente médico, Dr. Cláudio Paciornik, filho do brilhante saudoso Moysés Paciornik, que me disse:

“Marco, a Depressão é a doença do século”.

Cantou mais a bola ainda:

 “Até o ano 2020, o percentual de deprimidos no mundo será inimaginável”.

Quando estamos ansiosos, há uma infinidade de interrogações que ficam perambulando pelos nossos cérebros. A ansiedade corresponde àquela “espera”, àquele intervalo de tempo no qual esperamos que algo se realize, e como é difícil esperarmos tranquilo e pacientemente!

Talvez, Talvez, Talvez…

Sempre que te pergunto…

O quê, quando, como e onde…

Você sempre me responde

Talvez, talvez, talvez…

E assim passam os dias…

E eu, desesperando…

E você, você respondendo…

Talvez, talvez, talvez…

Está perdendo tempo…

Pensando, pensando…

Sobre o que você mais queira…

Até quando?

Até quando?

E assim passam os dias…

E eu, desesperado…

E você, você respondendo…

Talvez, talvez, talvez!

Depois dessa Ansiedade toda… Optei por uma propaganda de sandálias:

Que Tudo! Bora tomá uma!

A Revolta Das Jabuticabas

A Revolta Das Jabuticabas

A coisa aqui está preta. Dizem que “guerra é guerra”!

Um amigo sempre comentava quando via uma grande fila em algum lugar:

“Estão distribuindo jabuticaba ‘de grátis’ nessa rua”!

Descrita inicialmente em 1828 a partir de material cultivado, sua origem é desconhecida.

Outros nomes populares: jabuticabeira-preta, jabuticabeira-rajada, jabuticabeira-rósea, jabuticabeira-vermelho-branca, jabuticaba-paulista, jabuticaba-ponhema, jabuticaba-açu.

Tem de várias cores.

Mas aqui o rumo da prosa é outro.

Reforma Agrária que não vem.

Como se fossem jabuticabas apinhadas em uma árvore, os “Sem Terras” vão invadindo tudo…

Até as cidades e estradas do Oiapoque ao Chuí!

A reforma agrária tem por objetivo proporcionar a redistribuição das propriedades rurais, ou seja, efetuar a distribuição da terra para a realização de sua função social.

Esse processo é realizado pelo Estado, que compra ou desapropria terras de grandes latifundiários (proprietários de grandes extensões de terra, cuja maior parte aproveitável não é utilizada) e distribui lotes de terras para famílias camponesas.

Como se não bastassem às crises “alopradas” em que vive o Brasil, integrantes da Via Campesina e do MST arrebentam e destroem pesquisas de anos trabalhados.

Manifestantes realizaram caminhada em Porto Alegre.

Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Grupo de 1.000 mulheres destruiu as mudas de eucalipto geneticamente modificado desenvolvido há 15 anos em São Paulo.

Eu diria que se jabuticaba falasse, bradaria:

“Uni-vos jabuticabeiras! Estão matando os fetos dos eucaliptos e invadindo terras e ruas do Brasil”!

Integrantes do MST destruindo mudas de eucaliptos!

Tem “jabuticabas” de todas as cores nas ruas!

No curso de pós-graduação que minha mulher está fazendo, Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, recebeu um vídeo da sua diretora de tese.

Produzido pelo governo do Estado de São Paulo cujo título é “O Encontro do Século”.

Reproduzo aqui parte do diálogo de Karl Marx com Adam Smith, caso eles tivessem vivido na mesma época.

Karl Marx: Enquanto a nossa sociedade estiver dividida em classes, senhor Smith, as relações econômicas não podem ser consideradas igualitárias, tão pouco livres. A classe dominante sempre vai oprimir os mais pobres! Por isso é preciso eliminar as classes…

Adam Smith: Não! O seu discurso pode iludir os desavisados, sabe senhor Marx? Mas vamos aos fatos. Tomemos, por exemplo, este vinho… Que, aliás, tem grande presença para uma simples taberna como essa! Uh… Muito bom! Para fazer esse vinho, vários homens trabalharam, plantaram suas uvas, às maceraram, escolheram o carvalho ideal e deixaram ali, o tempo certo! É uma arte! (sorvendo um degustado gole do vinho).

Karl Marx: Senhor Smith! Vá direto ao ponto, eu sou um homem muito ocupado!

