Não te contei… Não?

Não te contei… Não?

Enquanto estou começando escrever esta lavra, alguém em algum lugar já sabe até o que eu estou pensando!

Fantástico!

Com o advento do norte-americano Edward Snowden, embasado em documentos secretos, o Universo está sendo espionado. Querem fazer crer que somente os Estados Unidos da América possuem esta capacidade. Óbvio que não. Espionagem sempre existiu nos quatro pontos cardeais. Lembro-me muito bem do meu avô, estudante avançado de hipnose e telepatia, contando que os astronautas russos e americanos contratavam paranormais para fazerem parte das suas equipes, objetivando a comunicação entre a central de comando na Terra e os “Deuses Astronautas” em suas naves interplanetárias. Dizia que quando as naves espaciais se posicionavam atrás da Lua, perdia-se a comunicação com a Terra, considerando que as ondas hertzianas transmitidas por instrumentos não atravessavam “paredes sólidas”. Nesse lapso de tempo as comunicações deveriam ser feitas por telepatia, pois as “ondas cerebrais” não são barradas por nenhum obstáculo material. Pensando bem… Não precisamos de “aparelho” nenhum para sabermos alguma coisa.

No dia 6 de junho, o jornal britânico The Guardian, primeiro a divulgar os vazamentos de Snowden, informou como opera a NSA. Um programa de computador dá à agência acesso a e-mails, chats online e chamadas de voz dos usuários dos serviços da Apple, Facebook, Google e Microsoft, entre outros, e tem parceria com uma grande telefônica dos Estados Unidos que mantém relações de negócios com serviços telefônicos no Brasil e noutros países.

Publicado por Associação do Ministério Público de Minas Gerais (extraído pelo JUSBRASIL).

Claro que a utilização de uma “parafernália” de instrumentos e equipamentos detecta e arquiva informações até do nosso DNA.

Mas a leitura do pensamento é muito mais protegida das intempéries climáticas. Faça sol ou… Faça chuva!

A ideia remete-me á Dan Brown em mais uma de suas fabulosas ficções, “Inferno”.

No livro ele fala de um luxuoso iate de 229 pés de comprimento chamado Mendacium. Avaliado em mais de 300 milhões de dólares, onde foi instalado um centro de comando informatizado de nível militar e protegido por uma blindagem de chumbo.

A sala de controle era servida por três links dedicados via satélite e por uma densa rede de estações de transmissão terrestres. O diretor desta “nave aquática” deveria ter o controle de tudo. Ali, o autor descreve, poder-se-ia prever cada possibilidade, antecipar qualquer reação e moldar a realidade a fim de alcançar o resultado desejado. Ele tinha um histórico impecável de sucessos e confidencialidade que lhe garantia uma clientela impressionante: bilionários, políticos, xeques e até governos inteiros.

Portanto a ficção de Dan Brown já nem é tanto assim… Tão fora da realidade! Ops! Desculpe-me…

Volto já! Estou recebendo uma ligação com encriptação em meu computador!

É uma mensagem criptografada!

Pronto! Voltemos ao tema! Ah! Vocês estão curiosos para saber qual mensagem acabei de receber? Pois bem, vamos lá! Em forma de hieróglifos fui informado sobre a criação da DARPADefense Advanced Research Project Agency (em português: Agência de Projeto e Pesquisa Avançada de Defesa). Meu avô José Alzamora voltou à cena! E tem até um brasileiro nessa empreitada metafísica! Seu nome é Miguel Nicolelis.

A Darpa, agência que ajudou a criar a internet e que financia as pesquisas do brasileiro Miguel Nicolelis, terá um projeto próprio para criar um leitor de pensamentos para ajudar soldados dos EUA.

Resultados muito mais palpáveis para os projetos financiados pela Darpa nesta área foram observados na Universidade Duke, na Carolina do Norte. Lá, a equipe liderada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis conseguiu, em 1999, fazer com que uma macaca movimentasse um braço robô usando apenas o pensamento. Em janeiro do ano passado, um macaco conseguiu controlar o andar de um robô, em uma pesquisa que pode dar o Nobel ao brasileiro. Tudo isso pode parecer muito bizarro, mas o fato é que a Darpa tem um histórico de sucesso. Criada em 1957, após os Estados Unidos terem sido derrotados pela União Soviética na corrida para colocar o primeiro satélite artificial em órbita (os soviéticos conseguiram lançar o Sputnik em 1957 e ainda mandaram Yuri Gagarin para o espaço em 1961), a Darpa deu origem à NASA, a agência espacial dos EUA, e, mais tarde, iniciou a pesquisa que culminou na internet atual. Se há alguma agência capaz de criar uma inovação de impacto tão grande como a da telepatia, certamente é a Darpa.

…Darpa que pretende criar binóculos capazes de ler a mente – e que funcionariam a partir da detecção dos pensamentos dos inimigos quando eles ainda estivessem no subconsciente. REDAÇÃO ÉPOCA.

Não te contei… Não?

Chacotas vão “rolar” em todas as redes! Até naquelas do Nordeste dependuradas em troncos de coqueiros, com sombra e água de coco fresca!

Após a espionagem detectada na China, só nos falta saber como estão se comportando os marcianos! Será que eles existem mesmo? Acho que os chineses vieram para o Brasil alegando interesse no petróleo da camada do Pré-Sal com o objetivo de saber se existem extraterrestres em nosso mar profundo!

Penso que, além da invasão do dragão, já existe um exército de marcianos no fundo desse mar!

Alô, alô, marciano…

Aqui quem fala é da Terra…

Pra variar estamos em guerra…

Você não imagina a loucura…

O ser humano tá na maior fissura…

Os Sapatos… Dos Outros!

Os Sapatos… Dos Outros!

Vestir o sapato alheio pode não ser a mesma coisa que fazer mesuras com bonés alheios, ou seja, “cumprimentar com o chapéu dos outros”! Termo antigo, usado para fazer reverência ao interlocutor. Todos nós já pusemos os sapatos dos nossos pais ou parentes quando éramos crianças. É claro que as “mulherzinhas” tinham um fascínio muito maior do que a curiosidade dos “hominhos”! Sem machismo, que fique bem claro! É que elas são mesmo mais sensíveis do que eles!

O hábito antigo de saudar alguém se tirando o chapéu era denominado chapelada. Tirar o chapéu é um sinal convencional de saudação ou agradecimento, normalmente efetuado apenas pelos homens. Pode ser observado também quando se entra em um templo religioso em sinal de respeito. Quando alguém é homenageado por ações que não praticou, pode-se dizer que fez mesuras com chapéu dos outros.

Há alguns dias escutei, em uma rádio, algo sobre usar os sapatos alheios. Momento Espirita, se não me engano. Os países de língua inglesa usam uma expressão muito interessante para explicar a empatia, “Colocar seus pés nos sapatos dos outros”.

Fui consultar sobre empatia:

O estudo sobre os processos empáticos é relativamente recente, sendo que as primeiras pesquisas científicas conhecidas sobre empatia foram feitas a partir da segunda metade do século XX, embora esse conceito já existisse pelo menos desde o início do século XX.

A empatia é, segundo Hoffman (1981), a resposta afetiva vicária a outras pessoas, ou seja, uma resposta afetiva apropriada à situação de outra pessoa, e não à própria situação. O termo foi usado pela primeira vez no início do século XX, pelo filósofo alemão Theodor Lipps (1851-1914), “para indicar a relação entre o artista e o espectador que projeta a si mesmo na obra de arte”.

Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma “espécie de inteligência emocional” e pode ser dividida em dois tipos:

A cognitiva – relacionada à capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; e a afetiva – relacionada à habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia.

Wikipédia.

