A Bruxa… Está Solta!

A Bruxa… Está Solta!

Divina Comédia! Cavaleiros do Apocalipse! As coisas já estavam previstas. Nada se cria… Tudo se transforma!

Peste, Guerra, Fome e Morte. Inferno, Purgatório e Paraíso. Tufões com velocidades de 250 km/h. Congestionamentos com mais de 300 km de extensão.

O nó cego no trânsito até parece à formação de um furacão. A bruxa solta e o homem aprisionado em suas máquinas barulhentas e poluidoras. Os barulhos das cidades ultrapassam os decibéis saudáveis para tímpanos sensíveis.

Como o desejo de viver pode se transformar em disposição para matar?

Manifestantes exigem fim de matança de cães de rua.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade sempre foi uma utopia! Tempos de cobra engolindo cobra! Corrupção material e espiritual. Abusos dos excessos de poder.

Massacre dos menos privilegiados. Condenados e presos que vão para a prisão acenando com gestos de vitória, sabedores da impunidade! Soberba! É o homem cambaleando perdido num mundo que se adensa de forma desumana e violenta.

Arte e Arquitetura?

Joana Gontijo – Lugar Certo

A partir da observação deste panorama que, por si só, carrega um grande potencial imagético, o fotógrafo alemão Michael Wolf criou o projeto intitulado de “Arquitetura de Densidade”.

Com uma população superior a 7 milhões de habitantes, é fácil perceber que altos edifícios formam uma paisagem comum em Hong Kong. A cidade na China é um dos locais mais densamente povoados do planeta, levando o conceito de arranha-céus a um patamar inteiramente novo, sendo que a configuração destes prédios é um verdadeiro espetáculo visual em particular. O número de construções verticais na região supera a marca de 6,5 mil, acima da quantidade de arranha-céus em Nova York, e, a cada quilômetro quadrado, estão 6,4 mil pessoas.

Não existe planejamento que acompanhe o crescimento vertiginoso dos grandes conglomerados urbanos.

Do lixo urbano… O lixo humano está a apenas um passo. Onde as populações menos favorecidas amargam o “caput mortum” da civilização, parido em fezes e urinas a poluição original.

No best-seller de Geoffrey Blainey “UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO” ele nos relata sobre “As Bruxas estão Soltas”. Nas questões religiosas onde o bem e o mal sempre disputaram espaço nas mentes crentes e aguçadas, “O mal foi personificado nas bruxas: Quando tragédias aconteciam, eram atribuídas à conspiração de alguma bruxa”. Mas não parava por aí. Quando havia dificuldade econômica em algum lugar ou em alguma família, logo se procurava a bruxa agressora. Nas adversidades da vida cotidiana, nas brigas e tensões, acusavam-se uns aos outros de bruxaria. Existiram locais específicos na Europa entre os anos 1450 e 1750, onde havia a maior concentração de bruxas.  O contingente de bruxas, mais de 100 mil “comprovadas”, vivia no sudeste da Escócia e no leste da França. A Alemanha também foi endereço preferido das “feiticeiras”, onde uma em três dessas possuidoras de vassouras vivia lá. Não que os “bruxos” fossem inexistentes. Porém, “Esses eram os padrões de disseminação da bruxaria. Assim, na Inglaterra e na Hungria, nove de cada dez bruxos condenados eram mulheres, embora na Islândia e na Estônia a maioria dos acusados e condenados fossem homens”.

A maioria das pessoas sentenciadas à morte por bruxaria na Europa, 75% eram mulheres. A imagem que temos é de que eram velhas e desfiguradas. Na Inglaterra a bruxa típica seria solteira ou viúva, velha e pobre, sempre arranjando encrencas com seus vizinhos. A ilustração a baixo pode ser de uma neta qualquer dessas citadas no livro de Geoffrey Blainey.

Peste, Guerra, Fome e Morte. Inferno, Purgatório e Paraíso. Tufões com velocidades de 250 km/h. Congestionamentos com mais de 300 km de extensão.

Condenados e presos que vão para a prisão acenando com gestos de vitória, sabedores da impunidade! Soberba!

William Adolphe Bouguereau (18251905)

Agora só fica faltando o José parar de brigar com o João. Diga aí Gil:

O rei da brincadeira

Ê, José!

O rei da confusão

Ê, João!

Um trabalhava na feira

Ê, José!

Outro na construção

Ê, João!…

A semana passada

No fim da semana

João resolveu não brigar

No domingo de tarde

Saiu apressado

E não foi prá Ribeira jogar

Capoeira!

Não foi prá lá

Pra Ribeira, foi namorar… A Bruxa Solta!

 

Ventila a Dor

 

Falar mal do bem… É tão mal quanto… Falar bem do mal!

Antes de começar esta escrita pensei em qual roupa deveria usar. Deveria ousar? Deveria amenizar? Deveria apenas relatar? Na cabeça passava músicas! “Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores”, “Apesar De Você” e “É Proibido Proibir”.

Momento bizarro em que nosso país está vivendo. Paulo Henrique Amorim é processado pela frase: “Negro de alma branca”.  Enquanto Vinicius de Moraes cantava em verso e prosa “Se hoje ele é branco na poesia”… “Ele é negro demais no coração”!

Jogar “porcarias” no ventilador é “botar pra feder”! Quando se fala “bons ventos o levem”!

Certamente não são sopros de um ventilador. O próprio nome do eletroeletrônico já diz tudo…

“Ventila a Dor”!  Tudo bem que no verão escaldante esse reprodutor de brisas, o ventilador, ameniza o desconforto que nos faz suar.

Suar até que é bom, expele as toxinas do organismo pelos poros.

Hoje o povo sua na rua! Brada alto para que o grito “ventilado” produza ecos nos tímpanos menos avisados. Quando não dá para defender o indefensável, coloco o rabo entre as pernas e não adianta espernear!

O poeta muitas vezes se arvora falar, escrever e cantar: “Tem dias que a gente se sente… Como quem partiu ou morreu… A gente estancou de repente… Ou foi o mundo então que cresceu…”. O Chico Buarque de Holanda é brasileiro! De tanto gritar, o poeta fica rouco e chora… E ri… E é até fica “calado” quando a censura impõe limites.

Hoje não é muito diferente de ontem.

Bom baiano, Caetano Veloso depositava poesia no ar para que o ventilador levasse aos quatro cantos:

“Em caras de presidentes… Em grandes beijos de amor… Em dentes, pernas, bandeiras… Bomba e Brigitte Bardot…”. Volta e meia, as pessoas se movimentam para sair de uma zona de desconforto. É isso que observamos em nosso país num momento histórico da política nacional.

