O Travo e a Trova

O Travo e a Trova

O Travo brigou com a Prosa
Adverso
Travou
O Verso

Há dias o nascedouro de ideias está seco! Poderia titular o texto como: “Deu um Branco”! Muito comum e sem Criatividade! Mesmo que a aquarela da capa induza á caixas cranianas esbranquiçadas… Existe um momento em que o sangue recomeça a correr nas têmporas! Destravar a mente, nem que seja como um parto a fórceps ou por vácuo extrator (ventosa) é mais fácil que pegar galinha pela orelha! O medo de se expor aumenta. Além disso, sempre me lembro de “O Filho DO HIPNOTIZADOR e outras histórias de estranhas pessoas” de Dennis D:

“Escrever é revelar-se. Por isso, talvez, já disseram que toda escritura – como ofício ou como arte – é apenas uma das muitas faces do exibicionismo humano.”

“Acreditem, mostrar a bunda na janela pode ser menos constrangedor do que expor, em letras, as entranhas da própria sensibilidade”.

Pablo Neruda diz que “Escrever é fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca ideias”.

Será? Mesmo o meio sendo uma “merda”?

“A verdade é que não há verdade.”

Pablo Neruda

Por isso e por todo o risco que corro agora, escrevendo, invoco o mestre que diz:

“A timidez é uma condição alheia ao coração, uma categoria, uma dimensão que desemboca na solidão”.

Pablo Neruda

Estamos vivendo um momento mundial carregado de intempéries e incongruências. Os meios de comunicação nos “metralham” com todo tipo de disritmias entre os povos e entre as nações! Há desgaste cultural em civilizações milenares! Um esvaziamento da massa encefálica dos indivíduos e do consciente coletivo torna a superficialidade fator dominante, favorecendo ao tal do “branco da mente”.

O Travo brigou com a Prosa

Prosa é o nome que se dá à forma de um texto escrito em parágrafos. O termo deriva do latim prosa, que significa discurso direto, livre, em linha reta. Trata-se da expressão do “não eu” (ou do objeto), por meio de metáforas univalentes.

Aristóteles já observava, em sua “Poética”, que nem todo texto escrito em verso é “poesia”, pois na época era comum se usar os versos até em textos de natureza científica ou filosófica, que nada tinham a ver com poesia. Da mesma forma, nem tudo que é escrito em forma de prosa tem conteúdo de prosa.

Mudando o rumo dessa Prosa, na ansiosa tentativa de punir o Travo, com o sangue já circulando nas têmporas, vamos falar de Arte!

Arte geralmente é entendida como a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada a partir da percepção, das emoções e das ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias da consciência e dando um significado único e diferente para cada obra. A arte se vale para isso de uma grande variedade de meios e materiais, como a arquitetura, a escultura, a pintura, a escrita, a música, a dança, a fotografia, o teatro e o cinema.

Quem sabe se pelo fato de encontrar-me em algumas dessas variadas formas de expressão, tenha que pagar o “preço” do desgaste de criar, com o famoso “branco”?

Quantas “calorias mentais” são gastas para colorir um desenho?

Seria melhor fazer uma Trova?

Ato de falar e tentar convencer a outra pessoa da sua ideia. Falar “abobrinhas” e fazer com que a pessoa acredite. Pode-se também dizer que seria como um “xaveco”. Trovadores são pessoas que te convencem a algo somente com a fala? Com a escrita é Poeta?

A Criatividade é assunto de reflexão de alguns cientistas e escritores como Vygotsky, Dostoievski, Damásio, Leo Szilard e Jonas Salk.

Em sua obra “Criação e imaginação”, Vygotsky afirma que é a atividade criadora que faz do homem um ser que se volta para o futuro, erigindo-o e modificando o seu presente.

Para esse psicólogo e educador, a criação é a condição necessária da existência e tudo que ultrapassa os limites da rotina deve sua origem ao processo de criação do homem e que a obra de arte reúne emoções contraditórias, provoca um sentimento estético, tornando-se uma técnica social do sentimento.

Para Dostoievski a necessidade de criar nem sempre coincide com as possibilidades de criação e disso surge um sentimento penoso de que a idéia não foi para a palavra.

Antonio Damásio, em seu livro “O Erro de Descartes” diz que criar consiste não em fazer combinações inúteis, mas em efetuar aquelas que são úteis e constituem apenas uma pequena minoria.

Para esse neurocientista, inventar é discernir, escolher. Aponta idéias idênticas às suas quando ele apresenta, em seu livro, afirmações feitas por Leo Szilard e Jonas Salk. Szilard: “O cientista criador tem muito em comum com o artista e o poeta”.

O pensamento lógico e a capacidade analítica são atributos necessários a um cientista, mas estão longe de ser suficientes para o trabalho criativo.

“Aqueles palpites na ciência que conduziram a grandes avanços tecnológicos não foram logicamente derivados de conhecimento preexistente: os processos criativos em que se baseia o progresso da ciência atuam no nível do subconsciente”.

Jonas Salk defende que a criatividade assenta numa “fusão da intuição e da razão”.

Criatividade é, portanto, para mim, a capacidade humana de escolher algumas dentre as várias possibilidades preexistentes e mesclá-las, criando algo inusitado.

Google – Imagem

Esse personagem da foto acima comeu bastante maracujá… Ficou calminho… Calminho!

Como era dado a projeções de vidências avançadas, se irritou tanto que criou a Teoria da Relatividade.

E o ano novo começou! O litoral descongestionou. A megalópole se entupiu outra vez. O trânsito voltou a sangrar. Deveriam distribuir suco de maracujá para os motoristas… Se os peixinhos não tiverem comido todos lá no mar do sul.

No resto do Brasil… Varonil… O Travo e a Trova!

As Trevas! Alfafas… E… As Favas!

Google – Imagem

Sem comentário… E agora José?

Vai de ônibus ou vai a pé?

Mamãe Eu Quero / Tico Tico No Fubá / Aquarela do Brasil.

O Clips da Lua

O Clips da Lua

Há algum tempo tenho ido a um bar em Curitiba.

Ali encontro figuras animadas e com riquíssimas memórias das várias características da urbe, capital paranaense.

Cada mancebo frequentador tem uma infinidade de histórias e estórias fabulosas.

Bar é descontração onde se ri muito e desopila-se o fígado!

Até dá pra tomar mais uma com moderação!

Existe apenas um garçom que atende por “Alemão”.

Nem é preciso dizer que é um “negão” simpático e cheio de sacadas bem humoradas… Além das “pegadinhas” que prepara todos os dias para “sacanear” os novos frequentadores.

Muitas vezes pega até mesmo os frequentadores mais antigos por causa da memória de alguns mais idosos!

Todos se divertem muito!

O alemão é uma figura que circula ouvindo tudo que falam nas mesas disformes do “boteco” e é invólucro da liberdade do pensar.

Ele pediu que fosse postada uma foto onde aparecesse o fundo de opções das bebidas do Stuart.

Vá lá então:

Tem “pinga” e adstringentes pra dar de pau!

O responsável pelo meu reencontro com esse lugar de magias no centro de Curitiba foi o amigo Antonio Carlos Coelho.

Eu e o Coelho por ocasião de um almoço no restaurante e bar Texas Grill.

