Por Onde Começar

Por Onde Começar

O óbvio é que seja pelo começo. Sim. E daí?

Escrevia semanalmente na coluna da Iza Zilli onde tive a honra e o privilégio de ser convidado pela minha amiga Iza e seu fiel escudeiro Luigi (Juan Campesino). Ele é o responsável pela formatação e divulgação do referido blog.

Acontece que as postagens da minha escrita são feitas normalmente nos domingos.

Hoje é apenas terça-feira.

Quando isso ocorre, fico cá com meus botões a pensar: Será que até lá o tema não perde o trem do tempo?

Acordei, lavei o rosto, beijei minha mulher e fui para mesa de trabalho.

A imagem, eu registrei e fiz a capa desta lavra. Começava assim o dia.

Sempre tenho um ou mais livros nos espaços da minha casa por onde ando.

Até em frente à TV tenho livros.

Porém, o que me chamou a atenção hoje foi um folheto que guardo há mais de 20 anos.

Veio junto com uma das monografias da AMORC – Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz, na qual sou membro desde 1969.

O folheto é sobre o Ciclo Diário do Horário Biorritmo.

Confesso que não leio todos os dias. Mas quando a cabeça fica muito cheia de questionamentos e a vida se apresenta com um ritmo mais acelerado, ou a expectativa de algum projeto está vibrando no tecido cerebral… Vou ler e consultar se o momento é ou não adequado para fazer isso ou aquilo.

Compartilho com meus queridos leitores essas “dicas”!

A ideia desse tema veio ao observar minha mesa de trabalho ás 9 horas desta terça-feira. Horário “S” do Ciclo Diário.

Aos turbilhões, jorram pensamentos de todas as ordens.

É a amostra grátis de 150 ml, O Desaparecimento de Deus de Richard Elliott Friedman, Uma Breve História do Mundo de Geoffrey Blayney, uma agenda e uma caneta!

A vida começa todos os dias!

 Érico Veríssimo

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.

É o tempo da travessia! E, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Teixeira de Andrade.

Enquanto escrevo estou recebendo uma gama enorme de mensagens e outros tipos de comunicações externas. Sons, e-mails, telefonemas, campainha e até trovoadas!

Recomeço esta escrita hoje, que já é quinta-feira. Observem que estou RECOMEÇANDO!

São 08h30min. A tabela do Ciclo Diário remete-me á letra “T”.

Realmente não estou apto para mover ações judiciais, solicitar favores nem tanto assim, lidar com armas e… Donativos nem pensar nessa penúria atual! Embora não seja hora de insetos, apareceu um alado estranho onde tive que usar a amostra grátis de 150 ml, retratada na capa desta lavra.

Aí, me lembrei dos comentários de alguns amigos, sobre a foto postada, em uma rede social.

Como é interessante a ótica de cada observador em seus determinados momentos.

Assim, quando nós apreciamos uma pintura mais de uma vez, vamos receber informações bastante variadas da mesma tela em tempos diferentes.

É a amostra grátis de 150 ml, O Desaparecimento de Deus de Richard Elliott Friedman, Uma Breve História do Mundo de Geoffrey Blayney, uma agenda e uma caneta! Vejam os pontos de vistas:

Kátia Regina Goebel Nichele: Comece agendando um momento com Ele!

Diloé Paulina Do Nascimento: Gostei do livro. É fácil achá-lo para compra? Não consigo seguir o horário do meu. Medite por uns minutos antes de iniciar seu trabalho!

Respondi: Respirei fundo e já comecei escrever a coluna da semana! Vai ser assim a capa!

Paulo Sergio Maioque: Pelo começo… Já dizia um poeta…

Respondi: Assim não vale Paulo Sergio Maioque! Já está cantando até o primeiro paragrafo do texto? Quero ver se vai adivinhar a música! Figuraça! Abraço.

Vinicius Alzamora: Que dúvida, pelo Grátis, é claro!

Antonio Carlos Coelho: Bem, comece pagando as contas.

Respondi: Pode me emprestar um troco aí Antonio Carlos Coelho?

Alexandra Contar: Começando.

Juliano Gusso Fagundes: Isso sim é um kit de sobrevivência… Destaque especial aos dois tubos de wd40, tinta em spray e mata inseto! KKKK

Respondi para Alexandra: Muitas vezes pode ser Recomeçando Alexandra Contar! Aliás, nada se começa na realidade. É vício de expressão da atemporalidade.

Respondi para o Juliano: KKKK Boa! Juliano Gusso Fagundes! “Sacou” o resto da empreitada! Artefatos para impermeabilizar os desenhos e aquarelas! Quem sabe… Sabe!

Pronto!

Vou ter que interromper novamente esta escrita, já começada e recomeçada!

Extração de dente e arrumar parte elétrica do carro! PQP! Ninguém merece! Dizem que “Há Malas Que Vêm de Trem” né?

Bota mala nesse trem doido sô! Como diria o mineirinho de Belzonte!

Pronto! 10h e 50min.

A letra referida ao período do Ciclo Diário é “S”, onde é desfavorável dar dinheiro emprestado.

Pensei: Quem me dera poder!

Resolvida à questão odontológica, a parte elétrica do veículo ficou marcada para as 15h00min, ou seja, letra “V”. Desfavorável para contratar empregados!

Ai, ai, ai! Será que marco outra hora para levar o carro ao conserto?

Vou arriscar?  E se tiver que remarcar, será melhor?

Enquanto pairava a dúvida, reparei que algumas plantinhas da minha casa estavam com folhas amareladas.

Como sempre faço, retirei-as e dei de “beber” as sobreviventes.

Passou um universo de pensamentos em minha cabeça.

Fiz uma analogia imediata entre folhas mortas e as pessoas que, por algum motivo, vivem e morrem na penúria.

Como a capa desse artigo foi o objeto do tema, resgatei na memória outras capas e outros seres carentes que não se sabe… Por Onde Começar.

É a amostra grátis de 150 ml, O Desaparecimento de Deus de Richard Elliott Friedman, Uma Breve História do Mundo de Geoffrey Blayney, uma agenda e uma caneta!

Quando postei a foto de capa de um artigo anterior com a frase, “Estendido em berço esplêndido!”, numa rede social, as reações foram de tristeza e pesar!

Artigo no link:

Berço Esplêndido marco alzamora

Quando o homem do “agasalho listrado” vai para as ruas, com seu chapéu “tapa orelhas” e seu tênis de “andarilho”, alguém pagou impostos ou tributos até pela sacola de plástico que carrega.

Artigo no link:

Dízimos da Ribalta marco alzamora

Quantas estradas precisará um homem andar…
Before you can call him a man? Antes que você possa chamá-lo de um homem?
How many seas must a white dove sail Quantos mares precisará uma pomba branca…
Before she can sleep in the sand? Antes que ela possa dormir na areia?
Yes and how many times must cannonballs fly Sim, e quantas vezes precisará balas de canhão voar…
Before they’re forever banned? Antes de serem, para sempre, abandonadas?

A resposta, meu amigo, está soprando no vento…
The answer is blowin’ in the windYes and how many years can a mountain exist Sim, e quantos anos pode existir uma montanha…

Before it’s washed to the seas (sea) Antes que ela seja lavada pelo mar?
Yes and how many years can some people exist Sim, e quantos anos podem algumas pessoas existir…

Before they’re allowed to be free? Até que sejam permitidas a serem livres?
Yes and how many times can a man turn his head Sim, e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça…
Pretend that he just doesn’t see? Fingir que ele simplesmente não vê?

Blowin In the Wind

 Bob Dylan

Enfim, ficamos quase sabendo Por Onde Começar!

Tchau!

Presépios e Presídios

Presépios e Presídios

Aproxima-se a data comemorativa do Natal.

A origem dessa comemoração era a celebração do nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade teve ressignificação pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano onde então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.

Presépio, na língua portuguesa, designa o local onde se recolhe o gado, que também é denominado estábulo.

De acordo com várias fontes, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, uns dois anos mais tarde, não na manjedoura, mas na casa de Jesus, recebeu visita dos reis magos vindos do oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra à criança.

Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do Rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o titulado futuro rei dos judeus.

