Sob o Sol

Sob o Sol

Quando o sol sobe num céu azul de anil fosforescente, a luz clareia os olhos da alma. E o calor dos espectros irradiados deixa a superfície dermatológica em bronzes variados. Imerso num mar de esmeraldas brilhantes cujo arco íris reflete as linhas das luminescências divinas! Contraponho-me a ideia de que nadar e morrer na praia possa ser ruim. É bom demais. Morrer na praia é muito melhor que “mais ou menos”. O céu de Brigadeiro corrobora a limpidez do horizonte. A gaivota dialoga com o urubu. Dividem divinamente o pescado esquecido, do barco que singrava em mares mais profundos, nas areias repletas de conchas brilhantes e siris lépidos. Com tantos grãos de areia a ampulheta do tempo conquistou a possibilidade do eterno. A linha do horizonte, que marca o divisor da água e do etéreo, mostra o caminho do infinito. Como os pássaros cantam, não falam, escuto o som de boas-vindas! Até mesmo, ao deitar, antes de adormecer, esses seres alados sibilam “boa noite”.

Não existe pecado do lado de baixo do equador! Vamos fazer um pecado rasgado, suado, a todo vapor…

Me deixa ser teu escracho, capacho, teu cacho!
Um riacho de amor…

Na semana que antecipou a oficialização de um enlace com 19 anos de belo convívio, eu e minha mulher (noiva então) fomos passar uns dias na casa do meu irmão numa praia. Como vocês podem notar já começo descrever o ambiente da chegada com pitadas de surrealismo. Sim, casar com 62 anos de idade é uma façanha surrealista. Meditando em um local aprazível e harmonizado pela natureza vibrante, ficamos convencidos de que regularizar a situação da relação estável era mais do que um prêmio, outorgado pelo Grande Arquiteto do Universo! O amor permanecia mais forte ainda.

Há quase duas décadas passadas eu encontrei o amor da minha vida. Olhei para a nubente e pensei… Me deixa ser teu escracho, capacho, teu cacho!
Um riacho de amor…

Ela sorriu com expressão feliz e aquiesceu!

Assim compartilho a ideia de que nadar e viver na praia é muito bom. É bom demais. Viver e não morrer na praia é muitíssimo melhor que “mais ou menos”.

O astro rei estava sendo o melhor cúmplice daquele momento mágico. Embora nos parecesse surreal.

Fiquei pensando naquela música do Chico Buarque:

Todo dia ela faz tudo sempre igual…
Me sacode às seis horas da manhã…
Me sorri um sorriso pontual…
E me beija com a boca de hortelã…

A verdade é que durante todo tempo que passamos juntos com alguém, muitas vezes deixamos de reparar o cotidiano. Faça Sol ou faça chuva! Mas, certamente, Sob o Sol a luz penetra nosso interior mais profundamente. Principalmente quando se vive abaixo da linha do Equador. Acontece tudo com bom humor e energias positivas.

Não existe pecado…
Do lado, de baixo do Equador…
Vamos fazer um pecado…
Rasgado, suado…
A todo vapor…

Todos os rios correm para o mar e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá se tornam eles a correr. Todas as coisas são canseiras. Tais que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir.

O “ECLESIASTES” E A MESMICE.

 São Paulo, domingo, 1º de janeiro de 1978.

Foi para não ficar na mesmice que resolvemos nos casar! Optamos por fazer borbulhas de amor com os pingos da garoa e com os respingos das ondas do mar!

A paisagem dinâmica, em nossos cérebros, ficou colorida em cada passo dado…

Em cada parada e em cada recomeço da andança!

Chamei Salomão para responder algumas questões… Ele respondeu:

Case com uma grande esposa e o seu casamento será maravilhoso. Existe apenas uma característica à prova de erro em uma grande esposa, que as mulheres deveriam adquirir e os homens exigir. Beleza ou favores não tem valor aqui. Sem esta característica ela decepcionará e causará tristeza.

A escolha de uma esposa é crucial. A diferença entre a esposa virtuosa e odiosa é enorme. Uma delas será como uma coroa para você diante dos outros; a outra o matará por dentro, e os outros saberão a dor que você suporta.

Assim optei por casar com a mulher que apareceu em meus sonhos. Minha “alma gêmea”.

Sob o Sol!

Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz…
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar!

Obrigado Meu Amor

Por ter me escolhido Sob o Sol!

REFLEXOS

REFLEXOS

Parece que a luz refletida é mais intensa que a fonte!

Um dia desses, o meu amigo Maurício Carraro, cuja alcunha é Miau e não é parente do Agostinho Carrara da Grande Família, postou mensagem no “Universo Paralelo” (rede social):

“Hoje estou na maior letargia!”

Comentei que isso era bom, pois letargia é um elevado grau de desenvolvimento na ciência da hipnose.

“Qualquer situação na qual você se encontre é um reflexo exterior do seu estado interior de existência”.  El Morya.

Como adjetivo, a palavra reflexo é o que se faz por meio de reflexão; refletido. Como substantivo masculino é o efeito da reflexão da luz, da cor de um corpo em outro.

Uma “bela” cuspida é, em psicologia, expelir o conjunto de uma excitação sensorial transmitida à medula espinhal ou ao encéfalo por via nervosa e da reação motriz ou glandular por ela provocada: a salivação é um reflexo produzido pela excitação das papilas gustativas sob o efeito das substâncias sápidas.

Imagine “uma escarrada”! Que nojo! Vamos discorrer sobre o letárgico.

LETARGIA

Aprendi essa palavra quando meu avô, José Alzamora Filho, estudante e praticante de hipnose, contava que quando se conseguia enfiar uma agulha de tricô no braço e não saía sangue e nem sentia dor, era porque o hipnotizador teria conseguido dominar as vibrações e energias cósmicas do corpo humano. Medula espinhal ou encéfalo sobre controle?

Imaginei meu amigo Miau tendo Reflexos Letárgicos!

Os reflexos são complexos. Refletir pode ser encarado com variantes diversas.

Reflexão (psicológica) – pensar sobre um tema.

Reflexão (física) – fenômeno que corresponde à mudança de direção ou sentido de propagação física.

Reflexão (matemática) – transformação geométrica.

Reflexão (programação) – capacidade de um programa de observar ou modificar a sua estrutura.

Reflexão difusa – reflexão em que as ondas cursam sentidos diferentes após a reflexão.

Reflexão especular – reflexão em que as ondas cursam sentidos iguais após a reflexão. Wikipédia.

Taí! Grande filosofia… Agostinho Carrara da Grande Família. Existe reflexo em tudo?

E Antoine então? E Martin ainda?

Amor reflete amor… Ódio reflete ódio…

Ops! Existe incoerência. Reflexos Letárgicos?  Em estado de letargia não há reflexo algum!