Começamos a prática desse exercício já em tenra infância, quando colocamos os sapatos maiores que nossos pés. Ao fazermos isso, iniciando nossas vidas, não temos a consciência de estarmos propriamente nos transportando para a personalidade do proprietário dos sapatos. Somente mais tarde, com exercício prático, é que conquistamos a capacidade de suspender provisoriamente a insistência no próprio ponto de vista, e encarar a situação a partir da perspectiva do outro. Pesquisas indicam que a empatia tem uma resposta humana universal, comprovada fisiologicamente. Dessa forma a empatia pode ser tomada como causa do comportamento altruísta, uma vez que predispõe o indivíduo a tomar atitudes não egoísticas. Fico imaginando isso:

Brincadeirinha à parte, o assunto é sério e importante para que possamos entender as diferenças.

Só “calçando os sapatos do outro” saberemos onde o “calo” dói. Assim poderemos compreender e tomar atitudes mais eficazes para consolar e ajudar nossos semelhantes. Sempre julgaremos menos ou, certamente, com menos severidade. Suavizamos o ódio, o rancor e o ressentimento, ficando mais susceptíveis para o perdão.

Em O Óleo de Lorenzo, um filme estadunidense de 1992, do gênero drama, dirigido por George Miller, fica a expressão maior de um ato de amor. Era como se os pais colocassem os sapatos do filho. História real de um casal, Augusto e Michaela Odone, cujo único filho, Lorenzo, começa a apresentar hiperatividade, surdez, desequilíbrio e vários outros sintomas. Os pais do menino não se conformaram com o fracasso dos médicos e com a falta de medicamentos para a doença.  Assim, decidiram estudar e pesquisar sozinhos, na esperança de descobrir algo que pudesse deter o avanço da doença, de caráter hereditário, transmitida geneticamente pela mãe.

Nesse caso triste e ao mesmo tempo lindo, foram os pais que vestiram os sapatinhos do filho!

Na vida real, Lorenzo sobreviveu a sua mãe, Michaela Odone, que morreu em 10 de junho de 2000, vítima de câncer de pulmão. Lorenzo morreu em 30 de maio de 2008 (um dia depois do seu 30° aniversário), em decorrência de uma pneumonia. Ele vivera 22 anos além do que os médicos haviam prognosticado, quando a doença foi diagnosticada. Sua sobrevida foi atribuída ao óleo que seus pais inventaram. Augusto Odone, seu pai, faleceu em 24 de outubro de 2013, de insuficiência cardíaca.

Esse é sem nome… Sem pai… E sem mãe… Quem sabe?

Nunca usou Os Sapatos… Dos Outros! Até aí, nunca pôde “Colocar seus pés nos sapatos dos outros”.

Outros… Mesmo com os sapatos furados… Ainda guardam um pouco da esperança em…

“Colocar seus pés nos sapatos dos outros”.

Meu sapato já furou

Minha roupa já rasgou

E eu não tenho onde morar

Meu dinheiro acabou

Eu não sei pra onde vou

Como é que eu vou ficar?

Eu não sei nem mais sorrir

Meu amor me abandonou

Sem motivo e sem razão

E pra melhorar minha situação

Eu fiz promessa pra São Luís Durão

Quem me vê assim pode até pensar

Que eu cheguei ao fim

Mas quando a minha vida melhorar

Eu vou zombar de quem sorriu de mim

Meu sapato já furou…

Na Moral

Na Moral

Tá ligado? É nóis… Tá me tirando?

Será esse o caminho da “evolução” cultural no Brasil?

Quando nos deparamos com “filósofos” dessa ordem e que já governaram a nação dizendo:

Crise

É uma crise causada, fomentada, por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise parecia que sabia tudo e que, agora, demonstra não saber nada.

Amor

Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida. Tem que ser submissa porque gosta dele.

Sem contar com afirmações “sábias” como:

Minha mãe nasceu analfabeta!

Ou quando ouvimos de outra cavalgadura da “sabedoria”, na sucessão presidencial da República das Mandiocas, falar e não dizer absolutamente nada, atropelando a língua portuguesa e a lógica, assassinando o verbo em destempero e despreparo:

Pátria Educadora da Presidenta?

Terra curva

Eu, para ir, eu faço uma escala.

Para voltar, eu faço duas, para voltar para o Brasil. Neste caso agora nós tínhamos uma discussão.

Eu tinha que sair de Zurique, podia ir para Boston, ou pra Boston, até por que…

Vocês vão perguntar, mas é mais longe?

Não é não, a Terra é curva, viu?

O que ela queria dizer: Que a escala feita em Portugal na volta de Zurique era justificável.

Estradas de água

Esse país foi descoberto, foi colonizado através das estradas de água.

Essas estradas de água são a forma mais barata de transporte.

O que ela quis dizer: Estradas de água não existem.

Se existissem e o Atlântico fosse considerado uma delas, talvez a referência ao descobrimento fizesse sentido.

Árvores plantadas pela natureza

A Zona Franca de Manaus, ela está numa região, ela é o centro dela porque é a capital da Amazônia (…). Portanto, ela tem um objetivo, ela evita o desmatamento, que é altamente lucrativo – derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo.

O que ela queria dizer: Que a Zona Franca de Manaus oferece uma alternativa econômica ao desmatamento. Em tempo: Manaus é a capital do Estado do Amazonas.

Chuchar

Nós sabemos, e eu já estive aqui várias vezes antes, que essa é uma cidade arborizada, cercada por rios, e que tem essa interessantíssima característica de ter muitas mangueiras.

De fato, deve ser muito bom morar numa cidade que de repente você pode chuchar uma árvore e cair uma manga na sua mão.

É de fato algo que todo mundo quer, é pegar e ter acesso a uma boa manga.

O que ela quis dizer: O sentido de “chuchar” nesse contexto ainda é um mistério.

Cachorros

É interessante que muitas vezes no Brasil, você é como diz o povo brasileiro, muitas vezes você é criticado por ter o cachorro e, outras vezes, por não ter o mesmo cachorro.

Esta é uma crítica interessante que acontece no Brasil.

O que ela queria dizer: Que os críticos muitas vezes são injustos.

Ciência

E nós criamos um programa que eu queria falar para vocês, que é a Ciência sem Fronteiras.

Por que eu queria falar da Ciência sem Fronteiras para vocês? É que em todas as demais…

Porque nós vamos fazer agora o Ciência sem Fronteiras 2.

O 1 é o 100 000, mas vai ter de continuar fazendo Ciência sem Fronteiras no Brasil.

O que ela quis dizer: A segunda etapa do programa “Ciência Sem Fronteiras” é essencial, apesar de a primeira edição do programa ter atendido 100.000 estudantes. Enquanto eu fico estarrecido com tamanha desenvoltura intelectual ela fala de Cultura!

Criar cultura

A cultura permite isso, permite que a gente perceba como a vida é diversa, e como ela permite que nós sejamos capazes de criar cultura e, como espectadores ou consumidores de livros, de filmes, de curtas, de televisão, enfim, de todas as telas, que a gente sinta uma imensa alegria no coração.

O que ela quis dizer: A cultura nos permite criar cultura e sentir alegria.

Dez mil

O que é 10. 000?

O que ela quis dizer: Que ela prefere manter 150 000 reais em espécie dentro de casa a lucrar 10 000 por ano aplicando esses recursos na poupança.

Bacalhau

O bacalhau é uma moleza de fazer.

Posso falar, é simplíssimo o bacalhau.

Você corta várias coisas, bota uma camada, bota outra, bota, você vai ver o bacalhau… Agora, é sem reclamações, sem reclamações. Tchau. Ah, não, não pode reclamar, porque senão não tem graça.

O que ela quis dizer: Que o bacalhau é uma moleza de fazer.

Corrupção

Não acredito que tenha alguém acima da corrupção. Acho que todo mundo pode cometer corrupção.

O que ela quis dizer: Que é preciso ter mecanismos eficientes para punir corruptos.

SENAI para economista

Eu acho Elizabeth, que seria interessante que você olhasse entre os vários cursos que tem sido oferecido inclusive pelo SENAI.

O que ela quis dizer: Que uma economista com 55 anos de idade deve fazer um curso técnico para arranjar um emprego.

Mano Brown

Assim, como todos merecem a oportunidade de conhecer e se emocionar com as letras pungentes dos raps cantados por Mano Brown, cada homenageado, e cada homenageada dessa edição da Ordem do Mérito Cultural assim como todos que vivem intensamente a sua opção pela cultura merecem nossas homenagens.