É bem verdade que o mundo todo está “sangrando” as chagas numa tentativa de limpar o sangue ruim para transfusão de sangue bom!

Eu ventilo… Tu ventilas… Ele ventila… Nós ventilamos… Vós ventilais e… Eles ventilam! A nossa, a deles e a dor de todos os brasileiros irmanados.

Mal governados em intermináveis décadas após décadas. Nem tudo é tão ruim que não possa piorar e nem tão bom que não possa melhorar!

Num “muro” você só pode ficar ao lado esquerdo, ao lado direito… Ou em cima dele! Se estiver em baixo… Já morreu!

O primeiro Movimento custou R$ 0,20 centavos. Aí o vento começou soprar mais forte e os custos dessas ações já causaram prejuízos milionários!

De tantos Movimentos surgidos como reação em cadeia, do tipo efeito dominó, só falta mesmo fazer um Movimento Contra o Vento.

Um barco a favor do vento veleja com mais facilidade e economia.

Contra o vento é sempre mais dispendioso.

Em cada canto do mundo existe um Movimento.

No Egito, os faraós devem esta se movendo em seus sarcófagos.

A Rainha Hatshepsut, construtora do primeiro templo rupestre (no pé do morro), usuária de um cavanhaque postiço, deve estar fazendo a barba diante das barbáries.

Na Turquia a moça estava caminhando contra o vento sem lenço e sem documento! Para que documento?

Pois é poeta… Quem te viu e quem te vê!

O Brasil também está construindo templos rupestres!

Vai barracão… Pendurado no morro… E pedindo socorro…  A cidade a seus pés…

Caminhando contra o vento… Sem lenço e sem documento… No sol de quase dezembro… Eu vou…

O sol se reparte em crimes… Espaçonaves, guerrilhas…

Em Cardinales bonitas… Eu vou…

Em caras de presidentes… Em grandes beijos de amor…

Em dentes, pernas, bandeiras… Bomba e Brigitte Bardot…

Todos nós já ouvimos falar de Apocalipse. Dos Quatro Cavalheiros do Apocalipse… Nem todos, neste país culto e continental, sequer pensam do que se trata!

Os Quatro Cavaleiros são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse. Os quatro cavaleiros do apocalipse são Peste, Guerra, Fome e Morte. Wikipédia.

Para encerrar esta lavra espero que possamos evitar a Peste, Guerra, Fome e Morte!

MAS… ACIMA DE TUDO… ESPEREMOS QUE NOSSOS REPRESENTANTES POLÍTICOS POSSAM SER COMO CAVALOS DE RAÇA PURA… E JAMAIS… MULAS RELINCHANTES!

E JAMAIS… MULAS RELINCHANTES!

 

Mentira

Mentira

Não te contei não?

Que diga a primeira verdade quem nunca mentiu! Quando mentimos para alguém, estamos mentindo duas vezes. A primeira é para nós mesmos. Fica registrada nos anais acásicos da eternidade. Os Registros Acásicos contêm todo o Conhecimento do passado, presente e futuro do Homem. Esta é uma doutrina mística que se refere à Inteligência Indelével do Cósmico, às Forças Potenciais que atuam como as Causas de que todas as coisas se originam. Nesta Inteligência todas as coisas têm existência potencial. Assim, tudo está contido em essência. Já se cantou:

Pega Na Mentira – Erasmo Carlos

Zico tá no Vasco, com Pelé.

Minas importou do Rio, a maré.

Beijei o beijoqueiro na televisão.

Acabou-se a inflação.

Barato é o marido da barata.

Amazônia preza a sua mata.

 Tá… Tá… Tá…

Pesquisando no Discovery (Por Gabriel Tonobohn) sobre algumas mentiras da história recente da civilização, encontrei:

Em junho de 1972, cinco pessoas foram detidas ao tentarem fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta em telefones do escritório do Partido Democrata, no Hotel Watergate, nos Estados Unidos. Depois de alguns meses de investigação jornalística, ficou claro que os homens haviam sido enviados por autoridades próximas ao presidente Richard Nixon. Restava saber se Nixon sabia do ocorrido, ou mesmo havia ordenado à espionagem. A princípio, Nixon obviamente negou qualquer envolvimento, mas a verdade veio à tona mais tarde. Gravações de conversas privadas na Casa Branca surgiram, demonstrando que o presidente sabia mais do que dizia saber sobre o caso. Em agosto de 1974, quando já havia muitas provas que ligavam a espionagem a Nixon e ao Partido Republicano, Nixon renunciou à presidência, sendo substituído por Gerald Ford, seu vice. Ford assinou uma anistia que retirava as responsabilidades legais das infrações de Nixon, mas o caso deixou marcas tão profundas que ajudou a eleição de Jimmy Carter, do Partido dos Democratas, alguns anos depois.

No Brasil, hotel também tem história!

O ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, condenado no mensalão, desistiu de trabalhar no hotel Saint Peter, de Brasília. Na ocasião o advogado de Dirceu afirmou que o ex-ministro foi vítima do que chamou de linchamento midiático. E que não seria justo que outras pessoas fossem alvo de ódio e perseguição pelo gesto de generosidade de lhe terem oferecido o emprego de R$ 20 mil reais. Só rindo!

Beijei o beijoqueiro na televisão.

Acabou-se a inflação.

Outra forma mais danosa da mentira, encontramos em uma época negra da humanidade:

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”!

Propaganda nazista de Joseph Goebbels.

Quando o nazismo surgiu na Alemanha na década de 30, o antissemitismo já não era novidade.

O povo judeu já sofria preconceito e era perseguido. Mas o nazismo levou isso a um novo nível perpetuando mentiras centenárias.

Foi provavelmente a mentira com os piores efeitos da história.

Para isso, Hitler contou com o apoio de Joseph Goebbels, ministro da propaganda, lançando uma campanha maciça para convencer o povo alemão de que os judeus eram os verdadeiros inimigos e responsáveis por todas as mazelas da sociedade.

Hitler culpou os judeus inclusive pela perda da Primeira Guerra Mundial.

 A propaganda antissemita foi forte e assumiu uma variedade de formas, desde pôsteres, jornais e até filmes e transmissões de rádio.

Por fim, infelizmente, acabou sendo a maior prova de que uma mentira contada muitas vezes pode se tornar uma verdade.

O dano foi terrível!

Em tempo de eleições, as mentiras são praticadas como defesas, ataques, promessas que se sabem não serem cumpridas e uma gama variada de idiossincrasias dicotômicas… Ou dicotomias idiossincrásicas! Papo de político!