Adam Smith: Pois bem, o produtor desse vinho, o que é que ele buscou fazer? Um produto com muitos predicados, muitas qualidades, apenas porque ele aprecia o vinho como nós, senhor Marx? Não! Não! Não! A sua intenção é sair ganhando dentro de um cenário de livre concorrência, a sua intenção é vender mais! Claro! E certamente com os vinagres que estão por aí, este vinho vai render… E vai render muito mais! Trabalhando pelos seus interesses individuais, o proprietário faz com que os outros produtores também procurem melhorar a qualidade dos seus vinhos.

Karl Marx: Há! Há! Há! Há! Há! Há! Há! Há! Há! Há! Há!

Adam Smith: E assim todos empregam mais trabalhadores especializados e melhoram a produtividade. Podem até diminuir o preço se for o caso. É o mercado se regulamentando, senhor Marx!

Karl Marx: (acenando negativamente com a cabeça, fazendo expressão de cinismo).

Adam Smith: É o que impulsiona a economia e melhora a vida do cidadão!

As razões que levaram o produtor a melhorar o seu vinho, também impulsionam toda a sociedade.

Karl Marx: KKKK! É… Senhor Smith! O caminho do inferno está calçado de boas intenções! O senhor também acredita em contos de fadas?

Adam Smith: Em vez de me tratar por ingênuo, o senhor deveria ler a minha obra, está lá, “A Riqueza Das Nações”!

Karl Marx: Já li… E reli a sua obra! Não quero ofendê-lo pessoalmente, mas uma resposta se faz necessária. Imagine senhor Smith, que o produtor desse mesmo vinho aveludado seja proprietário de muitos recursos, um membro da burguesia, ele é um grande produtor. Compra as melhores terras, contrata os profissionais mais destacados na arte do vinho!

He! He! He! Escolhe as melhores feiras para colocar o seu produto, afinal ele pode pagar mais! Ha! Ha! Ha!

O que vai acontecer com os médios e pequenos produtores? Eles irão á falência!

Depois de muito Blá… Blá… Blá… As jabuticabas revoltadas saíram ás ruas para reivindicar direitos adquiridos em que seus pares em espécie já haviam conquistado nas anteriores agriculturas em terras próprias ou alheias!

O pleito público bradava assim:

Nós, jabuticabas revoltadas, queremos a inserção da nossa genética, modificada ou não, nas seguintes cantigas do folclore tupiniquim:

“Jabuticaba madura… Na beira da estrada! Tá bichada Zé… Ou tem marimbondo no pé!”

“Jabuticabinha quando nasce… Se esparrama pelo chão… Mamãezinha quando dorme… põem a mão no coração!”

“Meu limão… Meu limoeiro… Meu pé de jabuticaba!”

Assim acaba a pendenga entre o senhor Smith e o senhor Marx.

Hoje a música clássica brasileira é um “rap”.

Está todo mundo “rapando” o “tacho”!

Tem mulher abacate e abacaxi…

Entre outras frutas!

A Sequestração

A Sequestração

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Exclamado!

Brado alto e em grande tom o meu destempero!

Exclamo sim!

É desse tamanho a “encrenca” dessa disritmia nacional!

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Como o homem é produto do meio e o meio está esquizofrênico…

Da exclamação sinto piedade de mim mesmo!

Dividido em dois, minha psicopatologia sofre uma alteração no contato com a realidade!

Quando um povo, mostrando sua cara, sofre alucinações visuais, sinestésicas ou auditivas, delírios, fala desorganizada (incompreensível), catatonia e/ou sintomas depressivos…

Eu fico reticente…

Com transtorno delirante persistente!

Qual seria a medicação antipsicótica sem os receptores de dopamina?

Na exclamação e na reticência me projeto na interrogação.

?

Que país é este?

Claro que eu não desprezo o momento complicado em que vive o mundo hoje!

Não justifico os absurdos em todos os pontos cardeais para contemporizar as “porcarias” do país em que nasci!

Minha avó dizia para os netos:

“Vai defecar menino”!

Era para soltar as fezes!

Desenfezado

Até o próprio cenho desenrugava!

O Brasil está enrugado!

Acúmulo de fezes nas entranhas intestinais!

Vou continuar exclamando até quando?

Excremento acumulado exclamativo!

A culpa seria da “cultura” miscigenada da pátria amada?

Nova Ordem Mundial?

Aonde esse “comando” quer chegar?