Acho que após uma grande “presepada”… Alguém resolveu criar os presídios! O termo “presepada” é tido como o ato da pessoa que se comporta de forma inadequada e exagerada. Seja fazendo burrada, estardalhaço, manézice, palhaçada e confusão, entre outras cagadas mais… Lá o Rei mandava matar criancinhas… Aqui no Brasil a “rainha” deixa roubarem a nação! Onde a corrupção e a impunidade campeiam às soltas, o “filósofo” Marcola já cantou em verso e prosa:

– Você é do PCC?

– Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… Vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu?

Sou culto… Leio Dante na prisão…

O país é hoje um grande presídio! Também… Com tantas “presepadas” até o clássico presépio está mais para estábulo!… (no presépio, uma vaca e um burro).

Tem até “Lobo Mau” apreciando a cena!

O Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, disse que pode chegar a R$ 3 bilhões o superfaturamento em obras da Petrobrás investigadas por auditorias da Corte. Mais da metade desse valor se refere a irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que segundo investigação do tribunal levou a um prejuízo estimado em US$ 792 milhões.

 “Já temos comprovado o superfaturamento na compra de Pasadena. E com os indícios de outras obras é que chega próximo de R$ 3 bilhões”, relatou Nardes após almoço com jornalistas na sede do TCU, em Brasília. Enquanto esse país continental perde a noção dos pilares que deveriam sustentar a Ordem e Progresso, os desmandos e as impunidades se multiplicam e os presídios não são “dignos” de tanta gente “boa”! Destaco os números assustadores da guerra que está sendo travada entre policiais e traficantes no Rio de Janeiro. No confronto que libertou o complexo do Alemão do controle do tráfico, policiais prenderam e mataram bandidos. Além disso, foram apreendidas toneladas de drogas, 50 fuzis e dezenas de motos. O objetivo dos policiais agora é retomar o controle das favelas Rocinha e Vidigal, que ainda estão em poder dos traficantes. O Brasil foi abandonado há décadas!

Aí nem Jesus liberta né?

No excelente texto de Sande Nascimento de Arruda na Revista Jurídica – A ineficiência, as mazelas e o descaso presentes nos presídios superlotados e esquecido pelo poder público lê-se:

A desestruturação do sistema prisional traz à baila o descrédito da prevenção e da reabilitação do condenado. Nesse sentido, a sociedade brasileira encontra-se em momento de extrema perplexidade em face do paradoxo que é o atual sistema carcerário brasileiro, pois de um lado temos o acentuado avanço da violência, o clamor pelo recrudescimento de pena e, do outro lado, a superpopulação prisional e as nefastas mazelas carcerárias.

O que presenciamos nestas plagas Brasílias é a discrepância com disritmia de uma síndrome apocalíptica!  Os “ladrões” da Petrobrás irão para o presídio da Papuda?

Lá serão presos traficantes e assassinos também? Haverá um presépio para a comemoração do Natal? Diante do caos dos presídios e da incapacidade do Estado em investir na área, seja por falta de verbas ou, como em vários casos, por conta da ineficiência na gestão do gasto público, os modelos de administração privada dos estabelecimentos são pensados como boa alternativa, mas a iniciativa é criticada por muitos especialistas. Imagino como seriam feitas as licitações para construção e administração desses “equipamentos” sociais.

Empreiteiras iriam fazer as devidas “coberturas” de preços para realizarem o “rachide” a posteriori? Henrique Pizzolato seria bem servido em presídio de cinco estrelas?

Henrique Pizzolato é um executivo e sindicalista brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores, ex-diretor do Banco do Brasil, ex-presidente do Sindicato dos Bancários em Toledo e da CUT-Central Única dos Trabalhadores.

O Planalto ofereceu ao deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) uma vice-presidência do Banco do Brasil.

“Jingle Bells”! E o Brasil continua… Sem

 Presépios e Presídios!

Haja bumbum!

PROCISSÃO

Procissão… Jornada… Marcha… Romaria… Revoada de Pássaros e de Almas!

E assim caminha a Humanidade! Ora correndo e outras vezes apenas andando. Quando bem ordenada… Marchando! Quando cansada… Se arrastando!

Parece que o mundo inteiro está indo às ruas para demonstrar algum desiderato com fins materiais, espirituais ou outros cuja real identificação pode ser um produto dos novos tempos. A vinda do Pontífice da Igreja Católica ao Brasil enseja uma jornada. Jornada Mundial da Juventude é um evento religioso criado pelo Papa João Paulo II em 1984, que consiste na reunião de milhões de pessoas católicas, sobretudo jovens. O evento é celebrado a cada dois ou três anos, numa cidade escolhida para celebrar a grande jornada em que participam pessoas do mundo inteiro. Independente de credo ou religião, jornadas pacíficas são sempre bem vindas. Quando se vive em clima de tormentas, como presenciamos aqui no Brasil e em vários lugares do Planeta Terra, iniciativas em prol da paz somam positivamente para o restabelecimento da harmonia e do equilíbrio necessários para a continuidade da evolução saudável. Como numa revoada de pássaros, as almas do bem e do mal se alvoroçam, se espalham, aladas ou não, para todos os lados.

Algumas “almas penadas”…

Alguns pássaros do bem… Levando algumas autoridades do mal? Relativo aos fatos recentes de usos indevidos.

A cidade do Rio de Janeiro deverá abrigar manifestações de várias jornadas, em PROCISSÃO… Na terra… No ar… No mar! Quem sabe… No Céu? Já que o representante da divindade maior estará ali peregrinando! Os jornais noticiam que o Papa concederá indulgência até pelo Twitter. Então não seria preciso ir à PROCISSÃO?

Edison Veiga – O Estado de São Paulo

O decreto papal que cria regras para a indulgência (remissão da pena temporal, por causa de um pecado já perdoado) dos fiéis que participarem – física ou espiritualmente – da Jornada Mundial traz uma surpresa: também conseguirão absolvição aqueles que acompanharem o evento por meio do Twitter. “Mas é preciso cuidado”, recomenda o arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho de Comunicação Social. “A indulgência não poderá ser obtida com a mesma facilidade com que se obtém um café da máquina”, como afirmou ao jornal italiano Corriere Della Sera.

Na doutrina católica Indulgência (do latim indulgentia, que provém de indulgeo, “para ser gentil”) é o perdão fora dos sacramentos, total ou parcial, “da pena temporal devida, para a justiça de Deus, pelos pecados que foram perdoados,”, ou seja, do mal causado como consequência do pecado já perdoado.

Procissão (provém de procedere, “para ir adiante”, “avançar”, “caminhar”) é um corpo organizado de pessoas caminhando de uma maneira formal ou cerimonial. Muitas vezes acontece sob a forma de um cortejo religioso realizado em marcha solene normalmente pelas ruas de uma cidade, carregando imagens e entoando orações ou cânticos. Este ritual segundo a crença tornaria as pessoas e os locais, abençoados. Dessa última forma é praticado em várias religiões cristãs, tais como o catolicismo, a ortodoxia, e algumas igrejas reformadas. Wikipédia.

Uma PROCISSÃO de recepção ao Papa aqui em nosso país poderia contar com a presença da mandatária maior da República Federativa do Brasil cumprindo uma semelhança como à praticada na República Romana. Semelhante à procissão grega, indo ao encontro nas práticas da assembleia geral, recepção de estrangeiros e cessação das hostilidades. Evidenciando que o Brasil foi fundado, não por bárbaros, mas por pacíficos.

A verdade é que quando a massa popular se mobiliza e vai para as ruas, é porque está pedindo alguma coisa!

PROCISSÃO com focos diferenciados…

Se arrastando… Que nem cobra… Pelo chão…

O Brasil é mesmo um país de contrastes extremos.

Ah! Se meu “fusca” falasse…

Segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) os Estados do Nordeste, Sudeste e Sul concentram quase 90% da população do País, em cerca de 30% do território nacional, enquanto os Estados das Regiões Norte e Centro-Oeste concentram 10% da população, em cerca de 80% do território. Nesta heterogeneidade, a desigualdade social é o sinal mais evidente.

Procissão… Jornada… Marcha… Romaria… Revoada de Pássaros e de Almas!

Mesmo em Curitiba, capital do Estado do Paraná, tida como a Suíça brasileira, é notável o descuido em um lado desprivilegiado da população.

Já pensaram porque o Papa não vai ao nordeste do Brasil? Falta de segurança? E imaginar que lá as procissões são tão fervorosas, em seus pleitos, quanto às do Sul deste país continental! Deus é brasileiro só quando a Seleção de Futebol ganha? Agora que o representante maior da divindade aqui na Terra é argentino… Não vai dar para usar a expressão em uma partida final da Copa do Mundo com a Argentina!