Andando pela região central mais miscigenada da cidade, encontramos todos os tipos de gente.

Pobres e ricos!

Pedintes e doadores!

Até uma Fontana existe naquela praça.

Fui apresentado ao José Trindade… Ou apenas Zezinho!

Outras alcunhas também o identificam, como Sereno por exemplo.

Passeando e proseando eu fui ciceroneado pelo mito Zé Trindade.

Abaixo, na foto, Jorge e Zé Trindade no primeiro plano.

No trio do segundo plano nós vemos o Ernani, o Coelho e eu em pé.

A foto foi tirada pelo Nelson Ferri, proprietário do Bar Stuart.

Que turma boa!

Voltando ao “papo” do alemão, quando passa alguma moça mais ousada no vestir, ele sempre faz um som para chamar a atenção dos mancebos frequentadores do bar:

Sucessss! Sucessss!

Todos voltam os olhares para a calçada!

Um dia eu perguntei se ele estava triste ou cansado.

Sua fisionomia era de pensativo e observador.

Ele respondeu:

Ontem eu espetei 60 quilos de carne!

Perguntei:

Onde foi o churrasco?

A resposta veio imediata:

Que churrasco cara?

Minha mulher pesa 60 quilos!

Hehehe!

Pegadinhas constantes na postura de um bom garçom que sabe fazer rir os clientes.

Afinal, rir é o melhor remédio.

Assim o tempo passa e a descontração faz do lugar um grande laboratório de psicanálise.

Outro dia cheguei ao bar e logo o alemão me perguntou se eu tinha visto o eclipse da lua ontem!
Perguntei:

 Pô alemão!

 Tá de sacanagem comigo?
Em um segundo veio à prova!
O alemão do bar do Stuart trouxe O Clips da Lua!

Daí…

Fica um velho provérbio escocês:

Nunca confie num homem que não bebe!

A Luz Maior

A Luz Maior

A Abóbada Celeste

Fui acender a luz do andar de cima e percebi que a luz maior já estava acesa!

Após uma semana de destemperos e desencontros com contas á pagar, objetos e utensílios de usos diários quebrando ou não funcionando de uma hora para outra, enfim, nada andando fluidicamente como todos nós desejamos em nossa caminhada de vida, encontrei uma luz no céu do entardecer.

Havia acabado a Páscoa cristã e nós já tínhamos completados os dois dias de Pessach na casa da minha cunhada.

Para quem não sabe, Pessach (do hebraico פסח, ou passagem) é a “Páscoa judaica”, também conhecida como “Festa da Libertação”, e celebra a libertação dos hebreus da escravidão no Egito.

Subi os dezoito degraus da escada que leva ao andar superior da minha casa.

O objetivo era somente mover um interruptor de luz elétrica. Em cada degrau dessa escada, fui imaginando minha escalada na mística maçonaria. Escada de Jacó!

Quando me deparei com a janela do escritório em semiarco, enxerguei as mágicas cores do Universo iluminando algumas nuvens.

Projetei-me na Abóbada Celeste!

Assim criei a capa desta escrita.

Além disso, com minha alma judaica, observei que a Cabala ensina sobre o número 18 corresponder ao poder de vontade na alma. Os preceitos da Torá são a vontade de D’us.

Quando a pessoa cumpre um mandamento, dá a D’us, por assim dizer, “prazer”, pois cumpriu a vontade divina. Vontade corresponde a Arich, que também é Arichut Yamim, uma vida longa.

Isto, é claro, corresponde ao “Chai”, 18. A longa vida mencionada aqui é pelo mérito dos preceitos que a pessoa cumpre.

Pois bem, a passagem pela transição de um grande amigo também “pesou” nas disritmias da semana que se findava.

Imaginei que ele tenha encontrado a Luz Maior!

Tudo convergia para aguçar os sentimentos.

Dá matéria… Um mergulho vertiginoso ao espírito!

Meu amigo Guga foi ver a Luz Maior! Bom fotógrafo sabia distinguir os efeitos da luz e sombra!

Gustavo de Almeida Rayel Junior e seu progenitor!

Os quadros, ao fundo, eu havia pintado no sublime encontro da foto e deixo aqui registrado, à cores, para homenagear essa duas almas lindas.

Não por acaso, outro amigo acabara de ir buscar a Luz Maior! Ambos eram exímios fotógrafos.

Ivan Rodrigue! R.I.P.

Se já conhecia o segredo da luz e sombra… Agora leva mais brilho ás nuvens que fotografei da minha janela!

Há alguns anos passados, eu estava afastado das artes plásticas e pedi um projetor emprestado. Fui parar no estúdio do Guga e do Ivan. Ali esbocei os retratos dos meus grandes amores. Minha mulher e minha filha.

Viajando no tempo e no espaço, quase me esqueci de acender a luz do escritório. A Luz Maior enlevou-me aos píncaros do sublime. Meus amigos são mortos.

Mas eles eram muito jovens ainda!

Porque isso acontece?

Bom, meus amigos conheceram o que escreveu Alphonse Louis Constant, que utilizava o pseudônimo “Eliphas Levi,” para publicação dos seus livros, com o objetivo de usar a origem hebraica associando-o, dessa forma, mais facilmente a outros cabalistas famosos.

Já com o interruptor da luz do meu escritório ligado, continuei apreciando a natureza lá fora.

As cores iam mudando em frações de segundos! Entrou, sem pedir licença em minha mente, tal de Baruch Espinoza! Foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu em Amsterdã, nos Países Baixos, no seio de uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

A sua família fugiu da Inquisição de Portugal. Foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de judeus como Maimônides, Ben Gherson, Ibn Ezra, Hasdai Crescas, Ibn Gabirol, Moisés de Córdoba e outros. Também se dedicou ao estudo de Sócrates, Platão, Aristóteles, Demócrito, Epicuro, Lucrécio e de Giordano Bruno.

Ganhou fama pelas suas posições opostas à superstição: “Deus sive Natura”!

O homem não nasce livre, mas torna-se livre, ou liberta-se, e ainda devido ao fato da sua ética ter sido escrita sob a forma de postulado e definições, como se fosse um tratado de geometria.

Dia 05/10/2015 fez um ano do passamento pela transição de um representante do bom judiciário!
Quando nascemos, choramos para insuflar a primeira baforada de ar da vida.
Pneuma.
“Sopro da Vida”.
Espírito.
Alma.
Enquanto o novo rebento chora com expressão de dor, os entes envoltórios queridos choram de alegria.
Nascer!
Viver!
Morrer!
Existe “choro” para todo tipo de situação.
Já chorei de tristeza, de alegria, de raiva, de agonia, quando alguém nasceu e quando alguém morreu.
Chorei na maternidade, no cemitério, na formatura, no casamento, em frente à televisão, escutando o rádio do carro, sozinho e, até, sonhando!
Existem lágrimas até quando se chora sonhando…
É só sentir a fronha do travesseiro molhada para constatar essa verdade.
É muito estranha a sensação de perder um pai!
Só perdendo para se saber o vácuo deixado no Ar que se respira…
Na Água que se navega…
No Fogo que se queima…
Na Terra que se emerge o corpo!
Ciclo da Vida!
Ir e Vir!
Reencarnação!
Repouse em Paz meu Pai!