O que ela quis dizer: Mano Brown é autor de letras pungentes e os homenageados merecem homenagens.

Submarinos

Essa unidade principal do prédio… Que constitui a unidade principal, o prédio principal desse complexo de estaleiro de construção de submarinos, ela se constitui em mais um passo, mais um passo para fazer aqui o complexo naval de Itaguaí, um verdadeiro polo tecnológico, um polo industrial de imensa relevância para o nosso desenvolvimento, para o desenvolvimento do nosso país.

O que ela quis dizer: Uma explicação cheia de ecos sobre a construção de submarinos.

É verdade Pátria Educadora!

O que dá pra rir… Dá pra chorar!

Seria cômico se não fosse trágico!

Na Moral

Tá ligado? É nóis… Tá me tirando?

Se os líderes da República das Mandiocas detêm tamanha sabedoria e cultura, tendo os “professores” formados por uma esquisita política comunista, não poderia ser diferente no ENEM:

“O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo”.

“O Ateísmo é uma religião anônima”.

“A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos”.

“A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzir e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo”.

“A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly”.

“Os dois movimentos da Terra são latitude e longitude”.

“O dia tem 24 oras, mas 8 delas são noite”.

“Ângulo é duas linhas que vão indo e se encontram”.

“A alimentação é o meio de digerirmos o corpo”.

“Uma tonelada pesa pelo menos 100 kg de chumbo”.

“Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia”.

Depois dessa eu peço pra ir ao banheiro e me retiro do recinto!

Sem antes fazer algumas conjecturas sobre a Pátria Educadora.

Lendo:

Atentei para o seguinte, na contra capa do livro:

Quais são as razões da profunda crise na escola?

É possível encontrar uma espécie de vírus no gene de nossa sociedade e de nosso sistema educacional?

Podemos concluir que é urgente uma redefinição do papel da escola e de suas prioridades?

Inúmeros pais e educadores testemunham, estupefatos, a revolução em curso.

Interrogam-se sobre as profundas mutações que de forma acelerada vêm ocorrendo em nosso sistema educativo.

Porém, nenhum governo, seja de direita ou de esquerda, vem a público esclarecer os fundamentos ideológicos dessas constantes reformas no ensino e tampouco se preocupam em apresentar, de forma clara, as coerências e os objetivos dos métodos adotados.

Mas que ainda tudo nos pareça muito obscuro, podemos encontrar todas as respostas na filosofia da revolução pedagógica, que se expõe, em termos explícitos, nas publicações dos organismos internacionais como a UNESCO, a OCDE, o Conselho da Europa, a Comissão de Bruxelas e tantas outras…

… As técnicas de manipulação psicológica, que não se distinguem muito das técnicas de lavagem cerebral (os grifos são meus), estão sendo utilizadas de forma maciça.

Naturalmente os alunos são as primeiras vítimas; porém, os educadores e também o pessoal administrativo, diretores, pedagogos e até mesmo inspetores, não estão sendo poupados.

Essa revolução silenciosa, antidemocrática e totalitária, quer fazer dos povos meras massas ignorantes e totalmente submissas à classe governante.

Ela ilustra de maneira exemplar, a filosofia manipuladora e ditatorial que tem abrigo na chamada Nova Ordem Mundial. (o grifo é meu e esse assunto é tema para outra análise).

Tal filosofia é imposta por meio de ações sutis e indiretas, porém poderosíssimas, gerando resultados catastróficos à inteligência humana.

Na Moral

Tá ligado? É nóis… Tá me tirando?

Será esse o caminho da “evolução” cultural no Brasil?

República das Bananas

República das Bananas

Ainda guardo na memória ter ouvido dos meus avós a expressão “República das Bananas”. O nome era aplicado a todo país á beira do caos político ou econômico e com governos inoperantes e despóticos.

Era um termo pejorativo que fazia referência a uma nação, geralmente latino-americana, politicamente instável, dependente de uma economia primária, comandada por um governo rico, corrupto, elitista e oligárquico. Enfim, é um termo que vem sendo utilizado desde o início do século XX para caracterizar países em situações caóticas em matéria econômica ou social.

Entre as várias disritmias por onde o Brasil passa hoje, e nas décadas perdidas de subsequentes governos, encontramos um “escândalo” bilionário.

Cantado em verso e prosa na grande maioria dos veículos de comunicação, tanto impressos quanto eletrônicos, a “banana” da vez é o “petróleo”!

O sufrágio majoritário deste ano de 2014 foi repleto de intempéries escandalosas e dividiu a “República das Bananas” em duas partes bem definidas.

República das Bananas

A expressão foi concebida para ser utilizada em uma obra literária de autoria do escritor norte-americano O. Henry (cognome de William Sydney Porter – 11 de setembro de 1862 – 5 de junho de 1910) intitulado “Cabbages and Kings” (Reis e Repolhos). Nesta novela, O. Henry utilizava a expressão “República das Bananas” como uma crítica à fictícia República da Anchúria, que nas palavras do autor era uma “ditadura servil”, que explorava por meio da opressão e da violência a sua população e respectiva mão-de-obra, fazendo de seu país um enorme latifúndio, com especial atenção à produção da banana.  Procurado por fraude bancária pela justiça dos EUA, o autor passou um tempo refugiado em Honduras, onde presenciou as condições difíceis da população local, o que o inspirou sem dúvida nenhuma a compor sua história, bem como o termo que se tornou parte do vocabulário da imprensa mundial a partir de então.

Por Emerson Santiago – infoescola: Navegando e Aprendendo

Na origem do título, a fraude, foi apenas bancária!

Petrobrás! Não vou entrar no mérito dos “bilhões” de dólares que foram “desviados” em propinas e comissões irregulares praticadas pelos gestores desta estatal. Sem contar com as perdas em consequência das péssimas gestões consecutivas.

No momento em que se comemoram os 25 anos da derrubada do Muro de Berlim, barreira física construída pela República Democrática Alemã durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental, fico pensando sobre a mensagem subliminar instalada nos cerebelos dos brasileiros quando o sufrágio majoritário deste ano de 2014 dividiu a “República das Bananas” em duas partes bem definidas. Postado em várias redes sociais!

Claro que não vejo a menor possibilidade disso acontecer! A formação étnica do Brasil Continental é tão miscigenada que não permitiria tal divisória. Mas o desejo de muitos foi expresso no imaginário coletivo. Pelo mapa, a metade da populaça não tem ideia do que seja a invasão comunista na América Latina. O Foro de São Paulo (FSP) é uma organização criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil, juntamente com o cubano Fidel Castro, que convidaram outros partidos e organizações de esquerda da América Latina e do Caribe para discutir alternativas às políticas neoliberais dominantes na América Latina durante a década de 1990 e promover a integração econômica, política e cultural da região. Segundo a organização, atualmente mais de 100 partidos e organizações políticas participam dos encontros. As posições políticas variam dentro de um largo espectro, que inclui partidos social democratas, extrema-esquerda, organizações comunitárias, sindicais e sociais ligados à esquerda-católica, grupos étnicos e ambientalistas, organizações nacionalistas, partidos comunistas e até mesmo grupos guerrilheiros, como as FARC. Estas, entretanto, acabaram por ser impedidas de participar abertamente a partir de 2005.

Com a união dessas ideias e princípios, minha imaginação vai mais longe. Imaginem a República das Bananas renomeada em República da Coca e da Maconha!

A América do Sul tem os três maiores produtores de cocaína do mundo! A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE) divulgou em seu Relatório Anual, no qual constata que o tráfico, o crime organizado relacionado às drogas e a violência continuam a serem flagelos para diversos países da América do Sul. Considerado um cultivo milenar na região, a coca é ponto incisivo no estudo. Segundo dados das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), em 2006, a Colômbia era responsável por 50% da plantação mundial de coca, enquanto o Peru produziu 33% e a Bolívia 17%.

No Equador e na Venezuela, já se percebe um aumento do cultivo, mesmo que em pequena escala.