Hoje, ao olhar no espelho, observei um brilho diferente na sobrancelha.  Era o meu primeiro fio de cabelo branco no “telhado” dos olhos. Pensei… É REFLEXO da idade! Deixando de lado esse papo chato de ficar reparando o processo de envelhecer, peguei uma pinça e fui tirar o fiapo prateado (os meus não são brancos, são de prata). Constatei que era reflexo da DNAData de Nascimento Antiga. Mesmo com os óculos para enxergar de perto, só consegui arrancar o fiozinho platinum após ter retirado quase todos os seus vizinhos. Ri! Não restou opção! Pensei… Careca de sobrancelha! Meus reflexos estão bem humorados.

Por outro prisma, ou réstia, refletir sobre os reflexos da ação e reação também é perfeitamente cabível nesta empreitada de raciocínio.

Terceira Lei de Newton

A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade: ou as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos.

Pois é dando, que se recebe…

A Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída popularmente a São Francisco de Assis. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido inicialmente em 1912, num boletim espiritual em Paris, França. Em 1916 foi impressa em Roma numa folha, em que num verso estava a oração e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco. Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo, esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo.

Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.

Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,

Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.

Onde houver Discórdia, que eu leve a União.

Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.

Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.

Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.

Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,

Fazei que eu procure mais:

Consolar, que ser consolado;

Compreender, que ser compreendido;

Amar, que ser amado.

Pois é dando, que se recebe.

Perdoando, que se é perdoado e…

É morrendo, que se vive para a vida eterna!

Amém!

Mitzvá

No judaísmo também existem as Leis cujos REFLEXOS são divinos.

Mitzvá (em hebraico: מצווה, “mandamento”; plural, mitzvos ou mitzvot; de צוה, tzavá, “comando”).

Dentro do judaísmo, esta palavra se refere aos 613 mandamentos dados na Torá (os primeiros cinco livros da Bíblia Hebraica) e a qualquer lei rabínica em geral. O termo também pode se referir ao cumprimento de uma mitzvá como definido acima.

O termo Mitzvá também vem a expressar qualquer ato de bondade humana, como o enterro de um corpo de uma pessoa desconhecida.

De acordo com os ensinamentos do Judaísmo todas as leis morais são derivadas dos mandamentos divinos. As opiniões dos rabinos talmúdicos são divididas entre aqueles que buscam o propósito das mitzvot e aqueles que não os questiona.

Os primeiros argumentam que se a razão para cada mitzvá pudesse ser determinada, as pessoas podem tentar alcançar o que veem como o propósito da mitzvá, sem realmente realizar a mitzvá por si só.

Na foto, o Rei Roberto Carlos também está praticando uma Mitzvá! Embora seja uma brincadeirinha da minha parte, é fato que a ação praticada ao depositar seus sentimentos e enlevar-se por algo melhor, estará certamente praticando um ato de bom REFLEXO.

Alguém poderia pensar ou dizer: “Não se brinca com coisa séria”! Deixo claro que uma pitada de humor saudável e sem maldade sempre será bem vinda para alegrar a vida. O humor judaico permite deixarmos a vida mais leve.

Reparem outros tipos de REFLEXOS causados pelas situações descritas:

Dez coisas que levei anos para aprender…

  1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção; nunca falha).
  2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Está cheio de gente querendo te converter!).
  3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes – quem está te olhando também não sabe! – Tá valendo!).
  4.  A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia – para cada um cuidar da sua vida, e tem gente que insiste em fazer hora-extra!).
  5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
  6.  Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!).
  7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu e nunca atingirá todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”. (Onde ninguém se entende…).
  8.  Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”. (Ouvir música é hobby… No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!).
  9.  Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!).
  10.  Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É verdade!).

Uma última, mas, não menos sábia…

“Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra”.

Quando a gente se pergunta sobre os REFLEXOS da vida…

Melhor buscar na FILOSOFIA…

Filosofia

Noel Rosa

O mundo me condena, e ninguém tem pena…

Falando sempre mal do meu nome…

Deixando de saber se eu vou morrer de sede…

Ou se vou morrer de fome…

Mas a filosofia hoje me auxilia…

A viver indiferente assim…

Nesta prontidão sem fim…

Vou fingindo que sou rico…

Pra ninguém zombar de mim…

Não me incomodo que você me diga…

Que a sociedade é minha inimiga…

Pois cantando neste mundo…

Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo.

Quanto a você da aristocracia…

Que tem dinheiro, mas não compra alegria.

Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente…

Que cultiva hipocrisia.

Horizonte Nublado

Horizonte Nublado

Existem dias em que tudo parece esfumaçado e a nitidez fica embaçada.

Por dentro e por fora do observador.

Pensei num tema para escrever e me veio à cabeça…

“Nuvem Sobre o Santuário”…

“Pare o Mundo que eu quero Descer”…

“Chutando o Balde” e assim por diante…

Não era o caso quando fiz a foto da capa, na divisa da Itália com a Suíça.

Lá, o observador enxergava com romantismo a simbiose entre o céu e a terra, na estreita relação da matéria e do espírito.

Outras vezes, revendo a foto, enxerguei de formas diferentes.

Isso corrobora o fato de quando observamos uma pintura ou lemos um livro pela segunda vez, poderemos ter pontos de vistas diferenciados.

O estado de espírito é fator determinante no aspecto daquilo que captamos, sentimos e enxergamos.

Aí deparei com as possibilidades de ir e vir nessa maratona que é viver.

Hoje… Está bom… Amanhã… Será?

Somente esperando para ver! Pensei também na teoria da “Noite Negra”! Todos devem passar por ela.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

Chico Xavier

Nos dois primeiros dias desta semana, em que começo escrever a minha Coluna, permaneci com o cenho franzido desde o acordar até o dormir.

Fiz massagem com os dedos, passei creme para a pele… Nada!

A marca ficou para cultivar rugas.

Sentimentos negativos?

Deve ter sido!

E daí?

Porque não canalizo somente pensamentos positivos?

E as Leis de Murphy?

Fingir Até Conseguir

Sabia que podemos tomar emprestada uma versão melhorada de nós mesmos antes que ela se manifeste?

Imagine como a pessoa que você realmente gostaria de ser lidaria com as questões do dia a dia, e então seja essa pessoa!

Com a prática, esses comportamentos mais positivos passam a ser nossa segunda natureza.

Podemos fingir ser ou sentir algo que não somos ou não estamos sentindo até esse fingimento tornar-se realidade.

Porque as coisas às quais damos energia se tornam nosso destino.

Yehuda Berg

É verdade!

Imagino um diálogo entre Murphy e Yehuda!

Iriam sair faíscas pelas ventas!

Murphy diria: “Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos”.

Murphy disse: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”.

Eu diria que para sair da “zona de conforto”, basta furar um pneu quando a moça está de salto alto.

Ou mesmo com outros trajes, em que não tem para onde correr…

Tudo depende do ponto de vista do observador.

Vera Wilson escreve no Bom Dia Hoje do Sigmar Sabin. Em uma de suas escritas salientou:

Você está desacreditado Marco?