No Leblon e Ipanema a “temperatura” aumentou tanto que a “Garota de Ipanema” seria “tostada” mesmo usando creme protetor fator 2014! Até o prédio da maior rede de televisão do país sofreu com o calor que não era do sol ardente de Copacabana!

PROCISSÃO DO PODER POPULAR.

Olha lá

Vai passando

A procissão

Se arrastando

Que nem cobra

Pelo chão

As pessoas

Que nela vão passando

Acreditam nas coisas

Lá do céu…

Quem diria? Em Goiás tem PROCISSÃO do Fogaréu!

O ritual resgata tradições do século 18 e representa a perseguição dos soldados romanos a Jesus na antiga Jerusalém. A tradição no município de Goiás Velho tem cerca de 140 anos. Parece sinistro comparando com aqueles malucos da Klux Klan… Terror!

Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apoiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento de outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, estava localizada principalmente na região sul dos Estados Unidos, em estados como Texas e Mississípi. WASP é o acrônimo que em inglês significa “Branco, Anglo-Saxão e Protestante” (White, Anglo-Saxon and Protestant).

O ritual de queima da cruz foi o primeiro a ser realizado em público em 50 anos. Foto: Reuters

A cerimônia aconteceu em frente à Augusta State University. Duwayne Johnson foi iniciado como Bruxo Imperial de Todos os Cavaleiros Americanos Invisíveis.

Procissão… Jornada… Marcha… Romaria… Revoada de Pássaros e de Almas!

Os mascarados invadem o Rio de Janeiro!

O fogo diabólico de discípulos do Ku Klux Klan… PROCISSÃO de sinistros maculando a imagem nacional.

Há quem prefira ver os manifestantes sem mascaras!

Se durar até 2014… Adeus Copa do Mundo nas plagas da Pátria Amada!

PROCISSÃO DAS BOLAS ENTERRADAS NAS AREIAS!

A Espera

A Espera

Desde e começo era assim!

Nasce o primeiro casal no Jardim do Éden, onde é narrada a forma como Deus cria Adão e Eva, planta um jardim no Éden (a oriente), e indica ao homem que havia criado, para cultivá-lo e guardar.

A ordenança dada por Deus seria a de que o Homem podia comer os frutos de todas as árvores do bem, existentes no jardim, exceto os da árvore do conhecimento do que é o bem e do que é o mal.

Ao desobedecer esta ordenança e comer esse fruto proibido, Adão e Eva ficam conhecendo o bem e o mal, e do pecado nasceu à vergonha e o reconhecimento de estarem nus.

Em resultado da desobediência, Deus expulsa o homem do jardim.

A árvore do conhecimento tinha um fruto que, segundo Eva, manipulada pela serpente (supostamente simbolizando satanás) devia ser bom para comer, pois era de atraente aspecto e precioso para a inteligência. Contudo, apesar de atraente, ou talvez por isso, era o fruto proibido original. Será que Adão também comeu a maçã?

Como a cronologia nos tempos bíblicos é bem diferente da que conhecemos não se sabe quanto tempo foi A Espera do nascimento dos filhos Caim e Abel. Nunca soube da Eva grávida e barrigudinha!

Antes dos seus 130 anos de existência, Adão e Eva tiveram dois filhos homens – Caim e Abel.

Aos 130 anos, Adão e Eva geraram Sete. Adão viveu 800 anos depois que Sete nasceu e teve filhos e filhas (Gênesis 5:4). Quantos?

Ninguém sabe.

Muitos.

Adão viveu quase um milênio: 930 anos.

Não vamos entrar nas polêmicas questões religiosas e de costumes.

Esperamos em média nove meses para nascer.

A vida é uma espera constante.

Gosto sempre de citar a origem do nascimento dos temas escolhidos para minhas escritas.

Não me importam se elas sejam pessoais ou de intimidade, minha vida é um livro aberto!

 Quem quiser fazer parte está, desde já, autorizado.

Comentando sobre as questões de divulgação e tempo de espera com meu amigo e produtor do blog sobre a última publicação “Universos Paralelos” surgiu uma prosa paralela.

Ao enviar o texto para transformação em e-book, eu escrevi:

Eu: Provocou outra vez!

Vai que é sua! Luigi!

Pode publicar já… Se for “macho”!

Hehehe! Rsrsrs! Kkkkk!

Seus netos vão saber disso!

Delação Premiada!

Luigi (Juan Campesino): O que falar?

Brilhante como sempre. Vou publicar amanhã, pois estou sem matéria, tudo bem?

Além do texto excelente a capa é maravilhosa, uma das mais bonitas.

Abraços. Luigi

P.S.: O som precede o pensamento… He! He! He! Matou a charada!

Eu: Ufa! Ainda bem que você está sem matéria!

 Que sorte a minha né?

Teimosão!

Luigi (Juan Campesino): Marco.

Foi muito boa essa conversa.

Imagine quando eu puder tomar “Umas”.

Você está em vantagem, pois já tomou algumas.

Tudo bem, eu espero.

Se você quiser posso publicar hoje…

Eu: Kkkk! Não vejo a hora de a gente tomar várias juntos!

Vai dar B.O.!

Não precisa publicar hoje!

O nosso “bate bola” já é o lucro maior dessa empreitada!

Realmente tomei um Jack Daniel’s depois das cervejinhas do Barigui! Tava bão!

Segunda feira eu vou extrair um dente e fico uns dois dias sem beber nada! Vai ser difícil! Mas vou suportar! Valeu grande Luigi!

Luigi (Juan Campesino): Fique frio…

Como a cronologia nos tempos bíblicos é bem diferente da que conhecemos não se sabe quanto tempo foi A Espera do nascimento dos filhos Caim e Abel. Nunca soube da Eva grávida e barrigudinha!

Antes dos seus 130 anos de existência, Adão e Eva tiveram dois filhos homens – Caim e Abel.

Aos 130 anos, Adão e Eva geraram Sete. Adão viveu 800 anos depois que Sete nasceu e teve filhos e filhas (Gênesis 5:4). Quantos?

Ninguém sabe.

Muitos.

Adão viveu quase um milênio: 930 anos.

Não vamos entrar nas polêmicas questões religiosas e de costumes.

Esperamos em média nove meses para nascer.

A vida é uma espera constante.

Gosto sempre de citar a origem do nascimento dos temas escolhidos para minhas escritas.

Não me importam se elas sejam pessoais ou de intimidade, minha vida é um livro aberto!

 Quem quiser fazer parte está, desde já, autorizado.

Comentando sobre as questões de divulgação e tempo de espera com meu amigo e produtor do blog sobre a última publicação “Universos Paralelos” surgiu uma prosa paralela.

Ao enviar o texto para transformação em e-book, eu escrevi:

Eu: Provocou outra vez!

Vai que é sua! Luigi!

Pode publicar já… Se for “macho”!

Hehehe! Rsrsrs! Kkkkk!

Seus netos vão saber disso!

Delação Premiada!

Luigi (Juan Campesino): O que falar?

Brilhante como sempre. Vou publicar amanhã, pois estou sem matéria, tudo bem?

Além do texto excelente a capa é maravilhosa, uma das mais bonitas.

Abraços. Luigi

P.S.: O som precede o pensamento… He! He! He! Matou a charada!

Eu: Ufa! Ainda bem que você está sem matéria!

 Que sorte a minha né?

Teimosão!

Luigi (Juan Campesino):

Marco.

Foi muito boa essa conversa.

Imagine quando eu puder tomar “Umas”.

Você está em vantagem, pois já tomou algumas.

Tudo bem, eu espero.

Se você quiser posso publicar hoje…

Eu: Kkkk! Não vejo a hora de a gente tomar várias juntos!

Vai dar B.O.!

Não precisa publicar hoje!

O nosso “bate bola” já é o lucro maior dessa empreitada!

Realmente tomei um Jack Daniel’s depois das cervejinhas do Barigui! Tava bão!

Segunda feira eu vou extrair um dente e fico uns dois dias sem beber nada! Vai ser difícil! Mas vou suportar! Valeu grande Luigi!

Luigi (Juan Campesino):

Fique frio…

Vamos “bebemorar” juntos. Como você já tomou mais uma dose do velho Jack eu resolvi fazer a revista.