Justo Veríssimo foi a melhor tradução que Chico Anysio encontrou para representar algo que ele próprio classificava como enfadonho: a política. No rastro do jargão “tenho horror a pobre”, Justo Veríssimo era a mais completa tradução dos milhares de alarifes que frequentam o universo político nacional. Política, como se sabe, é um clube privado de negócios milionários, cujo acesso é restrito a uma ínfima minoria.

As mentiras começam cedo. Crianças pequenas aprendem pela experiência que declarar uma inverdade pode evitar punições por más ações, antes de desenvolverem a teoria da mente necessária para entender porque funciona. De maneira complementar, existem aqueles que acreditam que as crianças mentem por insegurança, e por não compreender a gravidade dos seus atos escapa da responsabilidade apelando para a mentira.

Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um “pecado” em muitas religiões.

As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo Agostinho e Kant disseram não. Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético.

 Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich. Já citado.

A mentira torna-se uma sátira com propósitos humorísticos quando deixa explícita pelos excessos na fala e o tom jocoso que de fato é uma mentira. Nestes casos é com frequência tratada como não sendo imoral e são muito praticadas por humoristas, comediantes, escritores e poetas.

Culpa do Gepetto?

Zico tá no Vasco, com Pelé.

Minas importou do Rio, a maré.

Beijei o beijoqueiro na televisão.

Acabou-se a inflação.

 

Ando… Meio Desconfiado!

Ando… Meio Desconfiado!

Está tudo “enquadrado”!

Nosso céu… Nosso Sol… Nosso mar… Nossas montanhas… Nossa floresta… Nosso solo… Nossa mente!

Tudo milimetricamente documentado em coordenadas exatas de cada posicionamento dessa poeira cósmica que envolve o Universo!

 Dá até para saber onde o aviãozinho da FAB está levando algum cara de pau!

Toca o meu telefone celular… Trim… Trim… E do outro lado da linha alguém “grunhe”:

 Alô! Quem está falando?

Antes de responder com outra pergunta, passa-me pela cabeça dizer que é o “Chunda” ou o “Mario”! Contenho-me e respondo (perguntando) educadamente:

O senhor gostaria de falar com quem? (Pensando qual seria o motivo para alguém que liga para o seu telefone pessoal e pergunta quem é). Se for o Barack Hussein Obama II, eu vou achar que é gozação. Certamente ele já deveria saber com quem estava falando. Quem sabe até estivesse me vendo por um espectro de luz qualquer que paira sobre minha aura?

Tudo começou com o mancebo Edward Snowden:

Edward Snowden revelou a sua identidade ao jornal britânico The Guardian. O antigo colaborador da CIA e da NSA tinha acabado de revelar o esquema de espionagem montado pelos Estados Unidos para aceder a dados que permitem reconstruir as vidas e narrativas pessoais através do rasto deixado pelos utilizadores nas redes de telecomunicações.

Até aí… Tudo bem. Não cheguei ainda ao ponto de verificar pela janela se tem alguém olhando em direção da minha casa! Embora corram soltas piadinhas do gênero:

Muitas vezes fico pensando, antes de levantar-me pela manhã, se alguém já não teria ligado meu computador a distância e feito uma bela “bagunça” usando minha identidade pessoal! Ou, quem sabe, feito um “gato” em minha linha telefônica fixa? No telefone móvel não haveria fios expostos. Tudo é feito no éter mesmo.

Não me lembro de ter desconfiado da babá quando, na tenra infância, mamava sem ter o conhecimento do conteúdo da mamadeira! Eu poderia até ter desconfiado se sentisse um gosto de “jabá” com mamão batidos no liquidificador. Será que ela estaria querendo me envenenar com uma pitada de pimenta?

Também não tive qualquer sentimento de perseguição em minha adolescência. Mas desconfiava de algumas coisas do gênero: “Passei pomada Minâncora na cara objetivando acabar com aquelas espinhas apelidadas de ‘Chokito’ e todo mundo estava olhando para minha cara”.

Com todos os acontecimentos ocorridos neste momento histórico nacional, Ando… Meio Desconfiado!

Começo a pensar em teoria da conspiração e “escambau”. Tem um monte de gente botando o “bedelho” em tudo.

Teoria da conspiração (também chamada de conspiracionismo) é qualquer teoria que explica um evento histórico ou atual como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos, tais como uma “sociedade secreta” ou “governo sombra”.

As teorias da conspiração são muitas vezes vistas com ceticismo exagerado e por vezes ridicularizadas e mesmo desacreditadas, uma vez que raramente são apoiadas por alguma evidência conclusiva, contrastando com a análise institucional, cujo foco é o comportamento coletivo das massas em instituições conhecidas do público, tal como é descrito em materiais acadêmicos e relatos dos médios “mainstream” *, de modo a explicar acontecimentos históricos ou atuais sob o ponto de vista dominante (governos, instituições, opinião pública popular), ao invés de associações secretas de indivíduos. Por este motivo, o termo Conspiração é muitas vezes usado de forma depreciativa, na tentativa de desacreditar e caracterizar uma dada crença como bizarra, irracional e falsa, cujo apoiante é ridicularizado e considerado um excêntrico, ou um grupo de lunáticos. Tal caracterização é muitas vezes objeto de disputa, por serem muitas vezes injustas e inexatas.  

No final do século XX e inícios do XXI, as teorias da conspiração tornaram-se um lugar comum nos meios de comunicação, o que contribuiu para o conspiracionismo emergente enquanto fenômeno cultural. Acreditar em teorias da conspiração tornou-se, assim, num tema de interesse para sociólogos, psicólogos e especialistas em folclore.

*Mainstream (“corrente principal”) é um termo inglês que designa o pensamento ou gosto corrente da maioria da população. É muito utilizado atualmente referindo-se às artes em geral (música, literatura, etc.).

Contudo, Ando… Meio Desconfiado!

O povo está indo às ruas protestar contra a ineficiência governamental. Povo ferido! Há alguma coincidência entre as “espionagens” e as manifestações? Existe relação entre os acontecimentos?  Sei lá… Pergunta para o Barack Hussein Obama II! Ou para o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo!

Segundo ele, a internet é controlada pelas grandes corporações internacionais e pelo governo dos Estados Unidos, “que têm vinculação contratual privilegiada com a Icann“, empresa privada sediada na Califórnia e responsável pela coordenação global do sistema de identificadores exclusivos da Internet.

E eu… Ando… Meio Desconfiado!

Principalmente quando leio um artigo de Waldo Luís Viana que é escritor, economista, poeta e já está, realmente, com o “saco cheio”.