Conecte-se com a beleza natural de tudo que está em sua volta. Nas cores, nos sons e no brilho da natureza. Como não acreditar em algo belo, perfeito quando vemos as flores desabrocharem, os pássaros cantando, o sol nascendo e se pondo com um colorido novo a cada dia? Acredite que você é parte de algo lindo, você é uma peça essencial para que o conjunto se faça, por isso acredite em você e nessa sua força, não a deixe escondida, mostre que é possível renovar as esperanças na vida e alegrar-se com as coisas mais simples. Perdoe, releve, esqueça, aprenda com tudo que de ruim acontece. Sorria, acredite, sonhe, celebre os momentos bons para que se tornem mais presentes na sua vida…

Vera está mais para Yehuda Berg que para o Major Edward Alvar Murphy Jr.

E eu continuo escutando todos eles… Na “zona de conforto” que se encontra em uma “zona” de Horizonte Nublado!

Bem que poderia apreciar as fotos acima da mesma forma como apreciei no momento em que registrei a foto da capa deste artigo.

Que lindos são os sapatos de salto alto da “trocadora de pneus”! Suas pernas… Seus brincos! Que espetáculo!

Ou…

Que beleza são as gotículas de água espirrando na moça contente que dança na enxurrada!

É… Tudo depende de Einstein! Relatividade!

Fazer brincadeiras com algumas leis tidas como “imutáveis” também faz parte dessa gozação de viver o ir e vir…

“O seguro cobre tudo, menos o que aconteceu”. (Lei de Nonti Pagam).

“Quando você estiver com apenas uma mão livre para abrir a porta, a chave estará no bolso oposto.” (Lei de Assimetria, de Laka Gamos).

“Quando tuas mãos estiverem sujas de graxa, vai começar a te coçar no mínimo o nariz.” (Lei de mecânica de Tukulito Tepyka).

“Não importa por que lado seja aberta a caixa de um medicamento. A bula sempre vai atrapalhar.” (Princípio de Aspirinovisk).

“Quando você acha que as coisas começam a melhorar, é porque algo te passou despercebido.” (Primeiro teorema de Tamus Ferradus).

“Sempre que as coisas parecem fáceis, é porque não entendemos todas as instruções.” (Principio de Atrop Lado).

“Você vai chegar ao telefone exatamente a tempo de ouvir quando desligam.” (Principio de Ring A. Bell).

Yehuda Berg diria: “O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra”.

Major Edward Alvar Murphy Jr. rebateria: “Você sempre encontra aquilo que não está procurando”.

Nessas alturas do campeonato… Permanece a dúvida sobre o tema para escrever e mantenho-os à cabeça… “Nuvem Sobre o Santuário”… “Pare o Mundo que eu quero Descer”… “Chutando o Balde” e assim por diante…

Nem sei se sou torcedor do S. C. Corinthians Paulista!

Acaba de chegar o boleto da anuidade de manutenção do meu terreno no Cemitério Parque Iguaçu. É o meu único.

Ter que pagar pra nascer…

Ter que pagar pra viver…

Ter que pagar pra morrer…

Assim como o Jabor, invoco a letra da música de Cole Porter: “Conflicting questions rise around my brain/ should I order cyanide or order champagne?”. “Questões conflitantes rondam minha cabeça/ devo pedir cianureto ou champanha?”.

Ou fazer como o amigo que me respondeu um questionamento desta forma:

Não sei… Vou pensar… Ando muito ocupado, e com problemas na coluna. Talvez, vamos ver. Quem sabe. Pode ser. Abs. Xuqui ou Helena.

Pensando nisso escrevi há alguns dias atrás:

Estou procrastinando outra vez! Devo escolher um modo de agir e pensar entre Yehuda Berg e Major Murphy? Ou vou com o Arnaldo Jabor curtir a “Noite Negra Da Alma”?

Em minhas incursões pela metafisica, na AMORC – Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz, li:

Que é a Noite Negra da Alma? Trata-se de um termo há muito usado pelos místicos para denotar certo estado emocional e psicológico, assim como para indicar um período de testes por que todo mortal passa alguma vez em sua vida. Essa Noite Negra da Alma é caracterizada por uma série de fracassos; o indivíduo experimenta muitas frustrações. Qualquer coisa que o indivíduo se propõe a fazer parece carregada de incertezas e obstáculos. Não importa o quanto ele tente ou que conhecimentos aplique, o indivíduo se sente amarrado. Quando prestes a se concretizarem, as oportunidades parecem escapar de suas mãos. Coisas com as quais ele muito contava não se realizam. Seus planos tornam-se estáticos e não se concretizam. Nenhuma circunstância lhe oferece solução ou encorajamento quanto ao futuro. Este período é repleto de desapontamento, desânimo e depressão.

É a introspecção que fazemos para evoluir a um nível mais elevado de consciência.

Mesmo numa “Noite Negra” a moça poderia não quebrar o salto do sapato… Diria Yehuda Berg. Por outro lado… Poderia pular da varanda do prédio, sem paraquedas… Rebateria Murphy.  Isso me lembra da piadinha do Manoel e Joaquim em que, saltando de paraquedas, eles não abriram! Um olhou para o outro e comentou: “Só falta o jipe não estar esperando lá embaixo!”.

Desculpe-me, não resisti!

Até o momento ainda estou mais para:

 “Pare o Mundo que eu quero Descer”…

SEM PULAR é CLARO!

O Mundo em sua Mão

O Mundo em sua Mão

Qual Mundo? São tantos!

 Seria a totalidade dos astros e planetas?

 Firmamento?

 Universo?

Quantas interrogações são necessárias para saber o tamanho que a expressão açambarca?

“Êta mundo véio sem porteira”!

Fazendo isso ou aquilo você pode mudar o mundo!

Assim o mundo pode estar sob seu controle!

Quando mergulhamos no mais profundo âmago do nosso ser, a alma, somos invadidos por aquilo que já “bradou” William Shakespeare na frase “Ser ou não ser, eis a questão” da peça “A tragédia de Hamlet”, príncipe da Dinamarca.

Será que um príncipe pode ter mais O Mundo em sua Mão que um simples plebeu?

Que busca é essa?

Vamos chamar Platão falando de Sócrates:

“Só sei que nada sei”

De acordo com Platão, Sócrates e Aristóteles, os sofistas eram mercenários e falsos filósofos.

 Eles utilizavam da retórica e persuasão com o intuito de atrair os interessados no conhecimento.

Platão dedica um de seus “Diálogos” à Górgias, criticando o estilo, a persuasão e os paradoxos utilizados pelo filósofo.

Os pensamentos de Górgias estiveram centrados nos temas do subjetivismo, do relativismo, do asceticismo e do ceticismo absoluto.

Assim, ele se demostrou cético em relação à ciência e à razão. Em relação ao relativismo subjetivo aplicado à sua filosofia, Górgias afirmou:

 “O que parece a mim é para mim, e o que parece a ti é para ti”.

Defendeu pontos de vista paradoxais e por vezes, absurdos.

 Assim, foi considerado um niilista.

Seu niilismo pode ser revelado pela afirmação realizada numa de suas obras mais relevantes intitulada “Sobre o não ser”:

O ser não existe; se existisse, não poderia ser reconhecido; mesmo que fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém”.

 Górgias acreditava que não existia uma verdade absoluta, chegando a conclusão sobre a ilusão gerada pelos sentidos.

Assim fui caminhando sem parar por esse mundão.