P.S.: Gostei do fundo. Desculpe a TEIMOSIA, mas mudei o filme final.

     Como a obra é sua, posso trocar pelo original, mas te dou a chance de entender o que eu disse ouvindo o “Som” He! He! He!

Eu: Ops! Consegui abrir! Ficou show! Esquece os e-mails anteriores! Abraço.

Luigi (Juan Campesino): Bom dia Marco Daniel’s! Por favor, não se melindre! Eu posso trocar o fundo e a música numa boa. Você é quem manda. Eu é que sou abelhudo… Falta de “White Horse”.

Eu: Claro que não precisa trocar! Ficou show! Trabalho em equipe de primeira linha! Tudo a ver “Alma”! Vou detonar!

Como eu não tinha visto… Sugeri coisas.

Mas está muito bom!

Amanhã arranco um dente.

Só vou poder beber depois de amanhã! Foda! Hehehehe!

Vai pensando aí num novo tema caro sócio!

A Iza tá bem? Beijo nela.

Luigi (Juan Campesino):

A Iza está bem.

Vou transmitir seu recado.

Vai firme arrancar o dente…

Depois melhora.

Eu nem posso fazer nada nos dentes, o dentista descobriu que tenho sinusite.

Então, estou há 12 dias no antibiótico.

Dois dias passam rápido…

Não tem um ansiolítico para segurar a fissura?

Você sempre dá os temas, no caso “A Espera” de um dia melhor.

Sempre estamos à espera de algo.

Será isso um motivo de angústia ou de prazer.

A espera da festa é sempre melhor que a própria festa.

Assim por diante…

É um tema!

Melhoras!

E para encerrar o papo com o tema justificado…

Eu: Obrigado Luigi,

Alles zu seiner Zeit – Tudo ao seu tempo!

A língua alemã é uma das que melhor expressam o pensamento. A filosofia desde os tempos mais remotos.

Como sempre, você percebendo os sentimentos.

Amanhã te digo como foi à maratona dentária!

Vai dar tudo certo sim.

Abraço irmão.

Marco.

A Espera da cirurgia foi mais para angústia. Mas após ter vencido o desafio e tudo ter corrido bem “A espera da festa é sempre melhor que a própria festa”.

Passados os efeitos dos remédios voltei ao tema intrinsecamente. Assistindo e escutando os noticiários percebi uma quantidade grande de repetições da palavra “esperar”.

Os governos instalados fizeram isso e aquilo, mas o usuário, contribuinte, o povo…

Quem sabe oriundos das cepas “Adão e Eva” vão ter que esperar…

Esperar! Sem espernear… É claro! Ou não?

A Espera por uma consulta com um médico especialista de um plano de saúde não pode levar mais de 14 dias, segundo uma resolução editada em 2011 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, do governo federal. Mas a própria União não estabelece limites para o paciente da rede pública. No Paraná, uma consulta com um médico especialista pode demorar até três anos.

A Espera na fila de transplante no Brasil tem 60 mil pessoas. Burocracia e subnotificação de mortes encefálicas elevam mais o tempo de espera na fila de transplante.

A Espera de crianças na fila por vagas em creches!

A Espera em resolver transtornos como na cidade famosa por ter sido modelo de transporte coletivo. Greve no transporte causa transtorno em Curitiba e região.  Nenhum dos 1.945 veículos que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT) deixou as garagens das empresas, afetando 356 linhas de ônibus. Muitos trabalhadores tiveram que faltar ao trabalho porque não conseguiram chegar a tempo, e outras pessoas que tinham exames em hospitais, por exemplo, terão que remarcar suas consultas. Sem a circulação dos ônibus, milhares de carros voltaram às ruas, causando congestionamento principalmente na região central da capital. Rubens Chueire Jr. – Equipe Folha – 26/01/2015

A Espera nessa fila não é auspiciosa:

Em momentos em que a densidade populacional aumenta consideravelmente, a quantidade de recursos disponíveis rapidamente é consumida, pelo que situações de crise alimentar ganham destaque. Situações estas, já experimentadas pela humanidade.

A Espera nessa fila também não foi agradável:

Imagem de vídeo divulgado pelo Boko Haram mostra meninas com vestes islâmicas rezando ao ar livre. Jovens seriam as sequestradas em abril de 2014 em Chibok, na Nigéria (Foto: Boko Haram/AFP).

A Espera nessa fila também não foi agradável:

Holocausto Memorial Esculture

Poklonnaya Gora, Moscou, Rússia.

Embora os termos “Shoah” e “Solução Final” sempre se refiram ao destino dos judeus durante o regime nazista, o termo “Holocausto” é usado às vezes em um sentido mais amplo para descrever outros genocídios dos nazistas e de alguns regimes insanos.

Acho melhor voltar ao Jardim do Éden, com A Espera, escutando Louis Armstrong em canção escrita por Bob Thiele e George David Weiss:

Eu vejo as árvores verdes, rosas vermelhas também.

Eu as vejo florescer para mim e você.

E eu penso comigo… Que mundo maravilhoso.

Eu vejo os céus tão azuis e as nuvens tão brancas.

O brilho abençoado do dia, e a escuridão sagrada da noite.

As cores do arco-íris, tão bonitas no céu.

Estão também nos rostos das pessoas que se vão.

Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: “como você vai?”.

Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer.

E eu penso comigo… Que mundo maravilhoso!

A Esperança Existe!

Tchau!

POLÍTICA GASTRONÔMICA MORNA

Do anarquista russo do século 19, Mikhail Bakunin
 (1814-1876):

Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado
para considerar esta
questão, chega-se ao mesmo resultado execrável:

 O
governo da imensa maioria
das massas populares se faz por uma minoria
privilegiada.

 Esta minoria,
porém, dizem os marxistas, compor-se-á de
operários.

 Sim, com certeza, de
antigos operários, mas que, tão logo se tornem
governantes ou
representantes do povo, cessarão de ser operários e
pôr-se-ão a observar o
mundo proletário de cima do Estado; não mais
representarão o povo, mas a si
mesmos e suas pretensões de governá-lo.

Quem duvida disso não conhece a natureza humana”.

Chico Anysio

A Corruptocracia de Justo Veríssimo.

“Eu quero é que pobre se exploda”, era o bordão que ele soltava logo após ouvir queixas de cidadãos menos favorecidos.

Na sua crueza anárquica, o humor oferece a mais devastadora crítica da realidade. Anarquista Russo e anarquista tupiniquim!

Ok.

Vamos ao gastronômico.

 A paisagem da cidade muda em época de eleição.

Têm placas em todas as “calçadas”, parques e jardins, nos largos de grama castigada e em todo centímetro quadrado da urbe em festa!

Parece anúncio de restaurante a quilo anunciando o cardápio do dia.

Jonatas do Suco, Zé Banana, Fei Joada, Honório do Açougue, Tadeu da Linguiça, Alfacinha da Bata clã, meu amigo Batatinha, Juarez da Cachaça Lerda, Vote Certo no Bode Experto, Rosinha do Chá Gelado… E depois de tantas calorias alimentícias e bebidas ácidas, tem o Elias da Farmácia e Estraga Onofre do Supositório.

Com tudo isso, ainda tem gente dizendo que a campanha política aqui está morna.

Kkk…

Lembrei-me da minha sogra na Boca Maldita em tempos idos,  falando com estátuas e abanando bandeiras.

Com tudo isso, ainda tem gente dizendo que a campanha política aqui está morna.

Conta-se na família, que a manceba jogou um prato de sopa na primogênita!

Alguém exclamando perguntou:

“Como você teve coragem de fazer uma coisa dessas? ”

A resposta veio imediata:

“Mas estava morna! ”

Em política, mesmo morna, sempre tem cacetada!

Ou… Pratada!

Pensando bem, está morna mesmo.

Ainda não começaram os jingles em caminhões falantes com decibéis estoura timpânico, nem reco-recos dos cabos eleitorais pagos ou voluntários.

Enquanto isso no Planalto Central da República montou-se um palco para a prática laboratorial de advogados exibidos ensaiando a teatral arte de representar os seus clientes “honestos”, anjinhos de todos os Valériosdutos!

Presidente do STF inicia a fase destinada aos votos dos ministros. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF (15/08/2012)

O Professor René Dotti deve estar observando os atores da arte em qual ele é Grande Mestre.

René Ariel Dotti

Um dos maiores penalistas do país. 

A GASTRONOMIA CONTINUA.