Pintei a face e colori minha alma! Na Abóbada Celeste encontrei a Luz Maior!

Ontem ainda

Eu tinha vinte anos

Acariciava o tempo

E brincava de viver

Como se brinca de namorar

E vivia a noite

Sem considerar meus dias

Que escorriam no tempo

Fiz tantos projetos

Que ficaram no ar

Alimentei tantas esperanças

Que bateram asas

Que permaneço perdido

Sem saber aonde ir

Os olhos procurando o Céu

Mas, o coração posto na Terra!

Charles Aznavour

A Aliança

A Aliança

Se nos reportarmos aos tempos da Arca Sagrada, segundo o livro do Êxodo, onde a montagem da arca foi orientada por Moisés, que por instruções divinas indicou seu tamanho e forma, A Aliança é tida como forma sublime. Na arca foram guardadas as duas tábuas da lei, a vara de Aarão, e um vaso do maná. Estas três coisas representavam A Aliança de Deus com o povo de Israel.

Para judeus e prosélitos a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.

A Arca da Aliança (hebraico: ארון הברית aróhn hab·beríth; grego: ki·bo·tós tes di·a·thé·kes) é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados teriam sido guardadas, como também veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido.

Foi utilizada pelos hebreus até seu desaparecimento, que segundo especulações, ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor.

Segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la.

Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Aliança, como anel, é o símbolo utilizado para constatar uma união afetiva. Como um acordo é o pacto entre duas ou mais partes objetivando a realização de fins comuns.

Em arquitetura há quem diga que as linhas curvas são mais românticas.

Gizele Menezes Arquitetura e Urbanismo – Juazeiro do Norte, CE.

A ideia da arquiteta parece-me que vem daí…

Imagem – Google.

Na geometria euclidiana, uma circunferência é o lugar geométrico dos pontos de um plano que equidistam de um ponto fixo. O ponto fixo é o centro e a equidistância o raio da circunferência.

Em meu desenho os “elos” são almas que vagam em curva pelo universo!

A Aliança na filosofia chinesa é muito interessante. Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos. O dedo médio representa a você mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Junte suas mãos palma com palma e una os dedos médios de forma que fiquem apontando para você…

Nessa posição, você consegue separar os polegares.

Eles se abrirão com facilidade, pois os seus pais não estão destinados a viver com você pelo resto de sua vida. Os indicadores também podem se abrir, pois seus irmãos construirão uma vida separada de você. Assim que formarem suas próprias famílias. Os dedos mínimos, que representam seus filhos, também se separam com facilidade, já que seus filhos irão crescer e se casar. Finalmente, tente separar os dedos anulares, o dedo da aliança e do anel de noivado, que representam seu cônjuge. Você ficará surpreso, pois perceberá que você simplesmente não poderá separá-los, porque o casal é destinado a estar um ao lado do outro pelo resto de suas vidas. Assim, usamos alianças e anéis de noivado no dedo anular, pois representam uma união duradoura e inquebrável.

O Senhor dos Anéis

A história narra o conflito contra o mal que se alastra pela Terra-média, através da luta de várias raças – Humana, Anã, Elfos, Ents e Hobbits – contra Orcs, para evitar que o “Anel do Poder” volte às mãos de seu criador Sauron, o Senhor do Escuro. Wikipédia.

E assim por diante, observamos a “força” que estes objetos redondos possuem em seus simbolismos.

Argolas, anéis, elos… O poder da Aliança!

Porém… Assim como Uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco!

A Aliança só será poderosa… Se houver AMOR!

Para tanto, desde a minha tenra pré-adolescência, muito me emocionou o drama épico, da guerra e romance de Boris Pasternak.

Doutor Jivago!

As gerações mais recentes não tiveram a oportunidade de ver e sentir o sublime enlace entre o casal Yuri Jivago e Lara Antipova. De Romeu e Julieta todos ouviram falar. Foi outra prova de grande amor.

A Revolução Russa de 1917 serve de cenário para a história de amor entre Yuri Jivago, um jovem médico aristocrata e Lara Antipova, uma enfermeira plebeia.

Lara é filha de uma costureira russa que, viúva, apenas consegue sustentar a casa em que ambas moram graças ao dinheiro que lhe é dado periodicamente por Victor Komarovsky, um importante e inescrupuloso expoente da sociedade local.

Com o fim da Guerra, Jivago e Lara voltam para suas famílias e perdem o contato. Ao voltar para casa, Jivago se depara com a decadência da alta sociedade russa e decide fugir para o interior com sua esposa, filho e sogra. Wikipédia.

É dessa Aliança que me refiro.

A Aliança só será poderosa… Se houver AMOR!

Mas Romeu e Julieta ficaram imbatíveis no decorrer das histórias de amor. Eu tinha 17 anos. Foi em 1968 quando assisti Romeu e Julieta. A música do filme era “A time for us Romeo and Juliet 1968”. Meus cabelos eram cacheados e todos os garotos queria ter a cara do Romeu. Aprendi que colocar uma meia de mulher, cortada, na cabeça deixava o cabelo liso. Chamavam de “fazer toca”. Cortei a “juba” no modelo do artista que fazia o Romeu no filme. Ali A Aliança não era só a argola de colocar no dedo. Essa Aliança era de um pacto de vida ou morte. O amor infinito compactuado era muito mais que um anel utilizado para constatar uma união afetiva. Assisti inúmeras vezes… Perdi a conta de quantas vezes.

“Romeu e Julieta”. História trágica escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre os mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.

Assim… O pacto foi A Aliança… ETERNA!

Escravo da Alegria…

Já tive a oportunidade de ser apresentado muitas vezes por proeminentes figuras. Quando, recém-formado e me transferindo para a Bahia, em busca de trabalho, fui agraciado com um bilhete de apresentação feito pelo então já famoso prefeito de Curitiba. Era, inicialmente, endereçado para o “Toninho Malvadeza”, Antonio Carlos Magalhães, governador daquele Estado.

Por motivos de não comprometimento político… Não foi endereçado para a “Malvadeza”…

Citado por um dos mais competentes jornalistas paranaenses, eu fico com ele nessa história:

Patrimônio propõe presença na futura Constituição estadual

Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 13 de outubro de 1988

Resultado de pelo menos seis meses de trabalho e com consultas técnicas junto aos municípios, proposta de texto de lei relacionado ao patrimônio cultural está sendo encaminhada aos parlamentares paranaenses para aproveitamento na Constituição Estadual, na iminência de ser elaborada. A sugestão, que parte da Coordenadoria do Patrimônio Cultural da Secretaria da Cultura, está fundamentada na Carta Magna recém-promulgada e tem o propósito de ser mais dinâmica e objetiva que a legislação em vigor, que data de 1953. Marco Antônio Alzamora Gonçalves, coordenador de patrimônio da SEEC e que preside a equipe interdisciplinar que preparou a nova redação à lei do patrimônio, justifica o estudo como forma de aprimorar o próprio trabalho da Coordenadoria, que esbarra num texto que se deteriorou ao longo de 25 anos. O técnico da Secretaria da Cultura lembra que a Lei nº 1.211 refere-se ao patrimônio histórico, artístico e natural, omitindo outras manifestações culturais.