No Peru e na Bolívia houve um aumento no número de hectares plantados, 12,69 mil hectares peruanos e 5,07 mil hectares bolivianos, enquanto na Colômbia houve uma redução, mas o aprimoramento das técnicas de cultivo, de variedades da planta e processamento da coca nos laboratórios clandestinos fez com que essa diminuição não fosse tão significativa. No relatório, a JIFE pediu que o governo boliviano e peruano que “adotem medidas para proibir a venda, uso e exportação da folha da coca que não estejam alinhadas aos tratados internacionais, pois a JIFE se preocupa com o aumento de impactos negativos do cultivo da coca e produção de cocaína na região”. De acordo com o relatório da JIFE, “toda a região está afetada pelo cultivo ilícito em larga escala da coca, da papoula e da cannabis (maconha), bem como a produção e tráfico de drogas”. No ano passado, foram feitas apreensões de cocaína na América do Sul, que correspondem a 40% de toda a produção mundial da droga. O consumo de cocaína pelos sul-americanos está aumentando. A maconha ainda é a droga mais usada na região, mas a busca por tratamento de dependência química é maior entre os usuários de cocaína, 50%, enquanto 26% são buscados por usuários de maconha.

Na América Central, apesar de a região integrar a rota de tráfico internacional, o consumo de cocaína é, segundo o relatório, baixo.

Navios, iates e aviões particulares são os meios de transporte utilizados na rota de tráfico de cocaína América do Sul – África – Europa.

O caminho mais utilizado é a droga que sai da Colômbia e, pelo Brasil, vai para Cabo Verde e Guiné Bissau, de onde seguem principalmente à Espanha e Portugal. Segundo as autoridades de Guiné Bissau, em relatório da UNODC, 60% da cocaína que chega ao país vem do Brasil, e os outros 40% veem direto da Colômbia. O relatório mostrou também o resultado de um recente estudo comparativo sobre o consumo de drogas entre os estudantes. Ainda assim, a estimativa de uso de maconha na América do Sul é 2,3% inferior à média mundial. O Brasil é o único dos países sul-americanos em que a droga ilícita mais usada não é a maconha, e sim os solventes e inalantes. Na Argentina, foi constatado o nível mais elevado de consumo anual de cocaína entre os estudantes, 2,5%.

República da Coca e da Maconha!

Antes de estourarem os arrepiantes horrores de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina… E só o Marcola deverá nos dizer onde mais acontecerá… Vamos fazendo contrabando de bananas para o Paraguai.

(Entrevista dada ao Jornal O GLOBO por “Marcola”, o líder do PCC. Coluna: Arnaldo Jabor).

– Você é do PCC?

– Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… Vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…

Ele já cantava essa bola!

Esse cara é o Marcola!

Pateta e Patetinha

Pateta e Patetinha

Para quem não sabia, o Patetão tinha um filho. Max é um personagem fictício, jovem filho do popular personagem da Disney Pateta. Apareceu pela primeira vez numa curta metragem clássica de “E o vento levou”.

Max é um dos poucos personagens de cartoon, que não possui uma única idade em encarnações anteriores, mas aparece próximo do tempo real. Ele foi descrito com 11 anos de idade em “A Turma do Pateta”, como um adolescente em “A Goofy Movie”, e mais recentemente, em “An Extremely Goofy Movie” e “A casa do Mickey”, como um jovem adulto. É bem diferente do pai, já que é maduro e muito esperto, e sempre fica constrangido na frente do pai, mas mesmo assim, ele adora ter um Pai Pateta. O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (“Continue seguindo em frente”).

Se Walter Elias Disney, que foi um produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, dublador, animador, empreendedor, filantropo e fundador da The Walt Disney Company, estivesse vivo, eu faria uma sugestão para uma historinha bem “tupiniquim” que se passa por estas paragens surrealistas das Américas constipadas pela corrupção.

Gostaria de deixar bem claro que esta escrita é de ficção e qualquer semelhança com a vida real É MERA COINCIDÊNCIA!

Em 1968, durante a ditadura militar, Pateta filiou-se ao Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema.

Já pensava em montar uma equipe de trabalho.

Pronto! A ideia estava criada e “cumpanheiros” existiam aos montões. Era só começar a escolha.

Pateta não era muito chegado à leitura e trabalho.

Mas como teve infância difícil sempre ensinava o Patetinha pescar! Tanto no “volume morto” da Cantareira quanto em águas profundas da camada de pré-sal!

Embora tenha relutado em filiar-se e candidatar-se, ao Sindicato de Metalúrgicos, pois à época tinha uma visão negativa do sindicato e seu grande hobby era jogar futebol, foi em frente.  O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (“Continue seguindo em frente”). Apesar de não ter qualquer vivência sindical, já era apontado como uma pessoa com espírito de liderança e com carisma. Convencido a integrar a chapa, sob a influência de seu irmão, Patetópólis da Silva – conhecido como Frei Patéchico, militante do Partido Comunista Penúria e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul Pateta foi eleito, em 1969, para a diretoria do sindicato dos metalúrgicos da cidade, dentre os suplentes, continuando a exercer suas atividades de operário.

Após várias tentativas, em 27 de outubro de 2002, o Pateta foi eleito presidente da Penúria (País fictício situado na América Latrina). No seu discurso de diplomação, Pateta afirmou: “E eu, que durante tantas vezes fui acusado de não ter um diploma superior, ganho o meu primeiro diploma, o diploma de presidente da República do meu país”.

Embora o Patetinha não existisse ainda, Pateta conheceu Maga Patalógica.

Que já tinha os olhos voltados para enfiar a mão na “grana” do Tio Patinhas.

Maga Patalógica possuía uma “folha corrida” digna dos Irmãos Metralhas!

Em 1967 foi militante da Política Operária (POLOP) nas Minas Gerais. Em 06/10/68 realizou assalto ao Banespa da Rua Iguatemi subtraindo a instituição em Ncr$ 80 mil. Dois meses após, em 11/12/68, assaltou a Casa de Armas Diana na Rua do Seminário, levando 48 armas. Após assaltar o 4º Regimento de Infantaria em Quitaúna – Osasco – SP, participou ainda de assaltos à casa de um governador e ao Banco Mercantil de São Paulo. Era a parceira ideal para dar continuidade aos Projetos de Poder do Pateta.

Já rico e poderoso Pateta mandou até sua cara metade, Clarabela, fazer plástica! Ela já sonhava em comprar uma fazenda para o Patetinha!

Patetinha estava com o futuro garantido.

Antes trabalhava como monitor do Parque Zoológico de São Paulo onde recebia no ano de 2002 um salário de R$ 600,00 por mês. Hoje é um dos maiores e mais ricos empresários da Penúria (País fictício situado na América Latrina) e até o final do ano de 2010 possuía, sem poder, inclusive passaporte diplomático. Dizem, também, que Patetinha é dono de um frigorífico, e que recebeu recentemente do governo Maga Patológica um empréstimo de 30 bilhões de reais. Segundo informações de um empresário de Porto Seguro, e que possui fazenda no Pará, Patetinha só compra boiadas acima de 50.000 cabeças, sendo o maior comprador de gado para abate do Estado.

A Mutação dos Neutrinos

A Mutação dos Neutrinos

Em uma tarde fria e chuvosa nas plagas do sul brasileiro, acendi a lareira e liguei a televisão.

 Estava passando o filme 2012.

2012 é um filme de catástrofe de 2009 dirigido por Roland Emmerich e estrelado por John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Oliver Platt, Danny Glover, Thandie Newton e Woody Harrelson.

O filme faz referências ao Maianismo, ao Calendário de Contagem Longa e ao fenômeno 2012 em um retrato de eventos cataclísmicos que se desenrola no ano de 2012.

 Na trama, devido a bombardeamentos de erupções solares, o núcleo da Terra começa a aquecer a um ritmo sem precedentes, provocando o deslocamento da crosta terrestre.