“América Latrina” será a meta?

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Estamos muito mais minúsculos que outros países subdesenvolvidos e ponto.

Ops!

“Rolou” um ponto.

Reticência, vírgula (ainda não tinha “rolado”), interrogação, exclamação e…

Agora um PONTO.

Claro que não é, ainda, o ponto final!

Muita água, com lama, vai rolar nessa “América Latrina”!

Ratos geralmente são como animais roedores e roem tudo, além de transmitirem doenças.

Os “mosquitos” resolveram invadir a nação.

Alguns são responsáveis pelo encolhimento da caixa craniana.

Nada funciona bem num país sucateado.

Sequestraram o nosso dinheiro!

O valor dos impostos pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia de 2016 atingiu a marca de R$ 1,7 trilhão.

A soma seria suficiente para pagar mais de 2,1 bilhões de salários mínimos, comprar mais de 21 milhões de ambulâncias equipadas ou construir mais de 48,5 milhões de casas populares.

As coisas materiais até podem ser recuperadas em prazo menor.

Porém…

A cultura do povo lembra a escravidão cantada:

Vocês que fazem parte dessa massa,

Que passa nos projetos, do futuro.

É duro tanto ter que caminhar.

E dar muito mais, do que receber.

E ter que demonstrar sua coragem.

A margem do que possa aparecer.

E ver que toda essa engrenagem.

Já sente a ferrugem, lhe comer.

Eh, o, vida de gado.

Povo marcado, ê…

Povo feliz!

Estamos mais para “burros” e “mulas” que para gado.

Em MAQUIAVEL PEDAGOGO de Pascal Bernardin pode-se ler na contra capa:

As técnicas de manipulação psicológica, que não se distinguem muito das técnicas de lavagem cerebral, estão sendo utilizadas de forma maciça.

Essa revolução silenciosa, antidemocrática e totalitária, quer fazer dos povos meras massas ignorantes e totalmente submissas à classe governante.

O resultado é o sequestro da cultura.

Em Pérolas do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio pode-se avaliar a “sequestração” do cérebro, do pensamento e do raciocínio:

“O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo”.

“O Ateísmo é uma religião anônima”.

“A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos”.

“A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly”.

“Os dois movimentos da Terra são latitude e longitude”.

“A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzir e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo”.

Daí…

Ainda temos que escutar a mandatária desta “República das Bananas” bradar em alto e “mal” tom:

“Quero dizer para vocês que, de fato, Roraima é a capital mais distante de Brasília, mas eu garanto para vocês que essa distância, para nós do Governo Federal, só existe no mapa”.

 “E aí eu me considero hoje uma roraimada, roraimada, no que prova que eu estou bem perto de vocês.”

“E aqui nós temos uma, como também os índios e os indígenas americanos têm a dele, nós temos a mandioca”.

“E aqui nós estamos comungando a mandioca com o milho”.

 “E, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos”.

 “Então, aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca”.

 “Acho uma das maiores conquistas do Brasil.”

“(…) Eu acho que a importância da bola é justamente essa, o símbolo da capacidade que nos distingue como”…

“Nós somos do gênero humano, da espécie Sapiens”.

 Então, para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução.

“Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens.”

“Não vamos colocar meta”.

 “Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”.

Mas a pior foi estocar vento!

Na ONU o discurso da “representanta” da nação foi hilário:

“Até agora a energia hidrelétrica é a mais barata em termos do que ela dura da sua manutenção e também pelo fato da água ser gratuita, e da gente poder estocar”.

“O vento podia ser isso também”.

“Mas você não conseguiu ainda tecnologia para estocar vento”.

 “Então, se a contribuição dos outros países, vamos supor que seja desenvolver tecnologia que seja capaz de, na eólica, seja capaz de estocar, tenha uma forma de você estocar, porque o vento, ele é diferente em horas do dia”.

“Então vamos supor que vente mais na hora da noite”.

“Como é que eu faria para estocar isso”?

Agora, durma com um barulho desses!

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Êta Brasilzaço!

Medo & Superstição

Medo & Superstição

Penso que ambos estão umbilicalmente ligados desde a tenra infância! Medo!