Na Bahia, optei por Carlos Bastos ao invés de Jorge Amado. Pois se tratava de artes plásticas e não de literatura.

Da Editora Resson, “O Filho DO HIPNOTIZADOR e outras histórias de estranhas pessoas” do ainda não conhecido meu Dennis D:

“Escrever é revelar-se”. “Por isso, talvez, já disseram que toda escritura – como ofício ou como arte – é apenas uma das muitas faces do exibicionismo humano.”

“Acreditem, mostrar a bunda na janela pode ser menos constrangedor do que expor, em letras, as entranhas da própria sensibilidade”.

Aqui estou eu novamente expondo sentimentos… Sem bunda na janela!

Na vida ou se perde ou se ganha. Se empatar vai para os pênaltis e após, persistindo o empate, é cara ou coroa em moedinha de um centavo!

Desempregado, procurei alguns amigos influentes para ajudar-me na empreitada da consecução de boa colocação em uma grande empresa.

Alguns se negaram! Outros fingiram que não era com eles. Apareceu uma santa alma que resolveu me ajudar na busca de um espaço de trabalho. Redigiu a carta de apresentação abaixo:

Ilmo. Senhor,

Dr. FULANO DE TAL

Proprietário da Empresa Operosa

Neste importante momento de formação de quadros para a administração dessa Operosa Empresa é preciso contar com profissionais experientes nas diferentes áreas de gestão pública e privada, para composição do staff das diretorias e outras funções essenciais.

Não temos dúvida da qualidade técnica e da experiência daqueles que, ao longo de anos, foram e serão apontados para exercer diversas funções para a próxima administração empresarial. Mesmo assim, profissionais de diversas áreas, com conhecimento do serviço público e privado, que acompanham de perto o desenvolvimento e as atuações de gestões empresariais anteriores sente que apresentar um profissional qualificado e com sólida formação acadêmica é uma forma de contribuir com a próxima gestão desta grande firma.

Apresentamos o senhor Marco Antônio Alzamora Gonçalves. Arquiteto e Urbanista “inoxidavelmente” brilhante.  Prova disto é a atuação nas prefeituras de municípios da Bahia com a implantação de uma rede de quiosques para venda de cachaça e acarajé. Locais que chegou a se apresentar como tocador da rabeca. Além disso, coordenou a lavação das escadas do Senhor do Bonfim, prova da sua dedicação às causas da fé popular.  Atuou, juntamente com vereadores, no projeto de instalação de mictórios públicos. Projeto que fez um sucesso muito grande entre a malta de cagões e mijões da cidade.

Quiosque próximo aos “Chalés do Mundaí”.

Secretariando o Conselho Estadual da Cultura.

Google dando Bandeira.

Marco Alzamora, homem requintado, que nos faz lembrar a fisionomia de Antonio Banderas, vá lá que numa versão meio prejudicada pelos anos dedicados a boemia dos tempos que viveu na Europa, na França e na Bahia. Apesar disso, temos a certeza, senhor proprietário, que Marco, Marcão, como é conhecido aqui no Janguito Malucelli, é também chefe da torcida do Paraná Clube, função que exerce há décadas, desde que o Paraná se chamava Ferroviário.

Vitória do Coxa no Janguito Malucelli.

Quando Coordenador do Patrimônio Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, ligando para o Rettamozo e para o Miguel Bakun, avisando que eles estavam atrasados para a coletiva da Denise Roman…

Alzamora é um homem da administração pública e privada. Atuou imensamente na divulgação da cultura baiana. Como exemplo de atuação exemplar, citamos a organização das festas de aniversário de Jaime Lerner, onde se encarregava de fornecer acarajé, manguzá, canjica, cachaça, figa e nega gorda para os convivas. E nas festas do litoral – Nossa Senhora do Rocio do Pilar – Marcão executava sua rabeca. Foi, por anos, o primeiro rabequista – rabequista spala – da Orquestra de Fandango da Ponta da Pita.  Sua veia artística lhe permitiu bater, com o esmero de um filho de Iansã, tambor em terreiro e decorar casa de quenga em Ilhéus e arredores.  Marcão faz mais. Além de bater o tambor em terreiro, o devoto de Jorge, bate a cabeça em terreiro de candomblé e, nas horas vagas, em ponta de faca.

Alzamora é um homem sensível. Ele possui uma veia espiritualista como poucos. Lê cartas, joga búzios e bocha na Sociedade Água-Verde, desmancha malfeito e sela casamentos (tu vais precisar Senhor Empresário Proprietário), levanta empresa falida e como num passe de mágica, cura brochura.

Senhor Proprietário, como vê, não é a toa que apresentamos o urbanista, o artista, o rabequista Marcão.  Ele sim irá dar o tom e a cor na sua administração. Pergunte para Bina. Ela confirmará o que estamos dizendo.  Chame Marcão para administração da empresa. Ele é “o cara”.

Não consegui o emprego!

Fiquei triste e desconsolado. Queria ficar alegre.

Escravo da Alegria.

“Piquei a mula” para Veneza e fiz da vida um grande carnaval.

Comprei uma gôndola e saí navegando outra vez.

Era Escravo da Alegria!

Tristeza
Por favor vai embora

A minha alma que chora…

Cantei e dancei um montão.

Enturmei-me!

Comprei máscara também!

Meu Emprego Minha Vida!

Google

Escravizei-me no dourado da Alegria!

Esqueci-me dos que se negaram a me recomendar para o emprego na grande empresa tupiniquim!

Mas continuei grato ao redator que teve a boa vontade de redigir minha apresentação. Ele teve boa vontade… Mas o curriculum… Não ajudou! kkk

Fui me especializar na língua e na culinária italiana.

Meu prato “carro chefe” era Coniglio arrosto con Acarajé e Pepe.

Para bom entendedor ficam visíveis os protagonistas dessa mirabolante viagem!

Não querendo ficar triste nunca, busquei com afinco a alegria.

Escravo de novo?

Sim… Escravo da Alegria.

Levei para Veneza o projeto de instalação de mictórios públicos. Projeto que fez um sucesso muito grande entre a malta de cagões e mijões venezianos.

Os canais de Veneza se transformaram em líquido viscoso com tons fortes de âmbar e dourado.

Como a máscara que comprei.

Alegria… Alegria… Vem de noite… Vai de dia…

A Rua… Nua!

A Rua… Nua!

Meu amigo e leitor Paulo Sergio Maioque comentou sobre o compartilhamento, que ele fez em uma rede social, do artigo “Uma Vontade Louca de Escrever” que postei recentemente.

Disse: “Marco, acho que você tem que colocar na capa uma foto de mulher pelada ou de uma desgraça, aí eu tenho certeza que o pessoal vai acessar. Brasileiro é assim!”.

Bom!… Aquiesci a sua sugestão. Talvez a palavra certa seja… Aqueci! Esquentei o visual da capa. O tema escolhido era somente A Rua!Nua é por conta da indutiva observação. A foto da capa foi na gravação de comercial de um sex shop, em que uma mulher, nua e acorrentada, aparece puxando uma carroça. Virou atração há alguns anos em Berlim, na Alemanha. (Foto: Johannes Eisele/AFP)

Como Arquiteto, Urbanista e algumas incursões em Sociologia Urbana eu me arvoro ensaiar (sem saia… Né?) definir a função da Rua no contexto da Urbe.