Comecei a reparar por onde o Astro Rei aparecia iluminando a crosta terrestre e a retina dos meus olhos.

Lindas imagens! Mas não é fácil enxergar quando os olhos estão machucados de alguma forma.

Vamos começar com a Grécia em horário sublime.

Em sequência atemporal encontrei-me em Israel.

Entre os vários poentes vislumbrei a excelência do Criador!

No mar Mediterrâneo em Rishon LeZion.

Quando em certo entardecer, 18/03/2018, exatamente 18 horas, número místico no judaísmo, fotografei um “Céu em chamas”:

As fotos são minhas. Embora meu olho direito esteja embaçado.

Mas vamos em frente.

A vida começa todos os dias!

 Érico Veríssimo

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.

É o tempo da travessia!

 E, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Teixeira de Andrade.

Enquanto escrevo estou recebendo uma gama enorme de mensagens e outros tipos de comunicações externas.

 Sons, e-mails, telefonemas, campainha e até trovoadas!

Para encurtar essa conversa, em mais um poente do Sol em Israel, concluo que O Mundo em sua Mão acontece quando você encontra o Grande Amor!

O Meu Mundo em Meus Braços!

Iluminado Canto Encantado

Iluminado Canto Encantado

Assim encerrei uma empreitada deveras complicada. Eu estava vibrando no contra tempo! Não era contra o tempo. É diferente a interpretação e a afirmação. Só fazia “batucada” nos espaços sonoros vazios! Preguei meu quadro na parede e acendi a luminária! Ascendi á um patamar mais elevado. Como já estava sentindo-me no escanteio com tantas tentativas de vibrar no mesmo diapasão do Universo, e não estar conseguindo, fui ao canto da sala e veio-me uma ideia… Uma luz! Por dentro, primeiro… Por fora, depois!

Embora o prumo do quadro estivesse ficado aproximadamente quatro milímetros desequilibrado, decidi que só o aprumaria no final dessa escrita!

Vou tentar explicar as razões dessa empreitada deveras complicada!

Já havia alguns dias que não me vinha absolutamente nada na “cachola” no que diz respeito ao ato de escrever. Nem de cantar… Nem de nada! Só ansiedade e angústia. Vejam que não estou falando da minha canhota e rubra conta bancária! Essa é indigesta.

Subi e desci as escadas da minha casa até dar dor na panturrilha! Fui desenhar uma escada helicoidal.

Desenhando, ocupo-me com o ato criativo e esqueço, um pouco, algumas disritmias da realidade. Ou da atualidade!

Em um determinado momento desse marasmo insólito, ainda sem saber que rumo tomar para aprumar o quadro pregado na sala de estar, atendo a um telefonema da minha mulher no celular.

Amor!… Meu carro parou! Desligou tudo! Nem sinal de luz! E o pior é que não tenho comigo o número do telefone do seguro!

Como já estava chovendo, pensei: Só falta chover pedra!… Choveu!

Estando já na rua, dirigi-me ao local do sinistro! Arrumamos tudo! Não com muita facilidade.

A partir desse acontecido, começamos, eu e minha amada, investigar o porquê de algumas intempéries que nos rodeavam nos últimos dias.

Claro que questões financeiras e econômicas nos incomodavam muito. Mas a coisa era bem mais mística do que material. Saudades!

Ao recebermos o comunicado abaixo, constatamos a causa maior do nosso estado de espírito! Saudades!

O Departamento Religioso da Kehilá do Paraná comunica e convida a comunidade a participar da cerimônia que será realizada neste domingo, dia 23 de fevereiro, às 11:30, no Cemitério Israelita Água Verde Matzeivá de Sabine Wahrhaftig Z”L.

Z “L ou z”l (letras hebraicas: ז”ל) é uma abreviatura para hebraico zichro livracha (זיכרו לברכה) ou livracha zichra (זיכרה לברכה), que pode ser traduzida como seu/sua memória para uma bênção.

Matzeivá. O costume de colocar uma matzeivá, pedra tumular, remonta aos tempos dos nossos patriarcas. É um ato de respeito pelo falecido. Marcando visivelmente o local do sepultamento, asseguramos que os mortos não serão esquecidos, e sua sepultura não será profanada.

A matzeivá pode ser colocada a partir do término da Shivá após um mês ou um ano do falecimento. A tradição judaica recomenda que a lápide seja simples, sem nenhuma ostentação. Simbolicamente, porque a morte é o grande nivelador.

Se havia diferenças em vida, elas são eliminadas na morte. Não há ricos nem pobres. Somos todos iguais, porque nosso destino final é o mesmo.

Saudades! E… Mais Saudades!

Depois de alguns meses, vou colocar a pedrinha que guardei para ela… Em sua lápide!

Os sepultamentos judaicos tendem a ser sempre bastante simples: o corpo, depois de lavado e purificado, deve ser sepultado o mais rapidamente possível, em um caixão simples, enquanto se recitam orações e trechos da Torá e dos Salmos. Uma prática, do entanto, chama a atenção de quem passe por um cemitério judaico. Sobre as lápides, muitas vezes, estão depositadas pequenas pedrinhas, por aqueles que visitaram o túmulo. Fontes: Chabad.org e Pastoral da Cultura.

Antes de voltar ao Iluminado Canto Encantado, com o objetivo de aprumar o quadro na parede e apagar aquela luz artificial da luminária, fiquei lembrando-me de algumas passagens que tivemos com essa minha sogra querida! Bina!

Porém, ela dizia que era Sabine com “e”! Polonesa metida à francesa?

No Shabat, quando ela dizia “Eu sube” (soube), não adiantava mais corrigir. Era sube” e fim de papo. Afinal ela veio da “Polónha”.

Logo depois da Brachá (reza) do vinho, ela começava falar alguma coisa, como relembrar algum acontecido ou simplesmente perguntar algo para alguém, com o objetivo de iniciar às peculiares polêmicas e corriqueiras discussões da ocasião.

“Eu e o Léo brigávamos o tempo todo, mas na cama éramos um só”.

Pronto! Lá vinha a libidinosa atacando outra vez.

Sua libido era caso de deixar Freud ruborizado. Tinha palavras que não se podem escrever aqui.

Outra sexta feira, e recomeçava-se com novas ingerências verbais.

A Renata, minha filha, deixou de ir a alguns Shabats. Para dar um “cutuco”, a Bina disse para ela:

“Você não faz parte do meu tipo” (Claro que a frase correta é parte do meu time).

“Você só pensa em balada e barzinho que tem garções embestiados (garçons abestalhados) pra servir”.

Em seguida, para puxar papo com alguém, contou que estava usando “nebacetina” (Nebacetin) para as feridas no rosto.

Como o resto do pessoal que participava do colóquio shabático começou a conversar entre si, deixando de escutar o que ela dizia, ela perguntou e arrematou:

“Quem pensa ainda ouve? Que ideia de Jericó!” (jerico).

Justificando porque não nos convidou para jantar no restaurante Ile de France:

 “Eu descendo do Rei Leão!”.

Querendo referenciar sua linhagem sagrada, talvez, no Rei Salomão.