Nana Nenê
Nana nenê…
Que a Cuca vem pegar…
Papai foi na roça…
Mamãe foi trabalhar…

Boi da Cara Preta
Boi, boi, boi…
Boi da cara preta…
Pega esse menino… Que tem medo de careta…

Bicho Papão
Bicho papão…
Sai de cima do telhado…
Deixa esse menino…
Dormir sossegado…

Somos induzidos, desde os primórdios da vida, ao medo e às ameaças de punições caso não façamos aquilo que nos foi determinado por nossos pais, instrutores, professores… Cuidadores!

Vamos além do cotidiano doméstico. Nosso civismo é repleto de ameaças geradoras do medo.

Marcha Soldado

Marcha soldado,

Cabeça de papel…

Quem não marchar direito…

Vai preso p’ro quartel!

O quartel pegou fogo…

A polícia deu sinal.

Acode, acode, acode a bandeira nacional.

Em seguida vem Superstição como consequência do primeiro ato.

Devemos, ou não, fazer isso ou aquilo para não sofrermos as repreensões inseridas em nossos cerebelos infantis?

Como se expressou Albert Einstein:

 “Evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz”.

Ou Alfred Hitchcock:

“Morro de medo de ovos, pior do que eu morrer de medo, eles me revoltam. Aquela coisa branca arredondada sem nenhum buraco. Você já viu algo mais revoltante de que uma gema de ovo quebrando e derramando seu líquido amarelo? O sangue é alegre, vermelho. Mas a gema do ovo é amarela, revoltante. Eu nunca a provei.”

Medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.

“O medo é a maior fonte de superstição e uma das principais fontes de crueldade.”

Bertrand Russell

Superstição é a crença sobre relações de causa e efeito que não se adequam à racionalidade e que geralmente está associada à suposição da atuação de alguma força sobrenatural, que pode inclusive ser de origem religiosa. Um exemplo é a crença comum, no Brasil, de que quebrar um espelho causa sete anos de azar.

Mário Jorge Zagallo, conhecido por adorar o número 13, afirmou que ele ajudou a Seleção Brasileira a garantir classificação para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Agora o apito final da Copa será em 13 de julho de 2014… Daí, eleições!

Falando em Alemanha, encontramos o número 666 onde a profecia da besta menciona “um sinal na mão direita ou na testa”, o que deu margem para associá-la a Hitler e ao gesto da saudação nazista.

É incrível que no capítulo 13 do livro Apocalipse ele é citado como o “número do monstro”. O documento descreve uma besta-fera parecida com um dragão, com chifres de cordeiro, poderes maléficos e características violentas e ameaçadoras.

Segundo interpretações de estudiosos, o número 666 seria o código secreto com que os cristãos do primeiro século poderiam identificar o Anticristo. Um monstro humanizado que viria ao mundo para dominá-lo e tocar o terror.

Por outro lado, a soma dos números 666 é nove, positivamente é o número da compaixão, do ser humanitário, da caridade.

O aspecto negativo é a cólera, vingança, maledicência, crueldade, tirania, perversão…

Esse monstro traz a energia “9” no seu nome mais usado: Hitler!

Já no judaísmo, o principal que aprendemos do número 18, equivalente ao valor numérico da palavra “Chai”, que significa “Vida”, é o cumprimento da Torá e dos preceitos. A Cabala ensina que o número 18 corresponde ao poder de vontade na alma.

Refletindo sobre as variantes da sequencial numérica 666, encontrei o dimensional 66,6!

Arca da Aliança

A Bíblia descreve, no livro de Êxodo, a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com dois côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111 cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm).

Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora, com uma bordadura de ouro ao redor. Wikipédia

Medo & Superstição?

Segundo a Bíblia, Deus revelava-se como uma fumaça que se manifestava com sua shekiná (presença). Tocá-la era um ato tolo, pois quem a tocasse seria morto, razão pela qual existiam varas para seu transporte.

A Arca da Aliança é talvez o maior símbolo da presença do poder de Deus em um objeto físico. Ela foi construída por ordem direta de Deus a Moisés…

“NADA ACONTECE POR ACASO”

Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um filólogo, filósofo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX.

Sobre o Acaso e o Destino ele manifestou estranhos comentários. Em suas últimas semanas sãs, precisamente em 7 de dezembro de 1888, escreve uma carta de Turim, a Augusto Strindberg em que faz a seguinte observação:

“Não existe mais qualquer elemento de acaso na minha vida”!

Nesse mesmo ano Nietzsche escreveu ao seu amigo Franz Overbeck, dizendo:

“Nada acontece mais por acaso”!