No Brasil, porém, temos uma agência que tenta copiar os trâmites burocráticos dos serviços secretos do resto do mundo. Apesar da intenção, formou-se uma caricatura grotesca, constituída por servidores públicos a ela alçada por concurso e arapongas de ocasião, terceirizados à sorrelfa. Ambos os grupos fazem clipes de notícias velhas e recentes de jornal e grampeiam telefones de forma atropelada. Servem apenas informes à presidência no café-da-manhã, trazendo relatórios que nem sempre antecipam acontecimentos, como os das últimas semanas, que deixaram o governo perplexo e o poder vigente com a cara no chão.

É assim, em rápidas pinceladas, que o mundo funciona. Mesmo nos Estados Unidos, há uma escala de informações secretas de níveis 1 a 17 e o próprio presidente só é cientificado até o nível cinco, porque os serviços secretos sustentam sempre a possibilidade de que um homem, mesmo no comando de uma Nação de força global, possa enlouquecer…

Eu não tenho acordado muito assustado porque também não tenho dormido muito sem susto! “Durma com um barulho desses”!

E eu… Ando… Meio Desconfiado!

Será que é verdade? Foi enriquecimento lícito? Ou foi obra do “Vivaldo”? Assim é o Estádio Vivaldão em Manaus! Na Amazônia? Estão de gozação? Vai ter tanto cacique para tanto índio quando acabar a Copa de 2014?

E eu… Ando… Meio Desconfiado!

No último balanço oficial, a previsão de custo das obras para a realização na Copa do Mundo no Brasil chegava a R$ 25,5 bilhões. Agora, o ministério do Esporte já estima que esse valor seja de R$ 28 bilhões, um aumento de cerca de 10%. Mas o próprio governo admite que esse número ainda possa subir mais até 2014.

Enfim… O Brasil é uma Aquarela com ou sem quirela!

A canção “Aquarela do Brasil” recebeu esse título porque foi composta numa noite de 1939 na qual Ary Barroso foi impedido de sair de casa devido a uma forte tempestade.

Naquela mesma noite, também compôs “Três Lágrimas” antes que a chuva acabasse.

Antes de ser gravada, “Aquarela do Brasil”, inicialmente chamada de “Aquarela Brasileira”, foi apresentada pelo barítono Cândido Botelho no musical Joujoux e balangandans, espetáculo beneficente patrocinado por Darcy Vargas, a então primeira-dama.

A canção foi originalmente gravada por Francisco Alves, com arranjos e acompanhamento de Radamés Gnattali e sua orquestra, e lançada pela Odeon Records naquele mesmo ano.

Foi também gravada por Aracy Cortes e, apesar da popularidade da cantora, a canção não fez sucesso, talvez por não tiver se adequado bem à voz dela. E assim caminha… A brasilidade! Fui! E eu… Ando… Meio Desconfiado!

 

 

Ilusão de Ótica

Ilusão de Ótica

Melissa Forbeck é minha sobrinha neta!

Claro que eu sou “coruja” e… Ela é linda.

Quando eu vi o selfie feito por ela, surgiu uma inspiração para o tema desta lavra.

Imediatamente percebi que a capa desta escrita não poderia ser outra senão o momento do “click” desses olhos expressivos e profundamente translúcidos!

Como arquiteto e místico, fui arremessado á uma “viagem” de estudante inquiridor e pensador.

No primeiro caso, como arquiteto, lembrei-me das aulas de História da Arquitetura onde aprendíamos sobre as várias ordens arquitetônicas gregas, romanas, egípcias e etc…

A simetria era uma das características das construções gregas e foi em parte atingida através de um processo conhecido como entasis destinado a eliminar as ilusões de ótica.

Os gregos aplicaram as correções óticas, onde as linhas retas eram substituídas por linhas curvas.

As arquitraves côncavas, paredes internas e colunas eram inclinadas para dentro, ábacos e cornijas sobressaíam das paredes, o fuste das colunas era reduzido com a altura e as caneluras, menos pronunciadas na parte superior, diminuíam a sensação de tortuosidade. Eram ligeiramente inclinadas para o interior. O espaço entre colunas era ligeiramente menor no centro que nas colunas laterais.

Colunatas gregas

No mesmo diapasão desta elucubração científica inquiridora, entrei no segundo caso da “viagem”! Mergulhei como místico, estudante, inquiridor e pensador.

Fui direto ao Egito! Das Ordens Arquitetônicas pulei, como um felino, para os olhos que minha sobrinha neta fotografou e ilustrei a capa deste texto.

Colunatas egípcias com capitel palmiforme

Existem muitas histórias e estórias sobre os felinos no Egito.

Há relatos de que eles ajudaram os antigos egípcios a combater um de seus piores inimigos, os ratos, que infestavam a região destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças.

Quando notaram que os gatos eram a solução para controlar a população de roedores, os egípcios começaram a tratar os bichanos como membros da família e passaram a encará-los como verdadeiras divindades.

Acredito mais em que a capacidade de um gato, assim como os egípcios falavam, eles conseguem com maior facilidade ver os mortos, espíritos ou energias que nós!

Místico, adiciono o meu “olhar” em que a veneração dos egípcios pelos felinos era o fato de os gatos muitas vezes fixarem o olhar no “nada”!

O que significava que eles tinham uma “terceira visão”, enxergando o que os humanos não podiam enxergar. Como o Olho de Hórus, o olho que tudo vê!

Analisando o direcionamento dos olhares registrados no selfie da minha sobrinha neta e do seu lindo felino, fui buscar mais informações sobre o que seria uma Ilusão de Ótica além das questões relacionadas à arquitetura e às artes de modo geral.

Imediatamente veio à tona a anatomia!

No site “Pequenos Felinos – tudo sobre o seu gato”, encontrei uma análise interessante:

A visão é um dos sentidos mais importante para nós, assim também o é para os gatos.

Apesar de ter muitas características diferentes da visão do homem, é igualmente uma visão frontal, contrariamente aos coelhos que possuem uma visão lateral.

Os gatos têm uma visão de 200 graus, amplamente superior à do ser humano, e o seu eixo de visão é também bastante diferente do nosso.

Os pequenos felinos visualizam mais a parte inferior das coisas, os pés das cadeiras, das mesas e dos seres humanos. Para eles tudo é gigante. Este é um dos motivos porque os pequenos felinos adoram alturas e sobem em tudo para ficarem com uma perspectiva mais semelhante à do homem.

Os gatos não conseguem ver a menos de 20 cm de distância, por isso eles retiram a comida do prato e comem-na a certa distância.