Pelo menos rima. Assim, nós mortais, não éramos dignos de frequentar a nobreza.

Quando ela contava que estava no shopping:

“Entrei lá dentro pra comprar um tênis tipo tênis!” (sem tradução), eu e a Sandra resolvemos mudar de assunto. Afinal das contas nós já havíamos percorrido, até aquela data, o equivalente a mais de 18 voltas ao redor da Terra acompanhando a manceba nos shoppings da vida.

Aí eu quis sacanear e perguntei:

 Bina, que diferença faz se for “idiossincrasias dicotômicas ou dicotomias idiossincrásicas?”.

Para não ficar sem resposta ela afirmou com categoria:

 Dicotomia = mau de coto mia.

 Idiossincrasia = sincrasia apenas.

“Articulista é quem escreve artigos”!

“O meu telefone está garimpado”! Serve “grampeado”?

“Vou estourar o balão”! Serve “Vou arrebentar a boca do balão”?

“Um dia eu joguei um prato de sopa na Sheilla… Mas tava morna!”

Narrando histórias sobre fazer os filhos comerem.

Recordando-me dessa peça rara que foi minha sogra, já estava esquecendo-me da empreitada deveras complicada com que me referi no inicio desta lavra.

Sabine teve um sonho. Foi tentada pelo yetzer hara (capeta, diabo). Ele apareceu duas vezes para fazer suas propostas. Na primeira, prometeu joias de ouro, platina, brilhantes e etc…  Para que ela fosse com ele. Ela rejeitou peremptoriamente alegando que isso tudo já possuía. Na segunda tentativa, o chifrudo fez oferta mais abrangente. Segunda ela, foi ofertado “Um pedaço do Paraíso dentro do Inferno”. Não aceitou também e continua vivinha em nossas memórias. Abaixo ela se exibe para o “capeta” dizendo que não precisa de joia nenhuma. Xô satanás!

Voltando ao meu Iluminado Canto Encantado, apagando a luz artificial, ofereço rosas eternas e uma serenata á minha sogra e mãe querida!

SOCIOLOGIA URBANA ANTROPOLOGIA

SOCIOLOGIA URBANA

ANTROPOLOGIA

Hoje eu acordei muito em paz. Passarinhos cantando alegremente. Manhã ensolarada. Tirando o cachorrinho do Cláudio, meu vizinho no condomínio, que chorou antes de ontem, ontem o dia todo e hoje matinalmente.

Essa paz ocorreu após dois dias de envenenamento sanguíneo motivado pela manifestação de uma apedeuta leitora dos meus artigos. Ela postou em uma das redes sociais, referindo-se ao meu último artigo “Adão e Eva… Tá tudo Entubado…”.

Escreveu a criatura: “Que coisa mais chata… Já tá enchendo…”.

Outra senhora, de nível intelectual e de educação bem mais acurada respondeu: “Fulana de tal, o que nos é chato a gente apaga!”.

A mal criada apedeuta respondeu: “Bom dia, não escrevi para a senhora, na sua página, vá catar coquinho!”.

O texto da apedeuta eu corrigi. O português que ela conhece deve ser só o bigodudo, dono da quitanda.

Vamu que Vamu Juan Campesino!

Continuei me envenenando com a apedeuta. A senhora que foi mandada ir catar coquinho era minha mãe.

Fiquei com mais raiva ainda daquela “pessoinha” encardida e aborrecida.

Onde já se viu não gostar do meu texto e, ainda, mandar minha mãe ir catar coquinho… KKK!

Apaguei o nome da mal criada sem antes ter proferido uma rama de impropérios.

Cometi o mesmo erro que a manceba sem educação. Não parei para pensar. Fui impulsionado pela emoção inconsequente. Lembrei-me do Yehuda Berg:

“Você já escutou de algum amigo, ou talvez até de alguém que não seja seu amigo, que existe alguma coisa na sua personalidade de que eles não gostam? Na maioria das vezes, quando alguém aponta traços negativos em nós, que não tivemos o mérito de enxergar sozinhos, discordamos imediatamente.”

Embora continue achando que não é bem o meu caso com a apedeuta, busquei mais justificativas para ações descontroladas.

Grrrr…!

Minha cara já se assemelhava a do amigo abaixo:

Google – Jean Luc-GodardBem humorado!

No Bom Dia, do Sigmar Sabin, encontrei um bom conselho:

Do livro: Código da Inteligência (Augusto Cury)

Toda a miséria do ser humano é resultante de sua incapacidade de sentar-se sozinho e em silêncio.

(Blaise Pascal)

Pensar antes de reagir é uma das ferramentas mais nobres do ser humano nas relações interpessoais.

Nos primeiros trinta segundos de tensão, cometemos os maiores erros de nossas vidas, falamos palavras e temos gestos diante das pessoas que amamos que jamais deveríamos expressar.

Nesse rápido intervalo de tempo, somos controlados pelas zonas de conflitos, impedindo o acesso de informações que nos subsidiariam a serenidade, a coerência intelectual, o raciocínio crítico.

Até vou perdoar a apedeuta. Mentira… Não vou perdoar porra nenhuma… KKK… Ela que vá se catar!

Desabafando, fiquei mais aliviado. Resolvi ir me irritar um pouco com esse caótico trânsito curitibense.

Aproveitei que saí de casa e fui dar uns tiros em postos de gasolina e incendiar alguns ônibus. Fiz contato com meus subordinados que contrabandeiam bananas para o Paraguai e renovei o estoque de cenouras para meu amigo Coelho.

Isso tudo é SOCIOLOGIA URBANA, é ANTROPOLOGIA.

Estudei urbanismo na faculdade de arquitetura da UFPR com a excelente professora Mirna Luiza Cortopassi Lobo.

Mirna – Excelente Mestre.

Como já escrevi anteriormente, a desordem urbana é característica na maioria das metrópoles. A cidade não planejada tem seu crescimento espontâneo, desordenado e, a partir de um determinado estágio, vê estrangular-se a qualidade de vida desejada. Com o aumento da população, a vida se torna cada vez mais proibitiva, social e economicamente, as condições de vida são precárias nos centros superpovoados, onde é peculiar a minimização de áreas livres e aspectos de salubridade bastante deficientes. A cidade como “um aglomerado permanente, relativamente grande, denso de indivíduos socialmente heterogêneos, ressente-se da falta de planos de zoneamento e de legislação que possam canalizar o seu desenvolvimento sem detrimento da condição de vida de seus habitantes”.

Igualmente generalizáveis para todas as grandes metrópoles, acrescentam-se os problemas com a poluição e com as redes de esgoto que se mostram de todo insuficientes para responder a um crescimento exagerado que não se previu e dificilmente, ou nunca, se poderá conter.

Do acumulo do lixo urbano, a formação do lixo humano é apenas um passo, um curto trecho percorrido pelas classes mais baixas em quase todas as grandes metrópoles.

Sociologia urbana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A sociologia urbana é o ramo da sociologia que trata do estudo das relações sociais (entre indivíduos, grupos e agentes sociais) dentro do espaço urbano. Em síntese, portanto, a sociologia urbana constitui-se de forma geral como a base dos estudos sobre as cidades.