Comícios regados a ki sucos e pães enrugados com linguiças de trésontonte.

Problemas gástricos?

Daí é só procurar o Elias da Farmácia e o Estraga Onofre do Supositório.

Haja estomago para politicar!

“Vamu que Vamu”! Caro amigo Juan Campesino.

Já pensou em se candidatar?

No interior, onde os debates eram em palanques montados na praça principal da cidade, sem a tecnologia televisiva, dois candidatos disputando a prefeitura, assistiu-se o bate-boca:

O primeiro falou:

“Vossa Excelência é um DESCALCIFICADO! ”

O segundo respondeu de ‘bate-pronto’:

“Vossa Excelência é um analfabeto”! Pois deve estar querendo dizer: “DESCLASSIFICADO”!

O primeiro retrucou:

“Não”! É DESCALCIFICADO MESMO! Porque sua mulher lhe bota corno há mais de dois anos e o chifre ainda não nasceu! Deve ser falta de cálcio…

Como diria o baiano: “Tá rebocado e piripicado”!

O outro baiano contaria que:

* “Me retei e piquei a porra”.

* fiquei nervoso e dei um tiro nele!

Aqui no sul não tem mais o coronelato da época do Guataçara Borba Carneiro.

Guataçara Borba Carneiro (Reserva, Paraná, 24 de maio de 1899 – Curitiba, 17 de junho de 1979) foi um político brasileiro.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Meu pai foi Juiz de direito em Reserva.

Era um revolver em cada lado da cintura.

Política de outros tempos.

Reserva-Paraná

Guataçara Borba Carneiro

Guataçara Borba Carneiro, descendente do célebre sertanista Telêmaco Borba, nasceu em Reserva, Paraná em 24 de maio de 1899.

Foi prefeito de Tibagi, deputado estadual por várias legislaturas e presidente da Assembleia Legislativa. Ocupou a chefia do Poder Executivo por duas vezes nas ausências do governador Moysés Lupion, em 1949 e 1959.

Exerceu ainda os cargos de promotor público interino e de delegado regional de Tibagi.

Eleito deputado estadual, pela primeira vez, em 1947. 

Líder da maioria no ano seguinte e reeleito em 1950.

Nas eleições governamentais de 1960, integrou dissidência do Partido Social Democrático. 

 Depois de algum tempo no ostracismo, reapareceu na cena política como presidente do Partido Democrático Social.

 Exerceu muita influência na política do seu tempo pelo poder de liderança e de coordenação política, notadamente quando o Secretário dos Negócios do Interior e Justiça.

 “Amigo dos livros, supriu com leitura de bons autores a falta de curso superior”, autodidata de reconhecido valor intelectual.

Quando eu passava em frente á casa dele perto do Colégio Estadual do Paraná para praticar salto na plataforma da piscina, lá estava o Guataçara com seu chapelão, sentado na varanda.

 Era vizinho do Colégio.

Bento Munhoz da Rocha Netto e Moisés Wille Lupion de Tróia. 

Minha homenagem aos bons políticos do Paraná. 

Tanto em épocas MORNAS E GASTRONÔMICAS quanto em épocas FRIAS E SUBNUTRIDAS!

Boa Eleição…

Israel Cosmos

Israel Cosmos

Cheguei em Israel no dia 18 de julho de 2017!

Número significativo na Kabbalah (também Cabala, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala) – é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.

Cosmos é o espaço universal, composto de matéria e energia e ordenado segundo suas próprias leis; Universo. Na filosofia grega, a harmonia universal; o Universo ordenado em leis e regularidades, organizado de maneira regular e integrada.

Aqui em Israel a matéria do Universo é eletrizada. Parece que está tudo magnetizado!

Quando vou trocar o saco de lixo, feito de plástico, ele cola em minha pele.

A cortina do box no banheiro, feita de material sintético, cola em meu corpo!

Até a constante aceleração da gravidade de 9,8m/s² parece ser diferente.

Isso tudo sem contar com a salinidade do Mar Morto rompendo a gravidade.

Nem elefante afunda.

Tudo parece que pertence a um microcosmo diferente.

Os sons e barulhos são amplificados, reverberados e estereofônicos!

Criança quando chora não chora! Grita como se fosse de pavor! Como se estivessem sendo esganadas.

Se os carros não tivessem buzinas aqui em Israel, nenhum motorista saía de casa.

Nos vários encontros com amigos curitibanos me deparei conversando com Léo Kriger.

Após ter feito várias observações sobre as energias desta Terra Santa, concordamos que aqui existe um microcosmo diferenciado do resto do Universo.

Eu e o Léo.

Muitas vezes aproximo as mãos perto da cabeça e os cabelos se arrepiam como se fossem eletrizados. Como um imã.

Alguém comentou que eu só iria me adaptar aqui somente após dois anos!

Um já foi!

Voltando a questão dos cabelos imantados, logo que chegamos em Israel deparamos com uma cena que comprova a veracidade da minha afirmação.

Na Praça Rabin em frente da Prefeitura de Tel Aviv, o magnético microcosmo é visto na loira atrás da minha mulher.

Outro comentário engraçado foi o da querida amiga Tania Gisele Slud:

“Qualquer dia o Marco vai dizer – Onde eu fui amarrar o meu bode”?

Aí fui procurar lembrar dos lugares desse mundão sem porteira por onde passei.

Lembrei-me das Minas Gerais onde vivi muitos anos da minha vida.

Me perguntei então no famoso sotaque mineiro!

“Doncovim?…Oncotô?…Proncovô?

Em seguida fui até a praia aqui em Rishon LeZion onde vivo.

Ali no pôr do sol a resposta veio rápida!

Fotografei!

Era o “I” de Israel cujo pingo do “I” estava quase chegando na linha do horizonte!

Até nisso o microcosmo se encontra com o macrocosmo!

Pensei:

Que doideira é essa?

Esse mundo de magia faz uma vitamina do meu hipotálamo com minha pineal e a tireoide bem batidas num liquidificador.

O momento onde esses diálogos foram registrados, em foto, era o Sarona Market em Tel Aviv.

Eu estava entre o Léo e a Tania.

Após o almoço saímos para dar uma caminhada nos jardins do Sarona!

Aí constatamos que o “arranha céu” estava cutucando o macrocosmo!

Em Israel existem prédios com mais de 100 andares.

A arquitetura é monumental!

O som, a luz, a cor, o ar, a temperatura e… O pensamento do momento é que tornam um ambiente mágico! Tudo é somado às viagens das nossas fantasias, onde o ato de pensar enleva o ato de sentir! Quando na tenra infância ouvíamos as historinhas infantis e nos transportávamos á mundos mais distantes e fantásticos do que as agruras do dia a dia real, assim também, na idade adulta alçamos voar a um mundo lindo da imaginação.

“Ó Poderosa Força Vital do Universo… Alcançai o Espírito que está dentro da minha Alma e renovai a Vida que está dentro do meu Corpo”!

Como todo “sabra” enfio o dedo no nariz quando  paro nos sinaleiros.

E  continuo cantando e buzinando:

PLANO DE GOVERNO E A DIVINA COMÉDIA

PLANO DE GOVERNO E A DIVINA COMÉDIA

Protesto em São Paulo deixa 85 ônibus danificados. As encrencas continuam. Em Curitiba uma cidadã brada em alto e bom tom: Eu, Anamaria Arruda, acuso as autoridades políticas do meu País, por assassinato!  Por, com a sua inércia e sua incompetência, permitirem que de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – apesar de o Brasil representar apenas 2,8% da população mundial, registra 11% dos homicídios em todo o planeta! Isso é inaceitável! É estarrecedor! Estou cansada de ser brasileira…

A insegurança campeia solta nos espaços urbanos.

Para começo de conversa vamos citar Dante Alighieri em italiano: “Lasciate ogni speranza voi che entrate!”.

Abandonai toda esperança, vós que entrastes, escreveu Dante Alighieri em A Divina Comédia, Canto III do Inferno, 9º verso.

Vamos observar os sinais dos novos tempos.

Vamos enxergar os pobres invisíveis que os governos não olharam durante décadas.

Vamos resolver o problema da miséria cujo diagnóstico óbvio é a migração rural, desnível de renda, aumento das favelas que antes eram ralas periferias.

Vamos alocar verbas do governo federal para os coitados de dentro e de fora das prisões, para que eles não apareçam apenas nos desabamentos dos morros ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”.