Contrariamente ao ser humano, os pequenos felinos levam a boca á comida e não a comida á boca.

Na prática eles ajustam a comida a uma distância que consigam ver e depois a agarram às cegas, apenas guiados pelo olfato.

Felizmente o seu cérebro compensa esta falta de visão a curta distância com uma precisão milimétrica.

Ao contrário da visão do ser humano, a visão dos gatos funciona como uma lente de máquina fotográfica. Quando o objeto focado é pequeno, e está distante, a visão do gato consegue fazer zoom e aproximar o objeto dando-lhe definição.

Em termos de cores os pequenos felinos conseguem distinguir sem qualquer problema, mas o que lhes prende a atenção é o movimento. Se não tiver movimento certamente tentará que se mexa dando-lhe pequenos toques com as patas.

Conversa pra gato dormir?

Seria isso tudo… Ilusão de Ótica?

 

METAMORFOSE

METAMORFOSE

Em UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO, Geoffrey Blainey escreveu que “Em 20000 A.E.C., o homem já se encontrava presente em todos os continentes. A Austrália e a Nova Guiné, juntas, formavam uma segunda massa de terra habitada, mas contavam com menos de 5% da população mundial. Havia outra característica curiosa dessa população: estava quase inteiramente confinada às zonas, tropical e temperadas; as áreas mais frias do mundo eram praticamente desabitadas”.

Mais interessante ainda é o fato de que “COMO OS OCEANOS TINHAM NÍVEIS MUITO BAIXOS DE ÁGUA, ERA POSSÍVEL A UM HOMEM CAMINHAR DO SUL DA INGLATERRA ATÉ A FRANÇA”.

Tsunami… Nem pensar nessa longínqua época!

Alguns fatores determinantes levaram-me a escrever este ensaio… Ou ensaiar esta escrita! O calor exorbitante, a falta de chuvas, o livro INFERNO de Dan Brown e as afirmações de James Lovelock, renomado cientista, dizendo que o aquecimento global é irreversível e mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século. Esse cientista vai além! Afirma que “A raça humana está condenada”!

O Mundo está sofrendo uma METAMORFOSE mais rápida do que possa qualquer previsão antecipar? Existe no planeta cerca de um bilhão de famintos. Metade dos alimentos e refeições produzidos no mundo vão para o lixo. O Apocalipse seria uma Divina Comédia? Ou vice-versa? Em tempos bastante remotos algumas mentes brilhantes e visionárias expressaram suas visões!

Embora existam muitas interpretações para a palavra, apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis, significa “revelação”, formado por “apo”, tirado de, e “kalumna”, véu. Um “apocalipse”, na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de “apocalipse” aos relatos escritos dessas revelações. Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa usarem-se o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo de “fim do mundo”.

Existem interpretações variadas, como no Cristianismo, na Teologia amilenista, na Teologia pré-milenista, como Linguagem simbólica, na Linguagem profética e na Visão espírita.

As tradições esotéricas e místicas, como gnose, rosacrucianismo, maçonaria, trabalham, desde o tempo em que o livro foi escrito, a ideia de que o Apocalipse recorre à linguagem simbólica, que aponta para processos de transformação através dos quais o homem tem de passar para atingir a plenitude de seu Ser, e a plena União com o Divino.

Os quatro cavaleiros do apocalipse são Peste, Guerra, Fome e Morte.

PESTE

E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, para completar a sua vitória.

GUERRA

E saiu outro, um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

FOME

E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz, como que no meio das quatro criaturas viventes, dizer: “Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho”.

MORTE

Então ouvi a quarta Criatura: “Venha” e apareceu um cavalo baio, o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto.

“… o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto”. Daí me veio quase como um relâmpago à ficção de Dan Brown. Extermínio populacional por insuflar vírus em grande contingente da humanidade em uma teoria “transumaníssima”? (Manipulação biológica).

Não podemos desconsiderar entre as mentes brilhantes e visionárias que expressaram suas visões, o conhecido relato de Dante Alighieri. Foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como Il sommo poeta.

“Quanto maior é a sede, maior é o prazer em satisfazê-la”. Dante Alighieri.

Ou como diria Rubem Alves em VARIAÇÕES SOBRE O PRAZER:

Será que Deus fica feliz quando vê os seres humanos sofrendo? Digo isso pelo fato de que os fiéis, ao fazerem promessas a Deus para obter seus favores, o que lhe oferecem são sempre objetos dolorosos. Nunca ouvi de um devoto que tivesse oferecido a Deus uma sonata de Mozart ou um poema de Fernando Pessoa. A Igreja ensinou que o prazer é o ninho do pecado. Como se o mundo fosse um imenso jardim cheio de árvores com frutos doces e coloridos, com placas em todas elas dizendo: “Proibido”.

Observando o lixo urbano transformando-se rapidamente em lixo humano, aparece-me James Lovelock, renomado cientista, dizendo que o aquecimento global é irreversível e mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século.

Esse cientista vai além! Afirma que “A raça humana está condenada”!

“Existe no planeta cerca de um bilhão de famintos”.

“Metade dos alimentos e refeições produzidos no mundo vai para o lixo”.

Em entrevista á JEFF GOODELL da Revista Rolling Stone – Edição 14 – Novembro de 2007, pode-se ler:

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas.

“Algumas pessoas vão ficar sentadas na poltrona sem fazer nada, paralisadas de pânico. Outras vão se mexer. Vão ver o que está prestes a acontecer, e vão tomar uma atitude, e vão sobreviver. São elas que vão levar a civilização em frente.” James Lovelock.

“Os lugares mais sombrios do inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral.” Dante Alighieri.

Como se o mundo fosse um imenso jardim cheio de árvores com frutos doces e coloridos, com placas em todas elas dizendo: “Proibido”. Rubem Alves.

Córrego seco é escorregão!

Queda e apagão!

Continuo…

Rabiscando com calor!

Hoje que seria o amanhã de ontem!

Amanhã coloco cor!

Evolução do bordado desenhado…

Suado! Ufa! METAMORFOSE!

Marco Alzamora num imenso jardim cheio de árvores com frutos doces e coloridos…

 

Nascer! Viver! Morrer!

Nascer! Viver! Morrer!

O tempo todo é um “ir e vir” constante. Quando perdemos um ente querido nos damos conta das transições do universo divino!

O corpo se deteriora e o espírito evolui!

Recebi mensagem de um amigo querido por conta do falecimento recente e fulminante do meu pai:

Marco

Nascer, viver, morrer!

Esta é nossa história.