A sociologia urbana é usada como disciplina de fundamentação para profissões e matérias diversas, como o planejamento urbano, a arquitetura, o urbanismo, a geografia e a economia.

Vamos viajar no tempo!

OS ÚLTIMOS MISTÉRIOS DO MUNDO

A Jericó da Bíblia, onde as escavações revelaram muros com 9000 anos… Çatal Huyuk, uma povoação turca quase tão antiga… Lepenski Vir, um aldeamento do Paleolítico situado nas margens do Danúbio…

Estas três descobertas vieram invalidar a teoria que sustentava terem as primeiras cidades do Mundo surgido na Suméria há 5000 anos, aquando do inicio do período histórico. Porém, é possível que sob as misteriosas colinas dispersas pelo Próximo Oriente existam cidades muito mais antigas, construídas num passado ainda mais longínquo que se perde na noite da Pré-História.

Sob uma colina junto a um oásis nos arredores da moderna Jericó jaz a mais antiga cidade do Mundo.

 Esta primeira Jericó tem 9000 anos – o triplo da idade de Roma. Os seus muros foram descobertos a cerca de 15 metros de profundidade, sob o entulho de cidades posteriores.

Minha sogra diria:

“Que ideia de Jericó”!

Claro que queria dizer ideia de jerico…

Tida como a cidade mais antiga do mundo, Jericó tem história nos primórdios das civilizações.

Google – Jericó

O urbanista deve ter sido ancestral do ilustre Oscar Niemeyer. Projetista do “olho que tudo vê”.

Foto: Carlos Renato Fernandes

Belo projeto. O Oscar era bom de concepção plástica.

JERUSALÉM

Google – O UFO DE JERUSALÉM NÃO É UM HOAX

Dá-se o nome de hoax (“embuste” numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na Internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas “correntes”, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso; difamação de pessoas e empresas, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias, ou de socorro pessoal; ou, ainda, avisos sobre falsos vírus cibernéticos que ameaçam contaminar ou formatar o disco rígido do computador.

Sonhei com o Oscar Niemeyer e com o chefe da tripulação do disco voador de Jerusalém.

Ambos me disseram que para se projetarem uma cidade se devem levar em consideração os vários tipos de seres citadinos. Apedeutas inclusive.

Ainda não cuspi a “mulherzinha” da rede antissocial!

Google – Jerusalém

Muro das Lamentações em Jerusalém. É um local sagrado para os judeus, onde eles rezam e fazem pedidos escritos em pequenos pedaços de papel, que são colocados nas frestas das pedras. O Muro data do século 2 a.C. e é a única parte remanescente do Segundo Templo de Jerusalém, destruído pelos romanos no ano 70.

Domo da Rocha, o monumento islâmico mais antigo e sagrado de Jerusalém, construído no século 7.

BRASÍLIA

O plano urbanístico da capital, conhecido como “Plano Piloto”, foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, adequou-o ao projeto do lago Paranoá, concebido em 1893 pela Missão Cruls.  A cidade começou a ser planejada e desenvolvida em 1956 por Lúcio Costa e pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Jerusalém e Brasília passaram por análises sociológicas e antropológicas bem distintas na concepção, embora com a essência semelhante de conglomerado urbano, humano.

Assim como Jerusalém, Brasília possui ícones religiosos… E “discos voadores”UFO – HOAX

As interações entre os habitantes são produtos de miscigenações que ocorrem nesta Terra desde os tempos mais remotos.

Brasília é de prata… Jerusalém é de ouro!

As relações sociais de lá não devem ser diferentes das de cá. Deve ter apedeutas naquelas paragens também. Dizem que o sabra é grosseirão. Lá ele não iria catar coquinho… Aqui sim. As comunicações rápidas mudaram o perfil das relações humanas.

Na Bahia, “Me retei e piquei a porra”!

No Tocantins, “Fiz uma gambira debaixo dum pé de manguba”!

Se minha briga na rede social fosse á Jerusalém, eu diria: “GEI, RED TZU DER VANT”…

“Vá falar com a parede”.

Desarmei-me acatando a sábia orientação do meu amigo Juan Campesino, que diz:

Não alimente o mal, ele fica mais forte”.

Porém continuo não gostando da “apedeuta”!

 Cada um com seus “pobrema”, né meu?

Brincadeirinha!

Sou da paz.

Guerra não é bom em lugar nenhum. Nem lá na “Caixa Prego”, recôndito escondido na Ilha de Itaparica na Bahia, onde nasceu o mais novo Imortal da Academia Brasileira de Letras, João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro (Itaparica, 23 de janeiro de 1941).

Muros caem e muros ficam… 

MURO DE JERICÓ

Google – A conquista de Jericó

Acredita-se que Jericó seja uma das mais antigas cidades continuamente habitadas do mundo, com evidência de assentamentos datados de antes de 9000 a.C, provendo informações importantes sobre antigas habitações humanas no Oriente Próximo. O primeiro assentamento permanente foi construído próximo o Ein as-Sultan, entre 8000 e 7000 a.C.

Portal de Igaracy.

Por Manoel Nouzinho da Silva

MURO DE BERLIM

Portal WEB LUXO – Foto Fabrizio Bensch -Reuters

Pedaço do muro visto do lado oriental pintado por artistas que traduziram a separação.

Soldado monta guarda perto do Portão de Brandemburgo. –Terra-

MURO DE JERUSALÉM

Rei Roberto Carlos no muro das lamentações em Jerusalém. Risos…

Brasília é de prata… Jerusalém é de ouro! 

Yerushalayim Shel Zahav!

Jerusalém de ouro!

TRANSITANDO… POETIZANDO… POLEMIZANDO…

TRANSITANDO… POETIZANDO… POLEMIZANDO

POLITIZANDO…

 – Licenciosidade poética –

Minha mulher olhou para mim e me desafiando falou:

“Quero ver você ser poeta falando deste trânsito”!

Todos os dias, penso duas vezes quanto à coragem de sair de casa.

Fui buscar os DANTES!

Lembrei-me da escrita do Dante Mendonça para completar o caos:

Para o eleitor do sexo masculino, machista por natureza, é próprio das mulheres a falta de espírito de decisão, a capacidade de decidir ou resolver de pronto. Usando como exemplo uma velha piada, no trânsito temos uma colisão na via de mão dupla:

– Seu guarda, a madame  fez sinal que ia entrar à esquerda. Acelerei, também desviei à esquerda, e fui com tudo pra cima do carro dela. 

– Mas a senhora não estava sinalizando que ia entrar à esquerda? 

– Justamente! É inacreditável, mas ela entrou de fato à esquerda! Quem iria imaginar? O normal seria a madame sinalizar à esquerda, e entrar à direita!

Quando não penso no trânsito, saio mais rápido, sem titubear.

Protelado o massacre do stress, vencido o primeiro medo, mergulho no fluxo sanguinário de artérias entupidas, congestionadas, cujo sistema nervoso assemelha-se às questões anatômicas de um corpo doente.