Durante o período de sua loucura, Nietzsche ficava repetindo determinadas frases:

“Estou morto porque sou estúpido”!

“Sou estúpido porque estou morto”!

“Eu tenho uma sensibilidade boa para as coisas” e “Não gosto de cavalos”!

Dentre os nomes ilustres da história que citei, não poderia deixar de resgatar Titãs e o compositor Sérgio Britto:

Devia ter amado mais…

Ter chorado mais…

Ter visto o sol nascer…

Devia ter arriscado mais e até errado mais!

Ter feito o que eu queria fazer…

Queria ter aceitado as pessoas como elas são!

Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração!

Meu espelho… Meu sorriso…

Meu espelho… Meu sorriso…

Feliz! Acabei de olhar no espelho e vi um cara sorrindo pra mim…

Legal!

Fiquei Feliz duas vezes!

Quando postei a frase acima numa rede social, muitos sorriram também. Para seus monitores! Não importa para onde. Importante mesmo é sorrir. Quem sabe se alguém não foi até o espelho fazer a mesma coisa?

Ou, ao contrário, entortou a boca e pensou… Que “babaquice”! Cada um com seus ‘pobrema’ né meu?

Nunca deixe de sorrir, nem mesmo quando estais tristes, porque nunca sabes quem poderá enamorar-se do teu sorriso.

Gabriel Garcia Márquez

Evidentemente existem muitas formas de sorrisos. Leves, lúdicos e límpidos… Carregados, debochados e sarcásticos. Vingativos. Amorosos são os melhores. Sem veneno no sangue. Você pode estar enxergando o seu exterior ou seu interior. Pode estar bonito por dentro e por fora. Cabelo penteado e alma limpa. Pode ser narcisista. Pode ser o que você quiser! O que você sentir!

O espelho é um instrumento real e material que reflete um dos mistérios do Universo, a “Dualidade do Ser”.

Tudo existe aos pares na Natureza!

É claro que a frase inicial poderia ser:

Triste! Acabei de olhar no espelho e vi um cara chorando pra mim… Pena! Fiquei Triste duas vezes!

Ou…

Eu me amo!

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No carro, minha mulher pegou o batom, abriu a tampinha e, para minha admiração, havia um espelhinho. Olhou, fazendo pose, e pintou os lábios!

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Qualquer hora dessa eu conto a marca desse equipamento fabuloso! Imprescindível nas bolsas enormes que as mulheres usam. E que todas colocam em cima do freio de mão, no carro. Tenho “toque” no cotovelo quando estou no banco de passageiro. É muito chato!

Na abordagem que faço, o sorriso no espelho pode ser encarado como coisas de Narciso!

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Narciso e Narciso

Se Narciso se encontra com Narciso
e um deles finge
que ao outro admira
(para sentir-se admirado),
o outro
pela mesma razão finge também
e ambos acreditam na mentira.
Para Narciso
o olhar do outro, a voz
do outro, o corpo
é sempre o espelho
em que ele a própria imagem mira.
E se o outro é
como ele
outro Narciso,
é espelho contra espelho:
o olhar que mira
reflete o que o admira
num jogo multiplicado em que a mentira
de Narciso a Narciso
inventa o paraíso.
E se amam mentindo
no fingimento que é necessidade
e assim
mais verdadeiro que a verdade.

Ferreira Gullar

(Do site Fala Comigo Doce Como a Chuva- Postado por Nádia Dantas).

Quando passei a sorrir para o garçom, senti que não cuspiam mais no meu prato.

Existem vários tipos de sorrisos. Muitas vezes passando pela risada e chegando à gargalhada.

São expressões faciais com medidas diferenciadas. É quase como expressões da escrita, onde alguns escrevem:

Rsrsrs… É sorriso. Hehehe… É risada. Kkkk… É gargalhada.

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Aqui o Narcisinho sorri! Cara de “sacaninha”!

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Agora a mamãe do neném ensina como escovar os dentes… Achando-se bonita. Sorriso feliz.

Não se aprende a sorrir. Nascemos sabendo. A diferença está em praticarmos. Isso vem de dentro do ser. Reflete o estado interior do ser humano.

Feliz! Acabei de olhar no espelho e vi um cara sorrindo pra mim… Legal! Fiquei Feliz duas vezes!