No Colégio me ensinaram que um bom conto, tem que ter começo, meio, e fim.

Será que esta não é a história de nossas vidas?

Escreva esta história.

Luigi

Sempre tive o incentivo e inspiração nas sugestões de bons amigos. Comecei teclar antes mesmo da “ficha cair”!

Lembrei-me de tantas coisas, que não pude sequer mensurar datas e cronologias ordenadas.

Aos turbilhões as ideias se alastraram com velocidades alucinantes e vertiginosas jorrando comandos aos verbos atemporais em minha lavra de alma lavada!

Pensei em reencarnação. Um poeta místico escreveu algo parecido como: “Estou cansado da vida, da morte… E do retorno á vida”! A frase ficou em minha memória quando morei na França: “Je suis fatigué de La vie, de La mort… Pour Le retour a La vie”! Acho que ele era da AMORC – Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz.

No intervalo entre uma palavra e outra, observei nova mensagem, linda e sublime, que falava sobre Partida e Chegada:

A Morte segundo o Rabino Henry Sobel

Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: Onde? Já se foi? Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.

A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada. Assim, um dia, todos nós partimos como seres imortais que somos… Todos nós ao encontro daquele que nos criou.

Quando nascemos, choramos para insuflar a primeira baforada de ar da vida. Pneuma. “Sopro da Vida”. Espírito. Alma. Enquanto o novo rebento chora com expressão de dor, os entes envoltórios queridos choram de alegria.

Nascer! Viver! Morrer!

Existe “choro” para todo tipo de situação. Já chorei de tristeza, de alegria, de raiva, de agonia, quando alguém nasceu e quando alguém morreu.

Chorei na maternidade, no cemitério, na formatura, no casamento, em frente à televisão, escutando o rádio do carro, sozinho e, até, sonhando! Existem lágrimas até quando se chora sonhando… É só sentir a fronha do travesseiro molhada para constatar essa verdade.

Assim continuo “tocando o barco”! Nascendo, vivendo e morrendo o tempo todo.

É muito estranha a sensação de perder um pai!

Só perdendo para se saber o vácuo deixado no Ar que se respira… Na Água que se navega… No Fogo que se queima… Na Terra que se emerge o corpo!

Ciclo da Vida! Ir e Vir! Reencarnação!

O “barco” sumiu no horizonte!

“E nós ficamos no porto, acenando em cada partida, esperando por cada volta!”

Silvana Coelho – Publicitária

A doutrina da reencarnação é uma das principais doutrinas dos Rosa Cruzes e nós não fazemos segredo disso.

De acordo com a lei de encarnação, cada ser humano renasce no plano terreno a cada 144 anos, em média. Em outras palavras, se pudéssemos acompanhar as reencarnações de uma pessoa em um período de mil anos atrás, verificaríamos a ocorrência de um renascimento em um novo corpo a cada 144 anos, em média.

Se uma pessoa vive somente 80 anos neste plano terrestre e, em seguida, eleva-se a uma vida mais alta pela transição, a alma e a personalidade da referida pessoa permanecem no plano cósmico psíquico 64 anos antes de se reencarnar, a fim de completar o ciclo de 144 anos… A criança que passa para o plano cósmico aos quatro anos de idade teria de permanecer no mesmo 140 anos aguardando a reencarnação.

Embora não tenha seguido uma ordem cronológica neste texto desabafado, concluo com uma homenagem àquele que deixou plantada nesta Terra a semente divina da procriação.

Nascer! Viver! Morrer!

Chorei na maternidade, no cemitério, na formatura, no casamento, em frente à televisão, escutando o rádio do carro, sozinho e, até, sonhando!

Existem lágrimas até quando se chora sonhando… É só sentir a fronha do travesseiro molhada para constatar essa verdade.

Cito abaixo um dos princípios que herdei do meu progenitor e conservo em minha mente como exemplo de conduta: Que o legado deixado ilumine os rumos da Justiça!

“A propósito, já se disse alhures de que nada adiantam leis, por mais perfeitas que sejam se não há meios de fazê-las cumprir e respeitar. É mesmo mil vezes preferível não tê-las de qualquer sorte, a tê-las desmoralizadas, servindo apenas como prova do desrespeito da autoridade”.

Zanoni de Quadros Gonçalves

Meu pai gostava muito dessa música e cantava imitando Nat King Cole! Solamente una vez…

Ofereço essa lavra de alma lavada á você meu progenitor…

Onde quer que esteja agora!

Solamente una vez

Ame en la vida,

Solamente una vez

Y nada más…

Una vez nada más en mi huerto

Brillo la esperanza,

La esperanza que alumbra el camino de mi soledad

Una vez nada más

Se entrega el alma,

Con la dulce y total renunciación…

Y cuando ese milagro realiza el prodigo de amarse

Hay campanas de fiesta que cantan en el corazón…

A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.

 

Minha Mística Mãe

Minha Mística Mãe

Ao iniciar esta lavra me dei conta de que estava escrevendo sobre minha mãe.

Logo me veio à cabeça Mario Quintana:

“… Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto superação”.

Minha! É relativo!

Mística! Todos nós sabemos o significado!

Mãe! Todos nós nascemos de uma!

Agora, falar sobre o invólucro divino em que você foi concebido…

É vaidade pra dar de pau!

Consequentemente, mergulhamos nas profundezas do egocentrismo e do interesse como mola mestra das nossas boas ações.

Será muito piegas escrever sobre nossa mãe?

Agora a coisa encrencou de vez!

Já num limbo literário, veio à lembrança do meu avô José Alzamora, pai dessa figura mística que é minha mãe e me apareceu, em dimensão mística e cósmica, com um exemplar do livro de Menotti Del Picchia.

Meu avô adorava fazer citações.

 Acho que estou incorporando-o!

Em “OBRAS COMPLETAS – CONTOS – 1946”:

“No fundo de cada renuncia há um interesse. Quando um mal se torna bom, sua bondade é um disfarce acidental da sua perfídia: é uma metamorfose meramente formal da maldade assim transmudada pelo interesse. Uma generosidade que se faz mais intensa, um perdão que varre uma culpa, tudo encapota o interesse. Raspe-se a casca de qualquer ação humana que, no fundo, encontra-se o interesse…”.

Purificação

“Deixe que um banho de luz limpe seus pensamentos, sentimentos e ações. Lave o drama que encobre sua natureza primordial”.

Estava escrito em um bilhetinho que retirei do recipiente que minha mãe levou em uma reunião de família.

Há várias décadas, minha mãe e eu, começamos estudar metafísica juntos.