Não dá para ser poeta do caos.

Dante Alighieri em sua viagem guiada pelo poeta romano Virgílio, poetiza o inferno.

Dante e Virgílio no Inferno, quadro de William-Adolphe Bouguereau. Wikipédia.

No trânsito esses corpos se metamorfoseiam em automóveis de aço.

No estado e na capital paranaense temos os ANÉIS como forma de sugerir fluxos mais fluídicos e induzir ao progresso.

ANÉIS…

Anel de integração… Anel viário…

Anelado, continuo pensando em como fazer poesia, sem heresia e com cortesia.

No poema de Dante, o inferno é descrito com nove Círculos de sofrimento localizados dentro da Terra.

Belo Horizonte, a primeira cidade brasileira projetada e concebida, pelo urbanista Aarão Reis, tem como conceito concepcional o sistema radial, com muitos anéis até a Avenida Contorno. Os raios têm seu ponto central na Praça Sete. A cidade foi planejada para acomodar 600 mil habitantes.

Aqui até houve proposta com similaridade conceitual. Plano Agache.

Agache aqui… Aarão lá!

O trânsito continua a “lesma lerda”.

Sem querer ser cínico, engraçadinho ou poeta, a lerdeza é a mesma!

Se colocarmos os nove Círculos de Dante no caminho de onde estamos e para onde vamos, aqui seria diferente de Belo Horizonte. Lá o mineirinho diria: “doncovim, oncotô… proncovô?”.

Aqui, o atleticano xinga o coxa-branca e vice versa. O torcedor do Paraná Clube fica quietinho… E assim o trânsito continua não fluindo!

Há alguns anos passados escrevi que o trânsito em Curitiba funcionava como um relógio suíço.

 Era o arquiteto Marcos Prado o responsável pelo DETRAN.

Sincronia de sinais como sinfonia de pardais!

Outro tempo é claro.

O adensamento vertiginoso despreza a lerdeza do planejamento.

Entre “tapas e beijos”, os tapa-buracos!

É! Obras também corroboram o caos transitório.

Necessárias para melhoria e conforto da população, carecem de planejamentos minuciosos para diminuir os transtornos na saúde da urbe.

Voltemos à poesia de Dante e Virgílio.

Portal do Inferno

Portal do Inferno não tem portas ou cadeados, somente um arco com um aviso que adverte: uma vez dentro, deve-se abandonar toda a esperança de rever o céu, pois de lá não se pode voltar. A alma só tem livre-arbítrio enquanto viva, portanto, viva se decide pelo céu ou pelo inferno. Depois de morta, perde a capacidade de raciocinar e tomar decisões.

Arco, anel e circulo… Parasse que tudo está “redondinho”.

Soma-se a isso tudo, os carrinheiros; motoqueiros; estacionamentos em fila dupla (carros, caminhões e até pedestres afoitos); mal traçado trajeto de coletivos.

Revista Eletrônica do Grupo Educacional Uninter

Foto: Larissa Glass

Google

Google

Êta ferro! Eu que já fui motoqueiro fico pensando que trabalhar com moto deve ser “osso duro de roer”.

Melhor seria fazer como meu irmão Vinícius…

Vai navegando sem destino pelo mundo a fora…

Para trás, só olhando no espelhinho.

Quando chega a alguma paragem, estica os músculos e continua sua viagem rumo ao desconhecido.

É como velejar no asfalto… Com motorzinho bem turbinado.

Ciclonibus via?

Ligeirinho invade trecho da ciclofaixa da Rua Marechal colocando em risco integridade dos ciclistas: “Tenho horário para cumprir”, justifica o motorista.

Alexandre Costa Nascimento/Ir e Vir de Bike

Tire a gravata e vá trabalhar de bicicleta!

Google – Imagem

Idiossincrasias dicotômicas ou dicotomias idiossincráticas?
“O cérebro encolhe e fica titica de galinha”

Antonio Costa/ Gazeta do Povo

Para taxistas, Avenida Visconde Guarapuava lidera lista das vias com pior tráfego em Curitiba.

Como sempre me dizia o saudoso amigo, companheiro e padrinho das minhas artes, Dino Almeida: “O curitibano já é ruim de boleia… Quando chove então o cérebro encolhe e fica do tamanho de uma titica de galinha”!

Situação bastante comum e incômoda em vários pontos da urbe.

No trajeto minha mulher falou que será difícil poetizar com esse infernal trânsito.

Lembrei-me do Zé Lopes, garimpeiro no Tocantins que comprou diploma de advogado para herdar uma fazenda, como procurador.

“Difícil é pegar galinha pela orelha”! 

Esse trânsito está um chute, de bico, no apêndice pendular masculino!

Pô, o cara tem uma BMW!

No trânsito, para ser poeta… Só se for trabalhar de bicicleta!

Mas… Tem que ser atleta!

Cala a boca seu poeta!

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Mais de 350 milhões de Deprimidos.

Estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde mostra que aproximadamente 5% da população mundial sofreram com a depressão nos últimos anos.

Um amigo meu disse para eu jamais fazer 60 anos… Era uma merda ser sexagenário… Sexogenário!

Fiz… Foi mesmo uma merda!

Hoje com sessenta e “uns” anos constatei que ele tinha razão. No ano passado estive com outro amigo, excelente médico, Dr. Cláudio Paciornik, filho do brilhante saudoso Moysés Paciornik, que me disse: “Marco, a Depressão é a doença do século”. Cantou mais a bola ainda: “Até o ano 2020, o percentual de deprimidos no mundo será inimaginável”.

Moysés Goldstein Paciornik (4 de outubro de 1914 — 26 de dezembro de 2008).

Formou-se em Medicina em 1938. Em 1959 fundou o Centro Paranaense de Pesquisas Médicas, do qual foi diretor.  O centro dedicava-se à prevenção do câncer ginecológico e estendeu os serviços às reservas indígenas no sul do Brasil, época na qual Moysés tornou-se partidário do parto de cócoras, ao observar que as índias da tribo caingangue, mesmo tendo muitos filhos, tinham uma musculatura mais firme do que as mulheres da cidade.

Numa reportagem da revista Veja, é feita uma análise da situação atual.

“As mulheres são mais propensas a sofrer com a depressão do que os homens”, afirmou Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias Psicoativas da OMS. O número de mulheres afetadas pela depressão é 50% mais elevado que o dos homens. Esta maior prevalência nas mulheres se deve principalmente à depressão pós-parto, que afeta até uma mãe em cada cinco.

A depressão, segundo a OMS, é diferente das mudanças de humor mais comuns. Ela se manifesta por um sentimento de tristeza que dura, ao menos, duas semanas, e que impede a pessoa de levar uma vida normal. É fruto da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Em muitas ocasiões, está relacionada com a saúde física. Uma doença cardiovascular pode, por exemplo, desencadear a depressão no enfermo. Além disso, em circunstâncias particulares, como as dificuldades econômicas, o desemprego, as catástrofes naturais e os conflitos podem aumentar o risco de a pessoa sofrer com a depressão.

E o mundo está vivendo com constância esses últimos conflitos.