 Isso resulta em vários tipos de cenários apocalípticos, que vão desde a Califórnia caindo no Oceano Pacífico, a erupção do supervulcão de Yellowstone, grandes terremotos e vários mega tsunamis ao longo de toda a crosta na Terra, mergulhando o mundo em caos.

 A película centra-se em torno de um elenco de personagens e em como eles escaparem das catástrofes múltiplas em um esforço para atingir alguns navios construídos no Himalaia, junto com cientistas e governos do mundo todo que estão tentando salvar tantas vidas quanto podem antes das catástrofes decorrentes.

Envolto ao tema do filme, em clima frio e chuvoso, nos recentes acontecimentos mundiais onde o ser humano perde gradativamente o senso de equilíbrio, fui atraído para um quadro na parede da minha casa.

É a ilustração da capa desta lavra.

O triste olhar da retratada colhendo folhas, frutas ou sei lá o que, levou-me á uma viagem mental.

Criativo, nominei a tela de:

Colhendo as folhas de setembro!

Óleo sobre tela com espátula pintada por Suzanna Villela em 1975.

Uma infinidade de imagens tomou conta do meu cérebro.

Com tantas notícias mostrando a desordem existente, do micro ao macro, tive meus olhos lacrimejados e uma dor no âmago do meu ser quando deparei com a imagem triste divulgada nos quatro cantos do mundo.

As imagens de um menino sírio morto numa praia da Turquia viraram símbolo da crise migratória que já matou milhares de pessoas do Oriente Médio e da África que tentam chegar à Europa para escapar de guerras, de perseguições e da pobreza.

O mundo enfrenta a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, segundo organizações como a Anistia Internacional e a Comissão Europeia.

Mais de 350 mil imigrantes atravessaram o Mediterrâneo desde janeiro de 2015 e mais de 2.643 pessoas morreram.

Cá com meus “botões” fiquei amargando pensamentos e inquirindo sobre os acontecimentos.

A Mutação dos Neutrinos teria alguma coisa com isso tudo?

Partícula elementar da matéria, fantasma ou camaleão, o neutrino pode estar um milhão de vezes mais presente no universo do que cada um dos constituintes dos átomos, mas continua a ser incrivelmente difícil de detectar.

Pesquisando no Diário de Notícias CIÊNCIA encontrei:

O neutrino, que desde os anos 1960 intriga os físicos, é desprovido de carga eléctrica, o que lhe permite atravessar paredes.

 A cada segundo, 66 mil milhões das suas partículas fantasmagóricas atravessam o equivalente a uma unha humana.

 No entanto, um neutrino emitido pelo Sol tem apenas uma hipótese em cem milhões de chegar a Terra.

Emitidos pelas estrelas e pela atmosfera, os neutrinos podem ser criados pela radioatividade dita beta, como a das centrais nucleares. Será culpa da Mutação dos Neutrinos?

  Assim que um próton se transforma num nêutron (eletricamente neutro) ou um nêutron se transforma num próton, esta mutação sucede acompanhada pela emissão de um eléctron negativo ou positivo e de um neutrino (ou de um anti-neutrino).

O comportamento destas partículas imperceptíveis interessa muito aos cientistas, uma vez que permite explicar por que é que o mundo é majoritariamente constituído por matéria e não por anti-matéria, uma vez que as duas deveriam existir em quantidade equivalente depois do ‘Big Bang’.

A observação das “oscilações” de nêutrons, que por vezes se transformam com outras formas, é também um elemento fundamental para a Física.

 Isto porque, para oscilarem, estas partículas devem ter uma massa, o que foi cientificamente estabelecido em 1998, depois de 30 anos de investigação.

“A existência de um modelo que possa explicar por que é que o neutrino é tão pequeno, sem se desvanecer, terá profundas implicações na compreensão do nosso universo, de como ele era, como evoluiu e como eventualmente morrerá”, afirmou Antonio Freditado, físico do Instituto Italiano de Física Nuclear.

Céu e Terra

Céu e Terra

Assim é no cristianismo:

“Seja feita a Vossa vontade, assim na Terra como no Céu”!

Assim é no judaísmo:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, hamôtsi lêchem min haárets.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que faz sair pão da terra.

William Shakespeare foi um poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo.

Também citou os mistérios entre o Céu e a Terra!

A frase “Não tanto ao céu, nem tanto a terra” remete-nos ao ato sugestivo de não nos tornarmos extremistas.

Sem exageros, com equilíbrio.

Céu é substantivo masculino. Espaço onde se localizam e se movem os astros.

Parte desse espaço, visível pelo homem e limitada pelo horizonte; firmamento, abóbada celeste.

Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar.

É também o maior dos quatro planetas telúricos.

É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul.

Nesse ir e vir encontrei meu amigo e poeta acróstico Celso de Macedo Portugal.

Eu estava estancado na penumbra impeditiva de criar ao anunciar em uma rede social:

Preciso doadores de três órgãos para transplante imediato: hipófise, hipotálamo e pineal!

Pedi ao Celso:

Sintetize Céu e Terra!

Ele pensou um instante e mandou a síntese:

Cosmos…

Númeno!

Númeno ou noúmeno (do grego νοούμενoν) é um objeto ou evento postulado que é conhecido sem a ajuda dos sentidos. Na filosofia antiga, a esfera do Númeno é a realidade superior conhecida pela mente filosófica. Também pode ser entendido como a essência de algo, aquilo que faz algo ser o que é.

No entanto, este termo é mais bem conhecido da filosofia de Immanuel Kant.

No kantismo, o Númeno é o real tal como existe em si mesmo, de forma independente da perspectiva necessariamente parcial em que se dá todo o conhecimento humano; Coisa-em-si, nômeno, noúmeno (embora possa ser meramente pensado, por definição é um objeto incognoscível.)

Está ligado, em Kant, à expressão coisa em si, no original Ding an sich, embora a natureza desta relação tenha alguma controvérsia.

O termo é geralmente usado em contraste ou em relação com fenómeno, que em filosofia se refere que aparece aos sentidos, isto é, é um objeto dos sentidos.

Obs.: Por “perspectiva necessariamente parcial” devemos entender por aquilo que ocorre no tempo, portanto Númeno é um real que não depende do tempo para existir, e por isso o conceito de Númeno se opõe ao conceito de fenômeno (‘no kantismo’). Equivale ao real absoluto.

Etimologia: Advém do alemão Noumenon, plural noumena, palavra criada pelo filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), a partir do grego nooúmena usada por Platão ao falar da ideia, propriamente ‘aquilo que é pensado, pensamento’, neutro plural substantivado de nooúmenos, particípio presente passivo de noéó ‘pensar’

Pensei: Isso é metafísica pura!

Eu viajei entre o Céu e a Terra naquele ínfimo momento!

Em “Acróstico em Verso” do Celso de Macedo Portugal pude resgatar parte:

A dúvida

Diante da incerteza

Única da verdade

Vejo com clareza

Ilação e alacridade

Duvidar é cegueira

Ao descrer da realidade!

Os opostos Céu e Inferno lembraram-me da afirmação de alguns filósofos:

“O Inferno é aqui na Terra”!

Resgatei a banda Barão Vermelho:

Foi decretado

Estado de calamidade social

Agora já se paga os pecados

Com carnê mensal

O inferno é aqui

E não adianta, nem tentar fugir

O preço que se paga é alto

Para existir

Na rua

O povo todo traz na cara

A insatisfação

Já não sorriem

Tolos miseráveis

Filhos da nação

O último a sair

Que apague a luz

E desça da cruz

Com tempo pra fugir

Em direção a um futuro

Que não terá fim

Por outro lado, em contrapartida, encontrei o grande fotógrafo e ambientalista francês, Yann Arthus-Bertrand, que há mais de 20 anos viaja sobre os céus ao redor do mundo, capturando com seus clicks a beleza da Terra e sua fragilidade, em uma tentativa de protegê-la das destrutivas mãos dos homens.

E eu fico cá com meus desenhos entre o Céu e Terra!

…o Sol, girando na axial, escalava a montanha ou desabava rumo ao mar…

O Indefensável

O Indefensável

Transcrevo a tradução de um vídeo que recebi em uma rede social.