“Menino, saia já dessa rua!” ou “Você está despedido… Rua!”. Rua pode ser citada em situações bem variadas.

É claro que em circunstâncias ambientais decoradas com “carroças” fica mais difícil para o menino sair da rua e bem mais agradável para o mancebo despedido!

Mulher nua puxa carroça durante a gravação de comercial. (Foto: Johannes Eisele/AFP)G1 Planeta Bizarro.

Cumprindo o roteiro que objetiva um maior interesse dos leitores, segundo meu amigo Paulo, achei que seria interessante mostrar outra função que a rua se presta. Embora não seja a função na qual foi planejada… Existe, infelizmente, a violência e a tragédia!

Em Boston, a rua ficou ensanguentada. Taí… Mulher nua e tragédia. Menino de oito anos está entre os mortos de dupla explosão em Boston. Não escutou… “Menino, saia já dessa rua!”.

Google – Imagem

Em Curitiba o prefeito vai, pela RUA, tomar posse de bicicleta… Sem explosões! Ciclovia é outra história…

O que explode mesmo é o fluxo congestionado de gás carbônico…

Congestionamento na RUA Brigadeiro Franco em Curitiba.

Segundo meu amigo de longas datas, Ernest Neufert, as RUAS são referenciadas pelos seus tamanhos e fluxos. Grandes Avenidas servem para conduzir o tráfego de passagem pela cidade (travessas) e se possível não deverão passar por zonas residenciais nem ter cruzamentos ao mesmo nível. Avenidas são as vias de intercomunicação das zonas comerciais e residenciais e de ligação destas com as grandes avenidas. No âmbito da terminologia RUA, encontramos as Ruas Principais que são as artérias dos bairros ou zonas residenciais, industriais e comerciais, que dão acesso às avenidas ou travessas. Ruas Secundárias servem para o acesso a propriedades e bairros urbanos. Existem também as Serventias e Caminhos Particulares. Esses dão acesso às moradias, como ruas de comprimento aproximado de 80 metros. Como o Neufert é meio “antiguinho”, ele fala de Caminhos para Bicicleta (ciclovias), Caminhos para Cavaleiros (vias de circulação automotiva hoje) e Caminhos para Peões (provavelmente calçadas para pedestres). Assim como a RUA é elemento integrante da concepção dos espaços da cidade, calçadas, ciclovias, estacionamentos e paisagismos também fazem parte dos equipamentos urbanos. Quando trabalhei no IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, apresentei proposta conceitual de intervenção paisagística para a Avenida das Torres, via principal de acesso ao Aeroporto Internacional Afonso Pena que fica na Região Metropolitana, precisamente no município de São José dos Pinhais. Era para o PAC – COPA – Programa de Aceleração do Crescimento. Propus uma paginação de pisos 100% permeáveis em seus 10 km de extensão.

Curitiba sempre teve uma imagem fria e cinza, como as pessoas se referiam desde tempos passados. Sugeri muita cor e áreas verdes para contemplar o espirito de alegria.

Os postes nas calçadas deveriam possuir iluminações tanto para pista de rolamento quanto para os passeios.

Os canteiros de flores e gramados seguiam a mesma linguagem de cores que conceituou a proposta.

Desenhar a cidade é parte primordial para os arquitetos e urbanistas.

Enquanto não estava prevista a retirada das torres de energia, a revitalização dos canteiros centrais era uma das opções. Em outro ponto da cidade, com características diferentes na hierarquia de RUA, procurei dar a mesma nota colorida. Quando vamos a campo para sentir o “clima” da rua, fazemos uma leitura do espaço urbano, semiótica arquitetônica. Ainda em Curitiba e no IPPUC, fui até o bairro Tatuquara. Eu e meu amigo Beto (fotógrafo do Instituto) escolhemos os pontos e documentamos em fotos. Daí… Foi só ir para prancheta!

A RUA era assim…

Minha proposta era assim…

Era assim…

Minha proposta era assim…

Era assim…

Minha proposta era assim…

E… Assim por diante! Vamos em frente que atrás tem gente! Fui para a RUA outra vez! Já era freguês. E não tinha “mulher pelada”! Nem “tragédia”!

Hoje quando fui almoçar na RUA (fora de casa) me surpreendi quando freei o carro para dar passagem a um cachorro de RUA que atravessava tranquilamente. Olhou até para os lados e continuou sua trajetória sem sequer dizer obrigado! Mas era simpático.

Uma rua ou calhe é normalmente entendida como um espaço público no qual o direito de ir e vir são plenamente realizados. Entretanto, o conceito também é aplicado a espaços que se assemelhem a ela, como ruas internas em condomínios de acesso privado ou mesmo em corredores internos de centros comerciais. Popularmente uma rua é entendida pela presença nela de duas ou mais calçadas (ou passeios, destinadas ao trânsito de pedestres) e um ou mais leitos de tráfego de veículos (normalmente automóveis).

A rua também costuma ser imaginada como o vazio configurado pelas construções presentes em cada um de seus lados. Ruas de grandes dimensões transversais e que suportam grandes quantidades de tráfego são chamadas popularmente de avenidas, embora este título oficialmente varie de acordo com a legislação local. Wikipédia.

Não obstante tendo a mesma função, são diferenciadas de bairro para bairro, de cidade para cidade.

Belas imagens da Rua das Flores em Curitiba.

Já na Vila Pinto… Também em Curitiba…

Google – Imagem

No inicio desta escrita contei que me surpreendi quando freei o carro para dar passagem a um cachorro de RUA que atravessava tranquilamente. Olhou até para os lados e continuou sua trajetória sem sequer dizer obrigado! Mas era simpático. Ao chegar a casa, continuando esta lavra, penso ter encontrado algum parente daquele cãozinho “Tomba Lata”. Vou dar a ele o nome de MAAG, que são as iniciais do meu nome e quer dizer “estômago” em holandês.

Há alguns anos fiz um projeto para uma Fundação que cuidava de crianças pobres e abandonadas. Era um Centro de Aprendizado e Lazer para não deixar crianças nas ruas. A maioria dos governos é capenga nesse quesito.

“Menino, saia já dessa rua!”

Vila Pinto… Ou Vila Torres (antigo Capanema).

Quando falamos em cidade planejada, muitas vezes confundimos com cidades que tiveram intervenções urbanas. Que é o caso de Curitiba. Brasília e Belo Horizonte foram “planejadas”. Sofreram intervenções de várias ordens em função de seus crescimentos vertiginosos, onde o “inchamento” desordenado foi mais rápido que o planejamento e sua devida execução.

Em Paris… Também tem carro na calçada!

Quando estive morando e trabalhando em Porto Seguro, Bahia, eu também tive a oportunidade de propor algumas intervenções em suas ruas para comemorar os 500 anos.

E assim… Fui caminhando de RUA em RUA…

Algumas… Bem vestidas… Outras… Toda NUA!

Se… Conjunção Subordinada Condicional.

Se…

Conjunção Subordinada Condicional.

Se fosse assim ou…

Se fosse assado!

Fico imaginando se isso ou aquilo não teria passado pela mente brilhante de William Shakespeare em sua peça A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca.