Os pobres coitados citados estão ficando cada vez mais ricos com a multinacional do pó.

Nós estamos morrendo de medo.

Os coitados são o inicio tardio de nossa consciência social.

Tem coitado lendo Dante na prisão.

Tem coitado que afirma que o país não tem solução.

“A própria ideia de solução já é um erro!” Brada o coitado chefe de todos os chefes.

Vamos governar olhando para as 560 favelas do Rio.

Vamos monitorar de helicóptero a periferia de São Paulo.

Vamos aplicar muitos bilhões de dólares para gastar com organização.

Vamos eleger governantes de alto nível, com imensa vontade política para incrementar o crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral.

Tudo isso será feito sob a batuta de uma “quase tirania esclarecida”, que pule por cima da paralisia burocrática secular, que passe por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições.

Vamos fazer uma reforma radical do processo penal, criando comunicação inteligente entre polícias municipais, estaduais e federais para não deixar os coitados fazerem “conference calls” entre presídios.

Nós temos medo de morrer fora das prisões.

“Lasciate ogni speranza voi che entrate!”.

Na cadeia nós não podemos entra para matar coitados, mas eles podem nos matar aqui fora.

Tem coitado se dizendo homem-bomba. Nas favelas tem cem mil homens-bomba. Eles estão no centro insolúvel. Eles estão no mal e nós no bem, no meio a fronteira da morte, única fronteira.

Os coitados já são outra espécie, outros bichos, diferentes de nós.

A morte para nós é um drama religioso numa cama, no ataque do coração. A morte para os coitados é um “presunto” diário, desovado numa vala.

Os coitados são guerreiros do pó.

Têm coitados que leem 3000 livros, inclusive Dante, cujos soldados são estranhas anomalias do desenvolvimento torto deste país. Vamos propiciar a todos os coitados o privilégio que somente alguns poucos possuem.

Não há mais proletários, infelizes ou explorados.

Há uma terceira coisa crescendo aqui fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Somos indivíduos endividados!

Já surgiu uma nova linguagem.

As gravações feitas com autorização da Justiça são outra língua.

Estamos diante de uma espécie de pós-miséria geradora de uma nova cultura assassinada, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas.

É uma merda com chips, com megabytes.

Os comandados do coitado (chefe dos chefes) são uma mutação da espécie social, fungos de um grande erro sujo.

Vamos aplicar mais na periferia.

Quem tem US$ 40 milhões, como Beira-Mar (coitado mor), pode contribuir para um Brasil melhor.

Pode fazer nossas prisões se tornarem um hotel confortável, um escritório de empresa rica e moderna.

Vamos parar de defender a “normalidade”.

Vamos fazer uma autocrítica da própria incompetência.

Vamos entender a extensão do problema, como escreveu Dante, “Lasciate ogni speranza voi che entrate!”.

Nosso PLANO DE GOVERNO É UMA DIVINA COMÉDIA.

Beira-Mar (coitado- mor) lendo Dante Alighieri…

Vamos parar de defender a “normalidade”.

Vamos fazer uma autocrítica da própria incompetência.

Nosso PLANO DE GOVERNO FOI EXTRAÍDO DA ENTREVISTA COM “MARCOLA”.

Só para definir a citação, “coitado”, trata-se de individuo infeliz no coito.

Marcola, que lê Dante, pode fazer nossas prisões se tornarem um hotel confortável, um escritório de empresa rica e moderna.

Voltando à Curitiba, li na Coluna do Aroldo Murá:

CASO POLICIAL

Nos meios policiais, intensas buscas e batidas, com um só alvo: prender os criminosos que assaltaram a mansão da filha do deputado federal André Zacharow (do PMDB) e seu marido (médico). O casal foi barbaramente rendido, anteontem, na casa, no Rebouças. Os bandidos evadiram-se, levando uma fortuna, em joias e objetos de valor.

Em GRITO DE DESESPERO – por Anamaria Arruda (Jefferson Severino – 04/04/2013 SC 01571 JP). No brado da cidadã que citei ao iniciar esta lavra pode-se sentir o desespero, o destempero:

 “O assassinato de um médico aqui em Curitiba, na última terça-feira 19/02/2013, (GAZETA DO POVO) voltou a assombrar a população de Curitiba. Dói imaginar a angústia que esse homem sentiu por ver a sua família ameaçada e não poder fazer nada. Angústia que me leva às lágrimas, ao comentar o caso com minha filha, no café da manhã. Não importa se não há laços de sangue entre nós, somos todos irmãos, vítimas de uma guerra inominável. Mais uma família destroçada!”.

A brava mulher curitibana arremata:

Por aceitar a dignidade perdida, pela preguiça que temos de sair às ruas, exigindo um país com vergonha na cara…

Por achar que viver dessa maneira é uma “fatalidade”.

Não é! Fatalidades são terremotos, maremotos, tempestades…

Por, ao som de um pagode, a vitória do time favorito, ou a última aquisição tecnológica, a maioria de o povo brasileiro achar que vive em um país decente…

A droga escraviza a todos nós, quando nos darão a carta de alforria?

Governo do Estado, Governo Federal acordem! A segurança pública é sua responsabilidade!

Não gastem a verba de que dispõem, com publicidade!  

A melhor publicidade do seu governo é uma população com Segurança, Saúde e Educação!

É, acima de tudo, uma população sem medo!  Chega de ouvir vocês dizerem:

“Não reajam! Entreguem tudo”! Nós é que dizemos a vocês: “Reajam”! …“Entreguem seus míseros cargos, políticos safados, se não são dignos deles”!

O povo do Paraná e de todo o nosso Brasil agradece!

Nosso PLANO DE GOVERNO FOI EXTRAÍDO DA ENTREVISTA COM “MARCOLA”.

“Lasciate ogni speranza voi che entrate!”.

Canoa furada?

Sem contar com os sem tetos e os sem sapatos.

Meu sapato já furou… Minha roupa já rasgou… E eu não tenho onde morar… Meu dinheiro acabou… Eu não sei pra onde vou… Como é que eu vou ficar?

Nesse Brasil brasileiro ainda temos que escutar alguns “políticos” se justificando: “Falta um pouquinho pra daqui a pouco!”… “Pelo menos está melhor que mais ou menos!”… “A revolta e o protesto não são manifestações populares… São orquestrações da oposição!”.

Copa das Confederações… Pão e Circo?

Federação é uma somatória de “fedores”?

O custo para a organização da Copa de 2014 já atinge R$ 26,5 bilhões. A cifra é R$ 2,7 bilhões, maior que o previsto no primeiro balanço orçamentário da União, de janeiro de 2011, e vai aumentar. Folha de São Paulo.

A Arena Nacional de Brasília, de 70 mil espectadores, será o estádio mais caro da Copa do Mundo de 2014. Seu custo passa dos R$ 700 milhões.

Os 12 estádios para a Copa do Mundo deveriam custar, segundo previsão oficial há três anos, R$ 5 bilhões e 389 milhões. O custo na véspera de Brasil x Japão, o jogo de abertura da Copa das Confederações, já bate os R$ 7 bilhões e 107 milhões. Aumento de R$ 1,7 bilhão, 30% a mais. A história da arquitetura financeira e política para a construção dessa dúzia de estádios – que macaqueiam chamando de “arenas” – é uma crônica de como se opera no Brasil. A começar da conversa, mole, de que não haveria “uso de dinheiro público” para estádios. BOB FERNANDES Foi redator-chefe de Carta Capital.

Nosso PLANO DE GOVERNO FOI EXTRAÍDO DA ENTREVISTA COM “MARCOLA”.

“Lasciate ogni speranza voi che entrate!”.

Portugal – favela na cidade de Amadora | Flickr – Photo Sharing!

Essas crianças nunca saberão quem foi Dante Alighieri!

Quem sabe conhecerão Marcola e Beira Mar?

Mas não sê tão ingrata!

Não esquece quem te amou…

E em tua densa mata…

Se perdeu e se encontrou.

Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:

Ainda vai tornar-se um imenso Portugal!

Have a good time!

Pequenos Incômodos… Grandes Transtornos!

Pequenos Incômodos… Grandes Transtornos!

A somatória das pequenas coisas é o que mensura o tamanho da “encrenca” ou do estado de paz e harmonia!

Sempre tem um pé doente para um chinelo velho.

É infinitamente melhor ser rico com saúde que pobre doente.