O mundo está contra o Islã?

Brigitte Gabriel é uma jornalista conservadora americana, conferencista política nascida em Marjayoun no Líbano e com dupla nacionalidade – Libanesa e Americana.

Leiam a resposta de Brigitte Gabriel a uma estudante Muçulmana em um painel no Congresso Norte-Americano para a Verdade:

Questiona a estudante Muçulmana:

Salaam aleikum! Paz á todos vocês!

Meu nome é Saba Ahmed!

Sou uma estudante de Direito da American University.

Estou aqui para fazer uma pergunta simples á vocês.

Sei que nós retratamos o Islã e todos os muçulmanos como maus, mas há 1,8 bilhão de muçulmanos seguidores do Islã, temos mais de oito milhões de muçulmanos neste país e eu não os vejo representados aqui.

Mas minha pergunta é:

Como podemos travar uma guerra ideológica com armas?

Como podemos terminar essa guerra?

A ideologia jihadista de que vocês falam é uma ideologia.

Como podemos vencer essa coisa se você não endereçá-la ideologicamente?

A resposta de Brigitte Gabriel veio de imediato e sem titubear:

Ótima pergunta!

Eu estou tão feliz que você está aqui e estou muito feliz que você levantou essa questão, pois nos dá a oportunidade para responder!

O que eu acho incrível é que, desde o início deste painel nós estamos aqui para tratar do ataque às nossas pessoas em Benghazi e nem uma pessoa mencionou “muçulmanos”, que estamos aqui contra o Islã ou que estamos lançando uma guerra contra muçulmanos!

Estamos aqui para discutir como quatro americanos morreram e o que o nosso governo está fazendo.

Não estamos aqui para falar mal de muçulmanos.

Você foi quem levantou a questão sobre muçulmanos, não nós!

Mas já que você levantou, permita-me elaborar minha resposta.

Há 1,2 bilhão de muçulmanos no mundo de hoje.

Claro que nem todos são radicais!

A maioria deles é de pessoas pacíficas.

Os radicais são estimados entre 15% a 25%, de acordo com todos os serviços de inteligência ao redor do mundo.

Restam 75% de pessoas pacíficas.

Mas quando você considera 15% a 25% da população muçulmana você está olhando para 180 milhões a 300 milhões de pessoas dedicadas à destruição da civilização ocidental.

São tão grandes quanto os Estados Unidos.

Então, por que deveríamos nos preocupar com os radicais – 15% a 25%?

Porque são os radicais que matam!

Porque são os radicais que decapitam e massacram!

Quando você olha através da história, quando você olha a todas as lições da história, a maioria dos alemães era pacífica.

Mesmo assim os nazistas conduziram a agenda.

E, como resultado, 60 milhões de pessoas morreram, 14 milhões em campos de concentração, seis milhões eram judeus.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para a Rússia, a maioria dos russos era pacífica também.

Mesmo assim os russos foram capazes de matar 20 milhões de pessoas.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para a China, por exemplo, a maioria dos chineses era pacífica, também!

Mesmo assim os chineses foram capazes de matar 70 milhões de pessoas.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para o Japão antes da Segunda Guerra Mundial, a maioria dos japoneses era pacífica, também!

Mesmo assim, o Japão foi capaz de abrir seu caminho como um açougueiro através do Sudeste Asiático matando doze milhões de pessoas, a maior parte delas com baionetas e pás.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Em 11 de setembro nos Estados Unidos, nós tínhamos 2,3 milhões de muçulmanos árabes vivendo nos Estados Unidos.

Bastaram 19 sequestradores, 19 radicais, para colocar a América de joelhos, destruir o World Trade Center, atacar o Pentágono e matar quase três mil americanos naquele dia.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Logo, por todos os nossos poderes da razão e nós falando sobre muçulmanos moderados pacíficos, estou feliz que você está aqui, mas onde estão os outros se manifestando?

Já que você é o único muçulmano representado aqui…

(Aplauso da plateia!).

Guardem os aplausos para o final.

Já que você é o único muçulmano representado aqui…

E já que você é a única muçulmana representada aqui, você aproveitou a oportunidade e, em vez de falar sobre por que nosso governo…

Eu estou assumindo…

 Você é americana?

Você é uma cidadã americana?

Então, como uma cidadã americana, você sentou neste recinto e, em vez de se levantar e perguntar algo sobre nossos quatro americanos que morreram e o que o nosso governo está fazendo para corrigir o problema, você se posicionou aí para defender a ideia de “muçulmanos moderados pacíficos”!

Eu queria que você trazido dez com você para perguntar como podemos fazer nosso governo responder por aquilo!

Está na hora de pegarmos o “politicamente correto” e jogá-lo no lixo!

Que é onde isso merece estar.

Porém, a tentativa de defender atos extremos existe tanto de um lado quanto do outro.

E a verdade, você sabe!

Algum inconformado que assina como Eduardo Hernandez Fortes imediatamente postou sua opinião em baixo do vídeo:

Achei uma merda de discurso.

 Eu sou ateu e como praxe, vivo dois pontos:

A dificuldade em aceitar os religiosos, e a dificuldade que tem os religiosos em aceitar o meu ponto de vista.

 Agora vai começar uma época discriminatória terrível para os muçulmanos, e esta senhora está colérica citando o nazismo e muitos outros massacres.

Ela, entretanto, esqueceu-se de mencionar que o tal povo americano jogou duas bombas nucleares contra cidades japonesas, devastando basicamente civis.

 Os cristãos foram responsáveis, por exemplo, somente por um período conhecido como Idade das Trevas.

 Enfim, a galera tá discutindo com ódio aos muçulmanos, e sequer sabe, por exemplo, o que significa o ramadã (período sagrado em que os muçulmanos jejuam em solidariedade às pessoas que passam fome no mundo).

 Ou sequer sabem o que significa islamismo (abandono às coisas materiais).

Agora o ser humano é assim e se esquece de uma coisa tão básica:

 “A exceção de uma guerra perdida, não existe nada mais triste que uma guerra ganha.”

Infelizmente somos isso:

 Guerra se combate com guerra, ódio com ódio, fúria com fúria…

 E assim caminha a humanidade.

Obs.: Fiz correções gramaticais e gráficas no texto do “mancebo” defensor “ateu” da causa.

Ateu?

Quem sabe um sonhador romântico?

Fiquei na minha aguardando outras manifestações mais inteligentes.

E veio em seguida.

Aline Villa Nova Bacurau respondeu:

 A meu ver, o único problema é que não existe conversa com esses radicais…

E a MAIORIA que não se julga radical se cala.

Onde estão os líderes repudiando os acontecidos?

 Qual seria a sugestão para acabar com essa barbárie?

Aline Villa Nova Bacurau continuou respondendo ao “ateu”:

Você se submeteria as leis do EI?

 Você ateu aceitaria isso ou a morte?

 Para eles VOCÊ é um pecador.

 Isso entre eles eu respeito, porque é cultura deles, mas bem longe de nós…

Meu amigo Rogerio Costa com o humor de sempre postou:

Tirando petistas, respeito qualquer um.

KKKK!

Outro amigo, Luciano Nader foi mais discursivo sobre a postagem do “ateu”:

Respeito seu ateísmo, mas não podemos compará-lo a intolerância religiosa.

Seria como fazer uma comparação entre Bíblia e Corão, relativizando as coisas em benefício do Islã.

Há passagens BÉLICAS no Livro judaico-cristão, sim, mas nem o cristianismo nem o judaísmo sustenta a ideia de uma guerra santa em nome de Javé.

Já o corão é usado por todo muçulmano, terrorista ou não, como argumento para atacar o ocidente, por diversos meios.

Portanto, seria eu dizer que ambos os livros podem ser desvirtuados e justificar a violência, não é uma linha lógica e historicamente defensável.

Se tivessem detido Hitler em 1936 ou 1938, possivelmente a guerra seria evitada, mas deixaram o cara crescer, sempre em nome da paz e dos “direitos” que os Aliados reconheciam nas ousadias dos nazistas.