“Ser ou não ser, eis a questão”.

Se eu não tivesse nascido…

Não teria morrido?

Acho que está “pintando” mais uma “palhaçada” Nacional.

Com um governo totalmente falido e incompetente, o Brasil sofre por constantes mudanças de “foco”!

Em edição impressa do Jornal Gazeta do Povo li:

Mal deu tempo para entender o que o último acordo ortográfico fez com o acento de voo, com o hífen de antissocial e com o trema de cinquenta, e uma nova proposta, ainda mais radical, já está em elaboração pela Comissão de Educação do Senado.

A partir de 2016, se entrar em vigor o projeto que pretende fasilitar o ensino e a aprendizajem da língua portugeza, vosê poderá ser obrigado a escrever asim.

Tenha dó!

É muita falta do que fazer!

No mesmo jornal lê-se:

Proposta é falta do que fazer, diz filóloga:

A polêmica sobre a reforma ortográfica em análise no Senado não deverá ser pequena.

 Para a doutora em Filologia Românica e professora do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Unisinos, Dorotea Kersch, a proposta é um “absurdo, a legítima falta de ter o que fazer” (O grifo é meu).

Não existe língua fácil ou língua difícil.

 Cada língua tem sua história e suas especificidades.

 Não é simplificando a ortografia que resolvemos os graves problemas de leitura e escrita de nossos alunos, que são escancarados a cada avaliação sistemática.

Êta Pátria Educadora da “zorra”!

Quem sabe os senadores se preocupam com coisas que realmente impactam o ensino, como salário de professores, ou uma política de ensino de língua adequada às diferentes realidades do Brasil, rebate.

Vou pedir licença para os compositores Elton Medeiros e Mauro Duarte para reescrever a letra:

Meu “SACO” já furou…

Minha roupa já rasgou…

E eu não tenho onde morar…

Meu dinheiro acabou…

Eu não sei pra onde vou…

Como é que eu vou ficar?

“Tá rebocado e piripicado”!

“Me retei e piquei a porra”!

“Fiz uma gambira de baixo dum pé de manguba”!

Esse país continental possui expressões regionais de extrema riqueza!

Sempre cito, “O Filho DO HIPNOTIZADOR e outras histórias de estranhas pessoas” de Dennis D:

“Escrever é revelar-se”.

“Por isso, talvez, já disseram que toda escritura – como ofício ou como arte – é apenas uma das muitas faces do exibicionismo humano.”

“Acreditem, mostrar a bunda na janela pode ser menos constrangedor do que expor, em letras, as entranhas da própria sensibilidade”.

Mas tudo tem um “serto” limite:

Dilmês castiço!

Já se tornou proverbial a dificuldade que a PRESIDENTA Dilma Rousseff tem de concatenar ideias, vírgulas e concordâncias quando discursa de improviso.

No entanto, diante da paralisia do Brasil e da desastrada condução da política econômica, o que antes causaria somente riso e seria perdoável agora começa a preocupar.

O despreparo da presidente da República, que se manifesta com frases estabanadas e raciocínio tortuoso, indicam tempos muito difíceis pela frente, pois é principalmente dela que se esperam a inteligência e a habilidade para enfrentar o atual momento do País.

CALMA!…

 Vamos começar tudo de novo!

“E eu quero adentrar pela questão da inflação e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista desses dez últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo”. Presidenta do Brasil

Bom, isso é papo para quem entende de política.

Vamos mudar de assunto.

Vou continuar falando da vontade de escrever…

Não da vontade louca de falar!

Já o Arnaldo Jabor desabafa sem dó:

Sinto-me assim, como articulista.

 Para que escrever?

 Nada adianta nada.

 E como meu trabalho é ver o mal do mundo, um dia à depressão bate. 

A náusea, não a do Sartre, mas a minha.

 Não aguento mais ver a cara do Lula, o homem que não sabe de nada, talvez nem conheça a Rosemary, não aguento mais ver o Sarney mandando no País, transformando-nos num grande “Maranhão”…

E ainda fica em dúvida sobre a letra da música de Cole Porter:

“Conflicting questions rise around my brain/ should I order cyanide or order champagne?”

 “Questões conflitantes rondam minha cabeça/ devo pedir cianureto ou champanha?”.

Uma escrita, além de espontânea, pode ser lapidada, elaborada.

Como fazemos em arquitetura.

“Cada macaco no seu galho”!

Primeiro criamos um partido a ser adotado, que chamamos de estudo preliminar.

Em seguida fazemos o anteprojeto, que é uma definição mais acurada da ideia.

Finalmente desenvolvemos o projeto definitivo, que de definitivo fica só o nome, pois ainda poderá restar alguma correção.

Normalmente vai para um órgão responsável de aprovação relativo ao objeto da obra a ser construída.

Agora consigo escrever 1500 palavras por minuto!

Çalskhdfçoaiwefçalwebnf, mais ou menos assim!

Se eu não fosse arquiteto…

Se eu fosse escritor…

Se Camões fosse vivo…

Se esse país fosse sério…

Se William Shakespeare falasse português…

Se… Seria assim…

Se… Seria assado

Mais fácil aprender japonês em braile…

Djavan!

A Estupidez da Lucidez

A Estupidez da Lucidez

A eterna “zonzeira” do Ser!

Melhor seria “sonseira”.

Indivíduos “sonsos”.

Uma pessoa que se finge de bobo, mas na realidade sabe das coisas.

Quando a ideia do título dessa escrita veio à minha cabeça, era o inverso:

A Lucidez da Estupidez!

Na realidade pouco importava mesmo.

Se me vira eu volto…

Se me volta eu viro.

Tanto faz se são idiossincrasias dicotômicas ou dicotomias idiossincrásicas.

A idiotice pode ser a mesma.

Como bem se expressou Millôr Fernandes:

“Idiota mesmo é o sujeito que, ouvindo uma história com duplo sentido, não entende nenhum dos dois”.

Nesse ínterim minha mulher perguntou:

Porque você não fala comigo?

Demorei um pouco e respondi: Por que eu estou pensando!

Ela ficou me olhando silente. Imaginei que ela poderia estar pensando:

Será que ele não fala quando pensa?

Respondi pensando: Pior! Não penso quando falo!

Quando dois homens abriram fogo na sede da revista satírica Charlie Hebdo, em Paris, horas depois que a revista publicou uma charge do Estado Islâmico (ISIS) onde seu líder Abu Bakr AL-Baghdadi emitia saudação de Ano Novo com a legenda: “E, especialmente, a saúde”, pouco importa se é lucidez da estupidez ou vice versa.

Os atacantes gritavam palavras em Árabe durante os disparos que faziam com rifles automáticos!

Charge do meu falecido pai!

Se vivo estivesse, correria risco de morte!

No decorrer dos tempos, O Pescoço é o alvo de barbáries e símbolo de violência.

Antes fosse apenas para usar adornos e adereços embelezadores.

O grupo radical EI (Estado Islâmico), que assumiu o controle de várias cidades na Síria e no Iraque, divulgou um vídeo que mostra militante decapitando o jornalista americano Steven Sotloff.

O Brasil também vai mal, em todos os segmentos.