Filiamo-nos à Ordem Rosacruz, AMORC – Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz.

Estudamos e frequentamos as Convocações Ritualísticas.

Fizemos parte das equipes Ritualística e Iniciática.

Como oficiais ritualísticos ela foi Mestre e eu Guardião Interno do Templo.

Mas vamos direto ao motivo que me levou a registrar esse título.

Após ver publicada em rede social a foto da capa, minha lembrança na caminhada da senda mística ficou aguçada.

Com esse doce olhar que penetra o fundo da alma, Debora Tomagnini Alzamora, minha mãe, foi fotografada por meu filho Rodrigo Machado Coelho Alzamora Gonçalves tendo a foto sido editada pela querida ex-cunhada Vera Diaz.

Daí apareceu no cenário uma mística Elena Petrovna Blavatskaya!

Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky!

Outro ponto que me despertou atenção é o fato de eu ter nascido em 31 de julho de 1951 no calendário Gregoriano e Madame Blavatsky em 31 de julho de 1831 no calendário Juliano.

Outros rumos de minha mãe e Helena Blavatsky também foram semelhantes.

Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena Elena Blavatskaya mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus poderes paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servir-lhes de instrumento para a instrução do mundo ocidental.

 A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica.

 Exibiu seus poderes psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de embuste, muitas vezes com boas evidências para tal. Entretanto, em muitos outros casos seus poderes pareceram autênticos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Assim como Blavatsky, Minha Mística Mãe,

Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico…

Fomos para Belo Horizonte e depois Salvador.

Ela percorreu também Israel e sentiu o “sopro cálido” do deserto.

Colocou os pés nas salgadas águas do Mar Morto e… Por um tempo sentiu suas origens judaicas!

Enquanto Minha Mística Mãe e eu aprendemos e exercitamos os ensinamentos místicos para conservação da saúde física e espiritual em nós mesmos e nos outros, recitando silenciosamente:

Ó Poderosa força vital do Universo!

 Alcançai o espírito que está dentro do meu Ser e…

 Renovai a Vida que está dentro do meu Corpo!

A mística Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky!

Escreveu:

“Os ramos da árvore são sacudidos pelo vento; o tronco permanece imóvel.”

Assim termino essa lavra deixando meu eterno amor pela Minha Mística Mãe!

Ó Deus Onipotente e Puro
Luz que Adentras em minh’alma
Ser Imaculado e Santo
Paz que Penetras em mim… Pela vida Aquele que brota infinito Amor Fecundo
Gera nosso Mundo com o Sublime de Teu Esplendor!

O Pescoço

O Pescoço

Elemento de ligação entre a cabeça e o tronco, o pescoço é parte do corpo dos vertebrados. Constituído pelas sete vértebras cervicais que articulam com o crânio, com as clavículas e com a coluna vertebral, sendo suportado por vários músculos que dão à cabeça os seus movimentos.

O pescoço é um dos pontos fracos dos vertebrados, uma vez que, seccionando-o, o individuo falece, não só pela perda de grande quantidade de sangue, como principalmente por deixar de haver comunicação entre o cérebro e o resto do corpo. O enforcamento é outra forma de terminar a vida de um animal, por sufocamento; esta ação também pode ser realizada voluntariamente, como uma forma de suicídio.

Não é o caso da guilhotina!

Em 1791 Robespierre foi um dos principais líderes da insurreição popular do Campo de Marte.

Sua fama de defensor do povo lhe valeu o apelido de “Incorruptível”.

Combateu então a facção dos girondinos, menos radicais.  Robespierre foi um dos que pediram a condenação do rei Luís XVI, guilhotinado em 21 de janeiro de 1793.  Em julho do mesmo ano, Robespierre criou um Comitê de Salvação Pública para perseguir os inimigos da revolução. Foi instaurado o regime do “Grande Terror” – o auge da ditadura de Robespierre. Em 1794, Robespierre mandou executar Danton, o revolucionário que propunha um rumo mais moderado para a revolução. Neste mesmo ano, tornou-se Presidente da Convenção Nacional. No dia 27 de julho, numa sessão tumultuada, Robespierre foi ferido e teve que sair da sala às pressas. Foi detido imediatamente por seus inimigos e, um dia depois, guilhotinado.

O relato bíblico representa a decapitação de João Batista por Herodes Antipas. De acordo com os evangelhos sinóticos, Herodes mandou prender João por ele o ter admoestado se divorciando de sua esposa (Phasaelis) e, ilegitimamente, tomar como amante Herodias, a esposa de seu irmão Herodes Filipe I.

No aniversário de Herodes, a filha de Herodias (tradicionalmente chamada de Salomé) dançou perante o rei e seus convidados. Sua dança agradou tanto Herodes que, bêbado, ele prometeu a ela qualquer coisa que desejasse, limitando a promessa em metade de seu reino. Quando a filha perguntou à mãe o que deveria pedir, Herodias solicitou que ela pedisse a cabeça de João Batista numa bandeja. Mesmo chocado com o pedido, Herodes relutantemente concordou e mandou executar João na prisão.

Decapitação de João Batista. 1608. Por Caravaggio, atualmente na Igreja de São João, em Valeta, na Ilha de Malta.

Em a “A queda de Pompeu”, Cleópatra não se dá por vencida e consegue juntar um pequeno exército de mercenários, tendo regressado ao Egito para lutar contra o irmão.

Entretanto a situação internacional altera-se quando a 9 de Agosto de 48 A.E.C,  Pompeu é vencido por César na Batalha de Farsália, na Tessália.

Após a derrota, procura refúgio em Alexandria, tendo Ptolomeu XIII declarado que aceitava recebê-lo.

Contudo, o verdadeiro plano do rei consistiu em ordenar a morte de Pompeu, julgando que desta forma agradaria a César.

O assassino de Pompeu, um romano ao serviço de Ptolomeu XIII, lhe corta a cabeça, que o rei apresentou a César.

No entanto, esta atitude foi um erro, dado que César ficou horrorizado com o ato bárbaro.

Apesar de inimigos políticos, Pompeu tinha casado com a filha de César, que morreu dando à luz um filho.

César toma Alexandria e decide resolver o conflito entre Ptolomeu XIII e Cleópatra.

A guilhotina já era embrionária na mente e no pescoço!

Ela não mandou cortar O Pescoço da Serpente!

Na Maçonaria também usamos sinais referentes ao Pescoço…

A imagem acima é um sinal Maçônico. O sinal é um movimento de mão aberta passando pela garganta, uma alusão á pena pelo juramento na elevação ao grau conquistado. É dito:

“Se violar este juramento, seja arrancada minha língua, o pescoço cortado e o meu corpo enterrado na areia da praia”.