 Deu no que deu.

 O Islamismo é a mesma coisa.

Muçulmano odeia cristão, ATEU, ou quem quer que seja que não concorde com sua religião medieval, violenta e implacável que busca destruir os infiéis, ou seja, todo mundo que NÃO SEJA MUÇULMANO, sim senhor!

Pois eu os considero inimigos e ponto final.

Não os quero como vizinhos, como amigos, como imigrantes.

Quero-os bem longe daqui, preferencialmente que se matem lá pelo oriente médio, ou África mesmo.

Podemos muito bem passar sem essa gente por perto.

Acha que isso é xenofobia?

 Entre no Youtube e vejam as barbaridades que esses fanáticos praticam na França, na Inglaterra, e depois me responda.

Imagine Eduardo, esses extremistas muçulmanos que possuem diversos “ódios” com relação à França, entre muitos: destacamos o grande liberalismo “imoral”, permissivismos diversos, cultos à orgia, e outros aspectos que os radicais extremistas simplesmente não toleram, em função da degradação moral e atentado aos princípios familiares muito considerados por esses extremistas,

E OS QUE JÁ VIVEM aqui no Brasil?

 São milhares de muçulmanos.

Quando essa comunidade apresentar alguma expressividade quantitativa será que tolerarão o “Bordel” a céu aberto que é este país?

Senão vejamos algumas coisas que atingirão frontalmente essa comunidade – Carnaval e suas Mulheres Nuas, Parada Gay, Marcha das Vadias, Bicicletada Sexy, Virada Pornográfica, Marcha da Maconha, Novelas e seus Exércitos de Gays, Funkeiras altamente sensuais, Peladões pelas ruas, Doutrinação do Gênero e Kits Gays em nossas escolas, enfim, e outras modalidades, infelizmente, imorais e altamente ofensivas e inaceitáveis aos Muçulmanos radicais.

Imagino que seja algo que teremos que começar a pensar imediatamente, um terrorista não manda avisos, A QUESTÃO MAIOR INDEPENDE de você ser ateu, eu católico, sicrano evangélico, beltrano judeu… Qualquer religião que não a deles, precisa ser eliminado…

E o vídeo do líder dos atentados puxando os corpos naquela 4X4 e dando risada?

Para não relatar toda a polêmica interminável de…

 O Indefensável…

Deixo uma mensagem cantada em prosa e verso!

Haverá um tempo em que ouviremos um chamado!

Quando o mundo deverá se juntar como um só!

Há pessoas morrendo!

E é tempo de emprestar uma mão para a vida!

Esse é o maior presente de todos!

Nós não podemos continuar fingindo todos os dias!

Que alguém, em algum lugar, irá em breve fazer a diferença!

Nós somos toda a parte da grande família de Deus!

E a verdade, você sabe!

Amor é tudo o que precisamos.

CHURRASCO NA LAJE

CHURRASCO NA LAJE

Jean-Jacques & Emeline Gauer com algum alemão ao lado falando com o cachorrinho abaixo à esquerda.

Proprietários do Scweizerhof Bern – GAUERGHOTEL, onde fiz minha exposição de desenhos como já divulguei em artigo anterior. Hoje eles aumentaram a rede hoteleira e investimentos.

Lausanne Palace & Spa

Situado no coração de Lausanne com vista para o lago de Genéve e para os Alpes.

O casal não deixou de ser meu MECENAS também, como citei no artigo “MECENATO”. Bancaram toda exposição e os nobres convites às personalidades como Roman Polanski e Elizabeth Taylor, hospedes tradicionais. Como retribuição e gentileza de minha parte, fiz o portrait da Emeline sem cobrar um tostão sequer… kkk

Emeline Gauer Bern 83 

Jean-Jacques gostava de contar piadas.

Eram sempre as mesmas.

-Marco, você conhece aquela do Belga que foi comprar carne? (Os franceses, suíços, italianos e, quem sabe, toda Europa estão para os belgas como o Brasil está para Portugal).

Os Belgas lá são os portugueses cá!

-Não Jean-Jacques, qual?

-O belga era sempre chacoteado pelos parisienses.

Com a devida fama de “sonsidade”.

 Cansado das chacotas foi passar um ano em Paris para se tornar um verdadeiro francês. Fez curso de dicção, mandou confeccionar terno com corte de alfaiate famoso, estudou gestual e passou a pensar (segundo ele) como um verdadeiro parisiense.

Quando foi comprar carne, entrou direto para o balcão de um estabelecimento comercial e pediu um quilo de carne.

Imediatamente o balconista olhou para ele e perguntou:

 “O senhor é belga né”?

O belga ficou estupefato e retrucou:

 Como assim?

Não estou falando como um verdadeiro francês?

Sim, respondeu o interlocutor.

Não estou vestido como um verdadeiro parisiense?

Sim respondeu o vendedor.

Então, como sabe que sou belga?

Meu caro senhor, com o devido respeito, aqui não é um açougue…

 É uma SAPATARIA! 

A outra é mais velha e manjada.

Para fazer amor, falamos em italiano.

 Para fazer negócios falamos em Inglês.

 Para sermos gentis falamos em francês e com nosso cachorro falamos em Alemão! Quáquáquá!

Quando me mudei para a periferia de Berna, Kirchlindach, uns 4 km do centro de Berna, passeava num bosque lindo a 18º negativos.

Parecia filme do Walt Disney.

Esquilos pulando de galho em galho e desprendendo flocos de neve que brilhavam como diamantes suspensórios aéreos.

 Que fique bem registrado:

 EU NÃO USAVA DROGAS.

Era o cenário de desenho animado.

 Carneirinhos deixando a grama bem podada!

Kirchlindach

Nos finais de semana, como ninguém é de ferro, ia até Gstaad raspar a bunda na neve como exímio esquiador.

Dois metros e meio era o percurso máximo que eu conseguia ficar em pé. Ficava hospedado num chalé de uma amiga vizinha do Ivo Pitangui.

Chalés onde os vinhos eram colocados no lado de fora das janelas para ficarem na temperatura ambiente. Casinha do Pitangui na 1ª foto.

Como a gente precisava comer, fui ao alto da estação de inverno fingindo que era um vero italiano.

Manja! Manja que te fa benne!

Depois de estar quase ambientado no pequeno país, fui descobrir um pouco do patrimônio histórico.

A rua abaixo, fotografada do alto da catedral de Berna, foi morada do endoidecido Albert Einstein.

O Jogo de telhados agasalhou a teoria da relatividade.

Foto – Marco Alzamora

Albert Einstein, cidadão suíço.

Albert Einstein, que deu nova perspectiva filosófica e científica ao mundo, viveu vários anos na Suíça.

A casa em Berna, onde elaborou a famosa teoria da relatividade, tornou-se um museu muito visitado.

O museu fica na Kramgasse, n° 49, em pleno centro de Berna, na casa onde o cientista viveu 7 anos.

Esses anos berneses foram dos mais fecundos na vida do cientista. Não é por acaso que a teoria da relatividade nasceu na capital suíça.

“Como foi bonito, meu período em Berna”, escreverá um dia o Prêmio Nobel em suas memórias, quando já se tornara uma espécie de símbolo universal da aspiração do homem ao conhecimento.

Parece que Einstein gostava muito dessa cidade tranquila, das longas arcadas sob as quais passeava, com chinelos verdes, perdido em cogitações.

Fonte: swissinfo, R. Rossello/O.Panchaud (Tradução de J.Gabriel Barbosa).

Indo de um lado para o outro, a caminho de Liechtenstein, fiquei uma semana numa fazenda em Lucerna, precisamente em Ruswil, onde em troca de hospedagem e tortas schartswald (floresta negra), feitas com chocolates nacionais, eu pintei um mural na parede que separava o estacionamento do casarão e o chiqueiro.

 Chiqueiro com assepsia. Tudo em aço inoxidável e brilhando de tão limpo.