Existem momentos na vida em que tudo parece dar errado.

Desde o vazamento de uma torneira até a necessidade de extrair algum dente.

É como diz o ditado popular:

“Deus te dá os dentes, mas não mastiga por você”!

De repente o computador em que estou escrevendo agora deu um “pau”.

Desligou e não havia jeito de fazê-lo voltar.

Foi um “Deus nos acuda”.

Era Control + Shift + Delete insistentemente e nervosamente.

Nada! Absolutamente nada!

A tela do monitor escureceu.

Anotei mais um Pequeno Incômodo em minha mente.

Lembrei-me do Major Murphy:

“Se alguma coisa tem chances de sair errado certamente sairá, e da pior maneira possível”!

E por aí vai andando a empreitada dos Pequenos Incômodos…

Assim nós temos a propensão de achar que:

“Se você esta se sentindo bem, não se preocupe, logo passa!”

Tentando me controlar, levantei da cadeira e fiquei “ciscando” pela casa.

Subi e desci os 18 degraus da escada que une os dois pavimentos da minha morada uma infinidade de vezes.

Afinal:

“O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra”.

“Você sempre encontra aquilo que não está procurando”.

Liguei a televisão e…

Claro que não funcionava.

A TV a cabo estava com problemas de conexão.

Nessas alturas dos acontecimentos, resolvi relaxar.

Confesso que não foi fácil.

Havia uma semana que passei por uma cirurgia de implante dentário.

Foram intermináveis dias se alimentando com líquidos, sólidos cremosos ou pastosos.

Sem contar com a “batelada” de medicamentos.

Mais um fator que corroborou os Pequenos Incômodos… Grandes Transtornos!

Nas “Recomendações pós-cirúrgicas”, a primeira foi a que mais contribuiu para incomodar ainda mais:

Não fumar.

Não tomar bebidas quentes nas primeiras 48 horas.

Alimentação fria ou gelada, líquida ou pastosa nas primeiras 48 horas.

Não fazer esforço físico e não praticar esportes durante sete dias.

Falar somente o necessário nas primeiras 48 horas.

Fazer bolsas de gelo nas primeiras 48 horas.

Não se expor ao sol.

Não fazer bochechos logo após a cirurgia.

No dia seguinte bochechar Listerine três vezes ao dia até a remoção das suturas.

Tomar medicação prescrita.

Remoção das suturas entre 7 a 10 dias.

Parabenizo os odontólogos pelas eficientes e excelentes intervenções.

Fico também envaidecido pelo fato de ter conduzido meu corpo e minha mente de forma á contribuir na breve recuperação.

Porém, antes de todo esse processo, cometi uma gama variada de intempéries.

Provavelmente em função dos estados físico e emocional pelos quais eu estava passando.

“Apaguei” sobrinho em discussão sobre religião em rede social.

Fui chamado de “sem noção” por um “amigo”!

Os motivos podem até serem discutidos com mais amiúde…

Uma brincadeira poderá ser de “mau gosto” ou não.

Tudo vai depender dos estados de ânimos entre os partícipes.

Enfim, acabou sendo incluído em Grandes Transtornos!

Tentei concertar, pedindo desculpas…

Não houve resposta.

Tudo bem então!

Vamos em frente!

“Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai”.

As “coisas” começaram a melhorar quando consegui, após vários telefonemas, transferir valor em transação bancária pela internet.

A TV voltou ao normal, o computador se restabeleceu como se fosse um passo de mágica e as flores no jardim floriram com o início da Primavera!

Será que cometi muitos pecados na vida?

Matei muitos passarinhos com estilingue?

Bom, é chegado o Yom Kipur.

É o Dia do Perdão, uma das datas mais importantes do Judaísmo.

No calendário judaico começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro, Outubro ou Novembro), continuando até ao seguinte pôr do sol.

Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e oração intensa.

Ao longo de todo o ano o homem comete toda sorte de erros e pecados, voluntários e involuntários.

 O processo da teshuvá (arrependimento, retorno ao bem) não poderá realizar-se magicamente em um dia.

 A tradição judaica coloca ao mês de Elul, último do ano, como prefácio para ir preparando o homem para a reflexão profunda, até o grande caminho interior.

 Cedo, nas manhãs de Elul se ouve o som do shofar.

Observa-se também que as más ações ou transgressões têm duas polaridades: uma do homem em relação ao homem e a outra, do homem em relação a Deus.

 A primeira é a da vida diária, exterior, social e inter-humana.

 A outra, do âmbito da alma, é o segredo da consciência.

 A primeira é coisa de homens, e os homens têm de resolvê-la:

 “As transgressões que vão de homem a homem, não são expiadas pelo Yom Kipur, se antes não forem perdoadas pelo próximo”.

Daí que se costuma pedir previamente o perdão de nossos semelhantes, se eles não perdoam Deus não poderá intervir.

Assim…

 Se eu não for perdoado…

Só restará…

Pequenos Incômodos… Grandes Transtornos!

Semelhante ao período em que fiz meus implantes dentários:

É o dia do perdão – quando Deus perdoa a todo Israel.

 Durante esse dia, nada pode ser comido ou bebido, inclusive água.

 Não é permitido lavar a boca, escovar os dentes ou banhar o corpo.

 Somente o rosto e as mãos podem ser lavados pela manhã, antes das orações.

 Não se pode carregar nada, acender fogo, fumar, nem usar eletricidade.

 O jejum não é permitido para crianças menores de 9 anos, pessoas gravemente enfermas, mulheres grávidas e aquelas que deram à luz há menos de trinta dias.

Até que cumpri boa parte dessas “empreitadas”!

Pequenos Incômodos… Grandes Transtornos!

Torre de Pizzas

Torre de Pizzas

SONORO DESPERTAR

Acordei, abri a janela e o bem-te-vi cantou olhando para mim. Ontem o sono demorou a chegar. Nem sei se chegou. Às vezes o limbo confunde a percepção. Estava pensando como escrever a continuidade das minhas incursões europeias.  Falando da Suíça, lembrei-me do saudoso amigo Oscar Bolliger, Cônsul que me atendeu e orientou quando, após ter voltado da Europa, pensei em retornar à Confederação Helvética. A ideia era montar uma Comercial Importadora em Berna, onde levaria algumas representações brasileiras. O Bolliger me apresentou o então Secretário de Indústria e Comércio, Antônio Fernando Miranda, que se tornou um bom amigo também. Fernando Miranda, sabendo do meu desiderato, apresentou-me Nicola Minervini, alto executivo da Brown Boveri (empresa multinacional com sede em Zurique) para a América Latina. Acompanhei Nicola durante dois anos em suas andanças pelo Brasil, realizando palestras sobre comércio exterior. Bondade do Fernando Miranda e paciência do Minervini ao me proporcionarem tamanha oportunidade. Fiz muitos contatos para angariar marcas e produtos susceptíveis de serem comercializados na Europa. Em determinado momento, para realizar o pretendido, com boa parte da documentação já providenciada, me foi solicitado pelo Governo Suíço, uma Carta de Apresentação de algum órgão oficial ligado ao setor de exportação e importação. Ingo Zadrozny, então dono da Artex e presidente da entidade mor de comércio exterior no Brasil, me agraciou com tal Carta. Como precisava de um capital inicial de grande envergadura, não pude realizar o projeto de retorno ao coração da Europa. Embora não tenha vingado vitória na empreitada historiada, ganhei muitos amigos e uma experiência impar na caminhada da vida.

Conheci Arnaldo Macedo Caron que me proporcionou a concepção do logotipo de sua empresa de transportes aéreos e o projeto arquitetônico do primeiro terminal de containers fora do Porto de Paranaguá, na saída para as praias em Curitiba.

Logotipo da Comissária de Transportes. Marco Alzamora.

Henrique Lenz Cesar, competentíssimo Desembargador e Presidente do TJP eu já conhecia do próprio Tribunal de Justiça do Paraná, por intermédio do meu pai Juiz de Direito Zanoni de Quadros Gonçalves. A amizade ficou fortalecida pelo convívio de vizinhança nas férias de Caiobá. Sua casa ficava em frente à do Renato Schaitza, meu então sogro, e já tínhamos o Rotary em comum.

Renato Schaitza, minha filha linguaruda Renata com os priminhos Otávio e Alfredo em Caiobá.