Quando ouvimos de Gilberto Carvalho, ao deixar a Secretaria Geral da Presidência da República:

A quem disse que perdeu a eleição para uma quadrilha, eu quero responder dizendo que essa é a nossa quadrilha.

Para eles pobre é quadrilha, é essa a quadrilha dos pobres que foi injustamente marginalizada e agora está sendo tratada com um mínimo de dignidade.

Com muito orgulho eu quero dizer: eu pertenço a essa quadrilha e vamos continuar mudando o país com esse objetivo.

Lúcido estúpido!

Ou…

Estúpido lúcido?

Não vou discorrer mais sobre as mazelas da pátria varonil!

Tem muito esterco nessa caçarola!

Agora o mundo vai ficar contra os terroristas?

Existem outros militantes religiosos assassinos?

Na França… Eu fechei a minha boca também!

Antes de parar de falar dos estrumes nacionais, não poderia deixar de fora a erótica roubalheira desta década perdida no Brasil.

Quadrilha dos Pobres?

Taiana Camargo, ex-amante do doleiro Alberto Youssef, pivô do escândalo que resultou na Operação Lava-Jato, é a capa da edição de janeiro da revista Playboy, que chega às bancas!

Poetas, seresteiros, namorados, correi…

É chegada a hora de comprar e vender…

Talvez as derradeiras ações da Petrobrás!

Diante de tanta Estupidez fui colocar minha Lucidez para dormir.

Em meu pesadelo apareceu um dedo me apontando e dizendo coisas arrepiantes:

As frases a seguir são de um individuo que se intitula ex- estúpido de nome Anthonio Magalhães.

E quando alguém diz não acreditar?

Em seja lá o que for.
E quando este alguém nega sem qualquer fundamento?
Sem qualquer conhecimento que embase a sua negação.
Este é o modo de funcionamento daqueles que se dizem seres inteligentes.
Eles funcionam exatamente assim.
Falam, negam, afirmam, deduzem e especulam.
Sempre levianamente.
A educação primária deles é assim.
O convívio familiar é assim.
A formação escolar é assim.
A formação profissional é assim.
Os relacionamentos são assim.
As personalidades se constroem assim.
A sua espiritualidade, qualquer que seja, é assim.
Tudo na base da suposição.
Das conveniências.
Das versões desenvolvidas para atender aos interesses…
Da mentira…
Da hipocrisia…
Da estupidez…
Da vergonha…
Assim você é!
Assim você está!
Eu falo para você que me lê.
Assustou-se?
Há alguma inverdade nas colocações anteriores?
Então se cale, engula e se enxergue.
Descubra que o silêncio, dessa forma estúpida de vida, pode…
Se você lhe permitir descortinar a lucidez que não existe em você.
Você é muito menos que a milionésima parte de um grão de areia no Saara.
Você é e vive o que fala, faz e pensa.
Mas não é o que o seu limitado cérebro te sugere.
Ele sempre te enganou, mentiu te cegou.
Você é limitado por sentidos, apenas cinco.
Você não tem a menor ideia de onde veio…
E o que veio fazer aqui…
E para onde vai.
O que você chama de deus é distante…

Acordei suando frio e fiquei sem resposta imediata para tantas afirmações… Seria A Estupidez da Lucidez?

Ou A Lucidez da Estupidez?

Desabafos e rebeldias acabam quaisquer dias.

Claro que é lúcido buscar o equilíbrio.

Lula é um perfeito exemplo do uso desta regra pelos políticos. 

Ele faz questão de se apresentar como um estúpido, vulgar e inculto que chegou a Presidente. 

Só este comportamento do ex-presidente seria suficiente para garantir a ele muitos anos de prisão, pelo mal que fez ao povo brasileiro. 

Serão necessários muitos anos de sucessivos governos realmente honestos e bem intencionados, para desfazer o mal que a “quadrilha” causou nas mentes brasileiras.

Sonsos! Aqui é A Lucidez da Estupidez!

Já que o carnaval se aproxima, que venha Ary Barroso:

Brasil!
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil, do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Pra mim! Pra mim, pra mim
Ah! Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o rei congo no congado
Brasil!

Pra mim!
Deixa cantar de novo o trovador
A merencória luz da lua
Toda canção do meu amor
Quero ver essa dona caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Brasil!

Pra mim, pra mim, pra mim!
Brasil!

 

Mãe… Amor e Dor…

Mãe… Amor e Dor…

Olhei para os olhinhos lacrimejantes da minha mulher e perguntei:

Você está chorando?

Respondeu com a vozinha embargada:

Nada não!

Só estou compartilhando uma mensagem aqui no computador!

Minha sogra havia falecido há apenas alguns dias.

Levantei e fui ver o que era…

Claro que choramos juntos mais uma vez!

Pensei…

Mãe… Amor e Dor…

A mensagem era essa:

Bom…

Agora que estanquei um pouco o fluxo lacrimal, vou ver se consigo escrever o artigo até o fim.

Na verdade não existe um “fim”.

Existe uma “transição”.

Quando a mãe dá a luz, parece que o Universo grita “Fiat Lux” (Faça-se a Luz)!

Em minha lavra lembrei-me da larva!

O Nascimento da Borboleta ou Ciclo de Vida da Borboleta é dividido em várias fases, tudo começa com o acasalamento entre a Borboleta macho e a Borboleta fêmea, passando pelo ovo que é colocado pela Borboleta fêmea, do ovo nasce uma lagarta, depois de crescer e alimentar a lagarta se transforma em pupa, da pupa nasce a Borboleta adulta e assim começa novamente o Ciclo de Vida da Borboleta com o acasalamento entre a Borboleta macho e a Borboleta fêmea.

Ufa!

Ainda bem que tem macho e fêmea.

Homenagear a mãe apenas no seu dia me pareceu um pouco piegas.

Mãe a gente deve homenagear todos os dias.

Qualquer hora ela poderá não estar mais aqui conosco.

Mas não é só por isso.

É porque Mãe é Mãe!

Um dia desses publiquei uma brincadeirinha numa rede social falando das minhas duas mães:

A que aparece em primeiro plano é minha sogra.

Minha segunda mãe, hoje em algum lugar do Universo!

Hoje escrevo para todas as mães.

Em especial para Débora e Bina.

Que sorte a minha!

É comum as pessoas dizerem:

“Tá pensando que aqui é a casa da mãe Joana?”.

Poucos sabem do que se trata.

Eu sempre brincava com a Bina sobre montar uma “casa de quengas”.

Riamos muito.

De acordo com Reinaldo Pimenta, professor de língua portuguesa, a expressão popular surgiu no século XIV a partir das desventuras de uma Joana que, de rainha, passou a ser fugitiva.

Segundo descreve Pimenta, em seu livro Casa da mãe Joana, Joana I era a rainha de Nápoles e considerada a protetora cultural de poetas e intelectuais por causa de sua beleza e inteligência.

Ela se casou com seu primo Andrew, irmão de Luís I, rei da Hungria.

Algum tempo depois, Andrew foi assassinado em uma conspiração que, de acordo com a obra, teve a participação da própria Joana.

Enfurecido, o irmão da vítima resolveu invadir Nápoles em 1348 perseguindo Joana, que se viu obrigada a fugir para a localidade de Avignon, na França.