Painel em Hüswil – Zell – Schweizerland – Marco Alzamora

Após ter visto muita Ferrari e Rolls-Royce no Principado de Liechtenstein:

Fui passear pelas rodovias vicinais degustando o cardápio regional e assistindo aos passeios do Clube do Rolls-Royce formado por cidadãos da classe média proprietários dos mais variados modelos e anos de fabricação.

É mais ou menos como o Club dos Opalas em Astorga, no interior do Paraná!

Paisagem vista da estradinha onde os Rolls-Royce desfilam.

Fotos Marco Alzamora

Aqui ficou clara a observação que o mundo todo faz:

“Os suíços varrem a paisagem”!

Ao lado da casa maior, é habito e costume, se construir uma casinha menor que se chama stöckli, para acomodar os filhos quando se casam.

Eles ficam por um tempo morando ali.

Cada um com seus “pobrema” né?

Quando eu falava que estava morando na Suíça, os italianos diziam que eu era velho e acomodado.

 Que país sem graça e sem sal!

Tudo é muito certinho e o ônibus para no ponto às 11h22min: 33seg e milésimos escambau!

Aí, “piquei a mula” da Suíça e fui jogar francos suíços na Fontana.

A esperança era a de conseguir todos os meus desideratos.

Da Itália fui para a Grécia e da Grécia para o então recentemente institucionalizado o novo Estado do Tocantins.

Antropologia perde! Lá, no norte velho de Goiás, passei a “grunhir”:

Fui fazer churrasco e uma gambira de baixo dum pé de manguba!

Mas isso é papo para outra hora.

Enchi de moedinhas o meu bolso e de esperanças…

 Minha cabeça!

De tanto me perguntarem se eu não havia feito o auto-retrato, esculhambei com a essência d’alma homenageando os meus pares:

Então, antes de retratar-me…

Fui fazer política, pintei minha cara…

E fui comer CHURRASCO NA LAJE!

Os Gatos e… As Tribos de Israel

Os Gatos e… As Tribos de Israel

Assim começou minha jornada pela Terra Santa!

Realizando o sonho da minha mulher em estar mais próxima dos netos sabras, começou a grande maratona!

Com o calor infernal do verão, fomos mudando de casa em casa até conseguirmos um apartamento mais definitivo para alugar.

Lembrei-me do meu avô José Alzamora quando dizia “Isto é uma Massada”, referindo-se a uma caminhada cansativa.

Massada, que, provavelmente, significa “lugar seguro” ou “fortaleza”, é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto.

 O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado.

Imagino que a expressão fosse usada pela dificuldade do acesso até lá.

Penso que a minha decisão em mudar radicalmente o “rumo da prosa” ou “zona de conforto”, objeto de assumir essa empreitada, foi uma grande expectativa de encontrar “lugar seguro” ou “fortaleza”!

Assim seja!

Que a “paz profunda” esteja confirmando o Salmo 32:8:

Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos”.

Embora não seja judeu de nascimento, minha alma é judaica.

Invoco a famosa frase na língua alemã:

“Alles zu seiner zeit”!

“Tudo ao seu tempo”!

Tenho que ter paciência para continuar essa grande jornada.

Entre um lindo por do sol e o nascer de uma esplendorosa lua, minha cabeça gira em infinitos megabytes!

Conseguimos um bom apartamento perto da praia de Rishon Lezion ao sul de Tel Aviv.

Como a maioria das edificações, são péssimas as instalações hidráulicas e elétricas.

Não existe mão de obra boa por estas bandas.

Não há manutenção em quase tudo.

Cheguei a pensar:

“É o fim da picada”!

Mudar de casa na mesma cidade já é cansativo. Mudar de um país para outro… Imaginem!

Embora tivéssemos a ajuda de muitos amigos na Terra Santa e muito bem atendidos pelos serviços públicos, nossa ansiedade e angústia não se acalmam.

Vale o sorriso de alegria da minha mulher quando está perto dos netos.

Vale ver o por do sol na praia.

Foto tirada pela minha mulher em um mágico final de tarde em Rishon Lezion!

Vale estar em um país onde se pode deixar a bolsa em qualquer lugar e não ser furtada.

Ok! Vamos discorrer sobre Os Gatos e… As Tribos de Israel.

Praticando uma das matérias que estudei na Faculdade de Arquitetura, mergulhei na fascinante cadeira acadêmica Semiótica Arquitetônica.

Busquei também outra extensão cultural para completar a observação, Sociologia Urbana.

A frase “Quem não tem cão caça com gato” não se aplica na maioria dos Distritos de Israel.

Grande parte dos habitantes possui um cão.

Os gatos estão por toda a parte… Até descansando em um colchão.

Em polêmica questão de castrar os felinos vadios onde, nos últimos anos, mais de 100 mil foram castrados e esterilizados pelas autoridades, está longe de ser uma praga comparável às que se abateram sobre o Egito quando Ramsés se recusou a ouvir Moisés.

Porém, quando o sol se põe, a sinfonia nas ruas da Terra Santa soma-se ao bater das mesas e o barulho dos talheres para o jantar.

Os sons se completam com as canções judaicas e do topo do minarete o muezim (encarregado de anunciar em voz alta) chama os muçulmanos para oração.

Enfim, os gatos, segundo a tradição local, foram trazidos pelos britânicos para pôr fim a uma praga mais próxima das do Antigo Testamento: ratos.

Hoje é difícil avistar um nestas ruas da Terra Santa.

Vamos ás Tribos de Israel!

Sentados numa famosa esquina próxima a prefeitura de Tel Aviv, frente à praça onde foi assassinado Yitzhak Rabin, começamos a reparar os diversos tipos humanos que vagueavam pelas calçadas e ruas.

Todas as Tribos de Israel estavam ali representadas.

Só pra lembrar:

Tribo de Israel (do hebraico שבטי ישראל) é o nome dado às unidades tribais patriarcais do antigo povo de Israel e que de acordo com a tradição judaica teriam se originado dos doze filhos de Yaacov (Jacó), neto de Abraham (Abraão).

O sentido de tribo, na Torá, não se refere ao sentido comum de tribo de povos primitivos ou pré-modernos, como as antigas tribos africanas ou as antigas tribos ameríndias, mas sim ao sentido de clã familiar, que é uma forma de organização que vigorou e vigora, sobretudo na Europa Ocidental. As doze tribos teriam o nome de dez filhos de Jacó.

As outras duas tribos restantes receberam os nomes dos filhos de Yossef (José), abençoados por Jacó como seus próprios filhos.

Os nomes das tribos são: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, Benjamim, Manassés e Efraim.

Apesar desta suposta irmandade as tribos não teriam sido sempre aliadas, o que ficaria manifesto na cisão do reino após a morte do rei Salomão.

Com a extinção do Reino de Israel ao norte, as dez tribos desapareceriam exiladas por Sancheriv rei Assirio.

As outras tribos restantes (Judá, Benjamim e Levi) constituiriam o que hoje se chama de judeus e serviria de base para sua divisão comunitária (Yisrael, Levi e Cohen).

As “Doze Tribos”, levando em consideração que os filhos de José (Manassés e Efraim), que foram considerados parte das tribos de Israel ficando no lugar de Levi e José na posse de terras, por seu avô Jacó, considerá-los como seus próprios filhos, formando assim, as doze tribos de Israel.

Wikipédia.

Em Israel cada um se veste como quer sem dar a menor importância pela opinião dos outros.

Não importa se jovem ou idoso.

Tem de tudo.

As bicicletas motorizadas e outros equipamentos de movimentação motora circulam nas calçadas e ruas de toda Tel Aviv.

Tem senhora idosa com cabelo vermelho, azul e verde.

Tem meninas e meninos com tatuagens e piercing no nariz e em todas as partes do corpo.

Uns andam descalços e outros com botas em pleno verão.

São tribos que escolhem seus estilos!

Tem gente muito esquisita nessa praça! Hehehe!

Olha a cabeleira da Zezé ao fundo!

É muito divertido estudar antropologia com aulas presenciais na urbe prometida pelos antigos sábios do Sion!

Na parte religiosa também se observa divisões de indumentária e postura como hábitos tribais.