Ou

Triste! Acabei de olhar no espelho e vi um cara chorando pra mim… Pena! Fiquei Triste duas vezes!

Até as bruxas tem espelhos. Do filme “Espelho, Espelho Meu”. História da “Branca de Neve”.

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“Mirror Mirror” (Espelho, Espelho Meu, no Brasil) é uma comédia baseada no conto Branca de Neve dos irmãos Grimm. É dirigido por Tarsem Singh e estrelado por Lily Collins, Julia Roberts, Armie Hammer, Nathan Lane e Sean Bean.

Bela bruxa que o diretor Tarsem Singh arranjou.

Nesse caso, o sorriso é de maldade mesmo!

Olhos de fogo… Raivosos… Âmbar incandescente!

É sobre esse sorriso que os poetas e compositores Nelson Cavaquinho, Alcides Caminha, Guilherme de Brito fizeram a música “A Flor e o Espinho”.

Tire o seu sorriso do caminho

Que eu quero passar com a minha dor

Hoje pra você eu sou espinho

Espinho não machuca a flor

Eu só errei quando juntei minh’alma a sua

O sol não pode viver perto da lua

Tire o seu sorriso do caminho

Que eu quero passar com a minha dor…

Sorrisos que nos incomodam… Irritam-nos! Arreganhar de dentes de pessoas que riem das nossas desgraças.

Esses não são os sorrisos dos espelhos. São sarcásticos.

Não são os sorrisos que enriquecem os recebedores sem empobrecer os doadores. Como diria Mario Quintana.

A música de Nelson Cavaquinho fala de uma relação amorosa. Mas é perfeitamente aplicável a outras situações. Quando aquela criatura tosca que te prejudica e aparece sorrindo… Quando se dá mal… Resta-nos cantar para a figura malévola:

Tire o seu sorriso do caminho…

E sentimos o desejo de completar a letra…

E vá se ferrar…!

Só que não somos espinhos e a figura tosca não é uma flor… Que se cheire.

Confesso que senti muitas vezes a vontade de fazer isso…

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Esse rapazinho deve ser aquele “Narcisinho” que sorria no espelho com cara de “sacaninha”:

Rsrsrs… É sorriso. Hehehe… É risada. Kkkk… É gargalhada.

É mesmo… Só acho que o Sol PODE, sim, viver perto da Lua! E… Eu NÃO errei quando juntei Minh ‘alma a sua…

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Espinho não machuca a flor…

Você já tomou uma Coca-Cola em frente ao espelho?

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Faça experiências com espelhos. Vai ficar surpreendido com o tamanho do Universo.

É o Infinito! Ponha um espelho em frente a outro!

Só não pode quebrar…

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Meu espelho…

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Os espelhos são usados como um portal de ingresso até o desconhecido. Quebrar um espelho traz sete anos de azar. A adivinhação através do espelho é chamada de catopromancia, e vem da Pérsia. Sonhar com espelhos, pode significar uma traição próxima. Durante o século passado, foi usado um método com espelhos para desmascarar os autores de um roubo ou outro ato criminoso, considerando que confrontar o suposto criminoso com a sua própria imagem poderia produzir um efeito hipnótico. Também foi dito que, na Europa, as mulheres que queriam apaixonar um homem, ofereciam sua alma ao diabo através de um espelho.

Blog Travel- Posted on 13/06/2012 by admin.

Meu sorriso…

Com espelho atrás… Vai Narciso!

Feliz! Acabei de olhar no espelho e vi um cara sorrindo pra mim… Legal! Fiquei Feliz duas vezes!

Google –Imagem – Salar de Uyuni na Bolívia – O maior espelho natural do mundo

Vou fazer meus jogos no CASINO GRÁTIS da VIDA. Ganhando a sorte grande, vou tirar algumas rugas e comprar um espelho naturalO maior do mundo.

Vou sorrir… Vou rir… Vou gargalhar!

Mas vou continuar sorrindo mais que rindo e gargalhando.

Quando postei a frase acima numa rede social, muitos sorriram também. Para seus monitores! Não importa para onde. Importante mesmo é sorrir. Quem sabe se alguém não foi até o espelho fazer a mesma coisa?

Assim continuo emanando muito mais paz e amor com essas expressões faciais. Fico amigo do palhaço. O garçom não cospe no meu prato. Meus interlocutores respondem com a “mesma moeda”. Sou feliz. Se chorar é de alegria.