No decorrer dos tempos, O Pescoço é o alvo de barbáries e símbolo de violência. Antes fosse apenas para usar adornos e adereços embelezadores.

O grupo radical EI (Estado Islâmico), que assumiu o controle de várias cidades na Síria e no Iraque, divulgou um vídeo que mostra militante decapitando o jornalista americano Steven Sotloff.

Mulher aprisionada pelo fundamentalismo islâmico.

Quando Fanatismo Religioso e Político tem o Poder, os Inocentes pagam.

Fanatismo religioso é uma forma de fanatismo baseada em rejeição de qualquer outra ideia que não a da interpretação religiosa particular de quem o possui, não raro considerando-se quem diverge como inimigo. Não é típica de nenhuma religião em particular, distinguindo-se de outras formas de fanatismo (por exemplo, o político e o ideológico) apenas por envolver uma religião ao invés de uma ideologia ou opção política. Wikipédia.

No livro “O Desaparecimento de Deus: Um Mistério Divino” de Richard Elliott Friedman fica um questionamento interessante: Por que o Deus que era conhecido através de milagres e de interações diretas no início da Bíblia vai pouco a pouco se tornando oculto, até deixar os seres humanos inteiramente sozinhos ao final da Bíblia?

Nesta foto que fiz em Firenze – Itália, enquanto o David virava O Pescoço para outro lado, alguém carregava uma “pedra bruta”… Imagino á ser lapidada!

Em A Gaia Ciência, Livro 2, seção 76, lemos:

O maior perigo que pairou sobre a humanidade e ainda paira é a erupção da loucura – que significa a erupção da arbitrariedade no sentir, no ver e no ouvir, o prazer na falta de disciplina mental, a alegria na desrazão humana. Não é a verdade e a certeza que são o oposto do mundo do louco, mas sim a universalidade e a força unificadora universal de uma fé; em suma, o caráter não arbitrário dos julgamentos.

 

Horizonte Vertical

Horizonte Vertical

Vamos mudar o rumo dessa prosa! Quando os assuntos se tornam fatigantes e fatigados, é preciso dar um giro no eixo do universo. Vamos enxergar o mundo por janelas diferentes e usando a imaginação para desenhar uma paisagem em nossos cerebelos! Cérebros belos?

Sim. Escolho a janela e o cenário!

Mesmo que alguém diga: “Esse cara tá com a pá virada”! Devemos responder de imediato: Sim! E daí?

A pá é minha e eu viro a hora que me der na “telha”!

Rebeldia? Claro que não. Só uma forma de variar o ponto de visão das coisas. Em paz, de preferência.

Vou escolhendo o horizonte, o céu, o mar e as cores que minha mente pode produzir. Vou educando os olhos e purificando a visão do mundo que quero ver.

As janelas podem estar se abrindo ou se fechando, assim como aquela história do copo meio cheio… Meio vazio. Dependendo do seu estado de espírito. Quando elogiamos alguém dizendo como a pessoa está linda, recebemos a resposta: “São os seus olhos”! Também! São nossos olhos que informam o exterior para nosso interior. Até o feio pode ficar belo! Ou mais ou menos.

Podemos mudar o rumo da prosa, mas não o rumo do prumo!

Quando fazemos exercícios para o alinhamento dos chakras, podemos usar a cromoterapia.

Chacras ou xacras, também conhecidos pela grafia chakra segundo a filosofia iogue, centros energéticos dentro do corpo humano, que distribuem a energia (prana) através de canais (nadis) que nutre órgãos e sistemas. Wikipédia.

É como colorir por dentro da alma. Assim como a janela aberta para um universo em cores.

Aprumado o homem fica harmonizado. São Horizontes Verticais!

Quando deitamos damos um giro de 90º no eixo axial energético do nosso corpo material e, também, espiritual. Tornamos paralelas e/ou coincidentes as linhas que, por origem, são ortogonais. O alinhamento dos chakras não está sujeito ao constante 9,8 m/s² (metros por segundo ao quadrado) que é a aceleração da gravidade. Quando estamos em pé, essa linha é vertical. Muitas vezes nos confundimos com a regra do “prumo” que é vinculada à força gravitacional.

Vamos mudar o rumo dessa prosa. Chega de geometria, física e metafísica. Falemos de banalidades pendulares.

O casal ainda não tinha ido para a horizontal?

José Dirceu cumprindo a sua pena pelos crimes que cometeu. Publicado em uma rede social.

Esse Zé da foto é um político bem conhecido no Brasil. Logo que um amigo publicou a foto, os comentários surgiram de imediato:

“É desumano este tratamento, deixar os presos queimando ao sol ardente”.

Eu escrevi: Ela é gorda! A resposta “pipocou” de imediato: “Peito no umbigo não veste tomara-que-caia, se não cai no pé”.

Rebati: O Zé tá segurando! Hehehe

Bradou com indignação o interlocutor: “Só se for o saco”.

Comentei que seria uma boa ideia escrever sobre movimento pendular do apêndice! Lembrei-me de escritas do meu pai quando criticava alguns “puxa sacos”.

Dizia ele que alguém esta pendurado no apêndice pendular de tal fulano. Se acertassem um tiro no “saco” do indivíduo, acertaria seguramente a mão do dependurado! Isso é banal e todo mundo conhece.

Mudei o rumo da prosa e não gostei. Esse papo de política já encheu o “saco”. Física e metafisica, química e alquimia, politica poluída e puída… Isso tudo vira a cabeça de qualquer contribuinte dos postos e impostos.

Do inicio dessa lavra até agora, já abri e fechei janelas com paisagens coloridas e em preto e branco. Devo escolher? Como?  Se esse jorro de ideias inúteis abatem meu cérebro belo?  Acho que é isso que eu queria dizer. Saco! Em pé ou deitado?

Vamos mudar o rumo dessa prosa! Quando os assuntos se tornam fatigantes e fatigados, é preciso dar um giro no eixo do universo. Se me vira eu volto… Se me volta eu viro! Movimento constante do pêndulo sem “puxa saco”!

Além do Horizonte deve ter… Algum lugar bonito

Pra viver em paz…

Onde eu possa encontrar…

A natureza… Alegria e felicidade

Com certeza…

Lá nesse lugar…

O amanhecer é lindo…

Com flores festejando…

Mais um dia que vem vindo…

Onde a gente pode…

Se deitar no campo…

Se amar na relva…

Esse lugar bonito deve ser o meu… O seu… O nosso…

Horizonte Vertical