Apadrinhado pelo Rotary Club Curitiba (o Curitibão), fiz parte da fundação do Rotary Club Curitiba-Marumby, no qual fui Secretário. Muitas vezes saímos, eu, Henrique e Caron, no enorme iate do último (maior barco do Iate Clube de Paranaguá) e após belíssimos passeios em alto mar, ancorávamos próxima a Ilha do Mel para saborear a moqueca especialidade do bom chef Lenz Cesar. Como era bom de serviço o saudoso companheiro. Chegava a empatar com a moqueca do Rubens Teig nos jantares da Confraria do Lechaim (Grupo de amigos do Centro Israelita do Paraná que se confraternizam todas as terças feiras de cada mês, revezando-se na cozinha).

Marco e um amigo “sabra”. Confraria do Lechaim!

Le Grand Chef Rubens Teig e o Poderoso Chefão da Confraria Isaac Ingberman.

Ao fundo o Guardião da Vodca (Lechaim) Claude Hasson.

Nessas andanças, eu não poderia deixar de citar dois grandes companheiros dos tempos idos:

Odone Fortes Martins (Jornal Indústria e Comercio) e Miguel Zattar (Labra).

Odone Fortes Martins

O empresário Odone Fortes Martins já foi membro dos Conselhos Superior e Deliberativo, vice-presidente (1990/94), primeiro vice-presidente (94/96), vice-presidente e coordenador do Conselho Político (2008/2010) e vice-presidente e coordenador do Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais na Associação Comercial do Paraná.

Se o meu amigo “Sancho Pança” comentasse a foto, diria:

“Lá vai o ‘Mala’ e as malas”

De pronto eu responderia:

São malas com alças! Mané! Viu SSP*?

*Seu Sancho Pança – El Bruxo doravante!

No Brasil a Torre se chamaria:

“BALANÇA… Mas Não Cai”!

E… Io cammino per le strade!

E Ando Devagar…

Guardando na memória:

Oscar Bolliger

Antonio Fernando Miranda

Nicola Minervini

Ingo Zadrozny

Arnaldo Macedo Caron

Renato Schaitza

Henrique Lenz Cesar

Zanoni de Quadros Gonçalves

Rubens Teig

Isaac Ingberman

Claude Hasson

Odone Fortes Martins

Miguel Zattar

TRANSITANDO… POETIZANDO… POLEMIZANDO POLETIZANDO… – Licenciosidade poética –

TRANSITANDO… POETIZANDO… POLEMIZANDO

POLETIZANDO

 – Licenciosidade poética –

Minha mulher olhou para mim e me desafiando falou:

“Quero ver você ser poeta falando deste trânsito”!

Todos os dias, penso duas vezes quanto à coragem de sair de casa. 

Fui buscar os DANTES!

Lembrei-me da escrita do Dante Mendonça para completar o caos:

Para o eleitor do sexo masculino, machista por natureza, é próprio das mulheres a falta de espírito de decisão, a capacidade de decidir ou resolver de pronto. Usando como exemplo uma velha piada, no trânsito temos uma colisão na via de mão dupla: 

– Seu guarda, a madame  fez sinal que ia entrar à esquerda. Acelerei, também desviei à esquerda, e fui com tudo pra cima do carro dela. 

– Mas a senhora não estava sinalizando que ia entrar à esquerda? 

– Justamente! É inacreditável, mas ela entrou de fato à esquerda! Quem iria imaginar? O normal seria a madame sinalizar à esquerda, e entrar à direita!

Quando não penso no trânsito, saio mais rápido, sem titubear.

Protelado o massacre do stress, vencido o primeiro medo, mergulho no fluxo sanguinário de artérias entupidas, congestionadas, cujo sistema nervoso assemelha-se às questões anatômicas de um corpo doente.

Não dá para ser poeta do caos.

Dante Alighieri em sua viagem guiada pelo poeta romano Virgílio, poetiza o inferno.

Dante e Virgílio no Inferno, quadro de William-Adolphe Bouguereau. Wikipédia.

No trânsito esses corpos se metamorfoseiam em automóveis de aço.

No estado e na capital paranaense temos os ANÉIS como forma de sugerir fluxos mais fluídicos e induzir ao progresso.

ANÉIS…

Anel de integração… Anel viário…

Anelado, continuo pensando em como fazer poesia, sem heresia e com cortesia.

No poema de Dante, o inferno é descrito com nove Círculos de sofrimento localizados dentro da Terra.

Belo Horizonte, a primeira cidade brasileira projetada e concebida, pelo urbanista Aarão Reis, tem como conceito concepcional o sistema radial, com muitos anéis até a Avenida Contorno. Os raios têm seu ponto central na Praça Sete. A cidade foi planejada para acomodar 600 mil habitantes.

Aqui até houve proposta com similaridade conceitual. Plano Agache.

Agache aqui… Aarão lá!

O trânsito continua a “lesma lerda”.

Sem querer ser cínico, engraçadinho ou poeta, a lerdeza é a mesma!

Se colocarmos os nove Círculos de Dante no caminho de onde estamos e para onde vamos, aqui seria diferente de Belo Horizonte. Lá o mineirinho diria: “doncovim, oncotô… proncovô?”.

Aqui, o atleticano xinga o coxa-branca e vice versa. O torcedor do Paraná Clube fica quietinho… E assim o trânsito continua não fluindo!

Há alguns anos passados escrevi que o trânsito em Curitiba funcionava como um relógio suíço.

 Era o arquiteto Marcos Prado o responsável pelo DETRAN.

Sincronia de sinais como sinfonia de pardais!

Outro tempo é claro.

O adensamento vertiginoso despreza a lerdeza do planejamento.

Entre “tapas e beijos”, os tapa-buracos!

É! Obras também corroboram o caos transitório.

Necessárias para melhoria e conforto da população, carecem de planejamentos minuciosos para diminuir os transtornos na saúde da urbe.

Voltemos à poesia de Dante e Virgílio.

Portal do Inferno:

Portal do Inferno não tem portas ou cadeados, somente um arco com um aviso que adverte: uma vez dentro, deve-se abandonar toda a esperança de rever o céu, pois de lá não se pode voltar. A alma só tem livre-arbítrio enquanto viva, portanto, viva se decide pelo céu ou pelo inferno. Depois de morta, perde a capacidade de raciocinar e tomar decisões.

Arco, anel e circulo… Parace que tudo está “redondinho”.

Soma-se a isso tudo, os carrinheiros; motoqueiros; estacionamentos em fila dupla (carros, caminhões e até pedestres afoitos); mal traçado trajeto de coletivos.

Revista Eletrônica do Grupo Educacional Uninter

Foto: Larissa Glass

Êta ferro! Eu que já fui motoqueiro fico pensando que trabalhar com moto deve ser “osso duro de roer”.

Melhor seria fazer como meu irmão Vinícius…

Vai navegando sem destino pelo mundo a fora…

Para trás, só olhando no espelhinho.

Quando chega a alguma paragem, estica os músculos e continua sua viagem rumo ao desconhecido.

É como velejar no asfalto… Com motorzinho bem turbinado.

Ciclonibus via?

Ligeirinho invade trecho da ciclofaixa da Rua Marechal colocando em risco integridade dos ciclistas: “Tenho horário para cumprir”, justifica o motorista.

Alexandre Costa Nascimento/Ir e Vir de Bike

Tire a gravata e vá trabalhar de bicicleta!

Idiosincrasias dicotômicas ou dicotomias idiosincráticas?
“O cérebro encolhe e fica titica de galinha”

Antonio Costa/ Gazeta do Povo

Para taxistas, Avenida Visconde Guarapuava lidera lista das vias com pior tráfego em Curitiba.

Como sempre me dizia o saudoso amigo, companheiro e padrinho das minhas artes, Dino Almeida: “O curitibano já é ruim de boleia… Quando chove então o cérebro encolhe e fica do tamanho de uma titica de galinha”!

Situação bastante comum e incômoda em vários pontos da urbe.

No trajeto minha mulher falou que será difícil poetizar com esse infernal trânsito.

Lembrei-me do Zé Lopes, garimpeiro no Tocantins que comprou diploma de advogado para herdar uma fazenda, como procurador.

“Difícil é pegar galinha pela orelha”! 

Esse trânsito está um chute, de bico, no apêndice pendular masculino!

Pô, o cara tem uma BMW!

No trânsito, para ser poeta… Só se for trabalhar de bicicleta!

Mas… Tem que ser atleta!

Cala a boca seu poeta!