Uma vez instalada em um palácio que já havia sido a moradia de sete papas, Joana passou a mandar e desmandar na cidade.

Tanto que resolveu regulamentar os bordéis de Avignon, determinando que cada estabelecimento deveria ter uma porta por onde qualquer pessoa poderia entrar.

A partir disso, cada bordel ficou conhecido como “Paço da Mãe Joana”, considerada a dona da cidade.

Mais tarde, Joana vendeu a cidade com a condição de ser declarada inocente de participação na morte do ex-marido.

Em 1382, Joana foi assassinada por seu sobrinho e herdeiro, Carlos de Anjou.

No Brasil, a palavra “paço” foi modificada para um formato mais popular, “casa”, gerando a expressão como é conhecida até hoje:

“Casa-da-mãe-Joana”. Redação Terra.

Realmente, nesse mundão tem lugar para todas as mães…

Aqui no Brasil tem até mãe que nasce analfabeta!

Mas vamos falar da essência sublime que é essa figura responsável pela continuidade da espécie humana.

Linda!

Mulher!

Criação divina do Grande Arquiteto do Universo.

Dá-nos vida e nos protege até o infinito.

Alimenta-nos de “guti-guti” (comidinha na boca) e orienta nossos passos.

Chora e ri junto conosco, como numa simbiose de amor e dor.

Sofre junto.

Alegra-se também.

Mesmo ela, quando nasce, estupora a “casca do ovo” para em seguida dar vida aos pulmões…

Chorando.

Ninguém nasce sorrindo.

Primeiro chora para depois sorrir.

O amor vem após a dor.

Salomão em sua infinita sabedoria fez justiça à verdadeira mãe.

Apresentaram-se duas mulheres a Salomão.

Uma disse:

Senhor, eu e esta mulher habitávamos a mesma casa. Durante a noite, estando a dormir, sufocou o filho e, aproveitando-se do meu sono, pôs o meu filho adormecido junto de si e colocou aos meus pés o seu filho que estava morto. De manhã, olhando de perto para ele, vi que não era o meu filho”.

A outra mulher interrompeu:

“Não, o meu filho é o que está vivo, o teu morreu”.

A primeira replicou:

“Não, o teu é que morreu. O que está vivo é meu”.

E continuaram a disputar.

Então o rei disse:

Trazei uma espada, dividi em duas partes o menino que está vivo e dai metade a cada uma”!

Cheia de amor ao seu filho, à mulher cujo filho estava vivo suplicou:

“Senhor, peço-vos que lhes deis a ela o menino vivo e não o mateis”!

A outra, pelo contrário, dizia:

“Não seja para mim nem para ti, mas divida-se”.

Então Salomão disse:

“Dai a primeira o menino vivo porque é ela a verdadeira mãe”.

É porque Mãe é Mãe!

Além de Amor e DorMãe também é Humor!

Quando postei a foto acima “Vantagens de ter tido duas mães”, numa rede social, imediatamente foram postos vários comentários.

A Silvia Heller escreveu:

Tô nessa, Marco Antonio Alzamora Gonçalves! E assumo a mãe italiana também”.

“Já a minha mãe, de alma germânica, diria:

Hora de comer, coma”.

Complementando a história das mães italianas e judias:

A mãe alemã…

Coloca a comida no prato do filho e diz:

“Você VAI comer tudo”.

O Nelson Wahrhaftig comentou:

“E a minha, de origem russo/polaca diria:

Leve pulôver, que eu estou com frio”.

Numa sequência bem humorada sobre mães judias, encontramos relatos bem engraçados sobre a forma de relacionamento com seus rebentos.

Vó judia

Uma avó judia está ensinando seu endereço ao neto que vai visitá-la com sua mulher.

– Quando vocês chegarem ao prédio, na porta da frente tem um grande painel. Eu moro no apartamento 301. Aperte o botão 301 com o cotovelo, que eu abro a porta. Entre, o elevador está à direita. Entrem, e aperte o três com o cotovelo. Quando vocês saírem, meu apartamento está à esquerda. Com o cotovelo, aperte a campainha.

– Vó, parece fácil, mas… Por que tenho que apertar todos esses botões com o cotovelo?

– O quê? Vocês estão vindos de mãos vazias?

Duas mães judias se encontram na rua:

– Olá Sarah, como vai? Há quanto tempo!

– Tudo bem Ruth, e você? Realmente faz muuuito tempo… Desde que casei com o Jacob não nos vimos mais!

– Sabe como é a vida de uma mãe… Sempre correndo, sempre fazendo alguma coisa… E, pelo jeito, você também está acompanhada de uma prole muito bonita… Três crianças lindas.

– Obrigada… Aproveitamos o bom tempo para passear…

– Qual a idade das crianças?

– Ah! O advogado já tem três anos e dois meses, a médica acabou de completar dois anos e o engenheiro vai fazer um mês…

Seleções do Reader’s Digest.

Enfim, tem mãe para todo mundo nesse mundão.

A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma:

– Será que minha filha está bebendo?

A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se questiona:

– Será que minha filha está fumando?

E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:

– Meu Deus! Será que minha filha tem pinto?!

As mães espanholas não ficam atrás das outras. Meu amigo Zeca Fuentes, que não vejo há décadas, morava com a mãe longeva. Sempre que ia tomar banho sua genitora recomendava:

“Zeca, meu filho, não se esqueça de usar aquele sabão liquido que te dei! É bom para a pele!”.

“Zeca faça isso… Não faça aquilo.” E assim por diante. Quando ele contava as histórias sempre concluía com a frase: “Mãe é bom… Mas dura”! Não há quem não tenha escutado a frase:

“Mãe é tudo igual… Só muda o endereço”!

Num excelente artigo escrito por Cecilia Troiano no site VIDA DE EQUILIBRISTA, ela nos conta que leu em um jornal italiano:

Mãe italiana: é a mãe que “choca” os filhos, fica com eles embaixo de suas asas o tempo todo. Tem uma enorme preocupação com alimentação, mais do que outras mães. É afetuosa, protetora e se ocupa quase integralmente deles.

Mãe francesa: é a mãe descontraída, que dá mais liberdades aos filhos, deixando-os mais livres para brincar.  Não fica obcecada e nem cria expectativas exageradas em relação aos filhos. Nada adepta de “junk food”.

Mãe chinesa: é a mãe tigre, proíbe televisão e videogame, impõe aulas de música, preferencialmente de violino e piano. Mantém uma forte pressão em cima dos filhos.

Mãe inglesa: é a mãe silenciosa, passa a maior parte do tempo sem falar muito. Não repete continuamente as ordens e nem confere aos filhos um status especial na família.

Mãe americana: é a mãe neurótica, que tem medo de tudo.  Quer vigiar todos os passos do bebê e é mais liberada na alimentação.

E arremata com muita propriedade:

  “Mãe é tudo igual, mas o endereço faz muita diferença!” (Cecilia Troiano).

Minha homenagem à Mãe americana:

Minha homenagem à Mãe inglesa:

Minha homenagem à Mãe chinesa:

Minha homenagem à Mãe francesa:

Minha homenagem à Mãe judia:

Minha homenagem à Mãe italiana:

Il mio omaggio a tutte le mamme del mondo!

Minha homenagem para todas as mães do mundo!

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