Nos casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de um milhão de pessoas se suicida a cada ano e uma grande porcentagem delas padece de depressão profunda. “Mais de 50% das pessoas que se suicidam sofriam de depressão”, diz Saxena.

Google – Descoberta a causa do tsunami no Japão.

O gordinho estava deprimido… Comeu muito… Mergulhou… Causou a Catástrofe Natural…

O mundo mudou com as dificuldades econômicas.

Google – Imagem

De tanto frequentar as redes sociais pela internet, o homem se deprimiu… Ficou tão bravo que pegou o celular para reclamar sobre a conexão… Não TIMnha sinal!

Ficou na calçada durante tanto tempo que nem banho tomava. Dentro da casa dele não pegava nem “resfriado”!

Ficou se deprimindo na rua mesmo.

Esse aí não se suicidou. Gostou do salário na canequinha!

Google – Imagem

Esse cidadão resolveu ir se deprimir no aconchego do seu veículo… Tinha horror ao relento. Era o homem se tornando um farrapo humano!

A mocinha Lado a Lado dizia: “Essa cara sou eu…”.

“As mulheres são mais propensas a sofrer com a depressão do que os homens”.

Shekhar Saxena.

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Viajei pelo mundo tentando entender a Depressão.

Locais Exóticos… Eróticos… Neuróticos…

Lembrei-me de “O Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas. A sociedade deste “futuro” criado por Huxley não possui a ética religiosa e valores morais que regem a sociedade atual. Qualquer dúvida e insegurança dos cidadãos eram dissipadas com o consumo da droga sem efeitos colaterais aparentes chamadas “soma”. As crianças têm educação sexual desde os mais tenros anos da vida. O conceito de família também não existe.

Acho que minha sogra tomou isso. Relatei em artigo anterior “Vítimas do Delírio”.

Ela não se deprime. Fica triste de vez em quando. Com razão.

Ali onde ela chorou… Qualquer um chorava…

Dar a volta por cima que ela deu… Quero ver quem dava!

Lembrando um passado lastimável de uma humanidade insensível com síndrome de obsessão compulsiva ela sobreviveu com amor e alegria os momentos de depressão da população insana da guerra.

Sabine Wahrhaftig – Depoimentos em Sobreviventes.

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Com ela nem estátua se deprime… KKK

Características da depressão

Tristeza, Perda de interesse, Ausência de prazer, Oscilações entre sentimentos, Sensação de culpa, Baixa autoestima, Distúrbios do sono, Falta de apetite, Sensação de cansaço, Falta de concentração.

Grandes nomes que viveram deprimidos

Alexandre, o grande. Napoleão Bonaparte. Abraham Lincoln. Theodore Roosevelt. Winston Churchill. George Patton. Isaac Newton. Michelangelo. Van Gogh. Edgar Allan Poe. Ludwig Beethoven.

Como diria a Roberta, sobrinha nossa: “Atenção! Cavaleiros… Vamos Cavalar”!

Google – Imagem

As crianças possuem uma capacidade divina de brincar com a vida. Os homens deveriam observar mais quem leva a vida leve… Levada… Traquina!

Google – Imagem

Como lá nas Minas Gerais não tem mar, o mineirinho, em frente do lago pensa:

Dôncô vim?… Ôncôto?…Prôncovô?

Foi pro mar… Ops!

Foi para o iate do Neymar…

Google-Imagem

Deprimente… Melhor ter ficado na lagoa da Pampulha.

Tinham muitos elementos em depressão naquele iate.

A moça adiante estava tão deprimida que pediu para ser levada de volta para a Barra da Tijuca.

Mineirinho no Rio de Janeiro é festa…

Foto: Marcos Fortes/Site do Multishow

O jogador de futebol ficou deprimido. Gastou R$ 18 milhões para adquirir um receptáculo marítimo de deprimidos.

Agora vamos voltar a falar sério. O assunto é preocupante.

Os investimentos na Saúde são de todo insuficientes para equilibrar as mazelas do setor. Quando não são canalizados para outros segmentos da administração.

É voz corrida que aqui no Paraná, o Governo deixa de investir R$ 450 milhões em saúde no orçamento de 2013.

Disseram na Assembleia Legislativa, que o governo não está contabilizando os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para calcular os 12% que a Constituição Federal manda os estados investirem em educação. Antes, o governo incluía nas dotações para a saúde os gastos com saneamento, hospital militar, SAS, pensões aos portadores de hanseníase, programa Leite das Crianças, Funsaúde e proteção à saúde do adolescente, o que fazia com que ilusoriamente se cumprisse os 12%, mas, na realidade, a área perdesse recursos. Também foi lembrado que o Tribunal de Contas do Estado recomendou “que o governo se abstenha de excluir da base de cálculo da receita de impostos os repasses do Fundeb, seja por inexistir base legal para tais exclusões, seja porque o critério da Constituição, em se tratando de direitos fundamentais, é o ampliativo e não o coercitivo”.

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Como diria a Roberta, sobrinha nossa:

“Atenção! Cavaleiros… Vamos Cavalar”!

Aliás, foi a pequena Roberta, 4 anos, quem me despertou para a escolha do tema. Quando ela viu que cada um dos convivas do jantar estava arriado nas poltronas, ela pegou um guarda-chuva, montou como em cavalo, e gritou para todos…

“Atenção! Cavaleiros… Vamos Cavalar”!

Daí eu pensei…

“Atenção! Deprimidos… Vamos Deprimir”!

Segundo a Prof. Dra. Márcia Gonçalves, a depressão foi diagnosticada como doença há menos de 50 anos.  Hoje, estima-se que 340 milhões de pessoas sofrem do mal em todo o mundo. O Brasil tem 10 milhões de deprimidos O consumo mundial de antidepressivos já chega a US$ 7 bilhões por ano. No País, esse mercado movimenta US$ 133 milhões/ano.

Daria para comprar quase 15 iates do Neymar.

O Dr. Cláudio Paciornik já cantava essa bola. Confirmada pelo Prof. Raymond De Paulo:

A depressão é o câncer do século 21. O alerta foi feito, por especialistas, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Os médicos recomendaram que empresários e governos destinassem mais recursos para as pesquisas para combater a doença, que afasta milhões de pessoas do trabalho, ocasionando queda na produtividade das empresas. Raymond De Paulo, professor de Psiquiatria da Escola de Medicina do Hospital John Hopkins, em Baltimore (EUA).

Vou ali me Deprimir um pouquinho e… Já Volto!

Confesso que já estou com vontade de voltar logo. Ufa… Não é fácil “pegar galinha pela orelha”.

Antes de voltar ao normal, vamos visitar alguns lugares deprimentes.

Manihi Pearl Beach Resort em Arquipélago de Tuamotu, Polinésia.

O mineirinho lá do píer em busca de se libertar da depressão, comandou seu cérebro e criou o mundo que queria. Nem deu bola mais para a amiguinha do iate do Neymar.

Polinésia Francesa

Agora chega de depressão. Vamos voltar à alegria, a saúde, à vida…

Vamos viver essa Roda Viva…

Vamos ser felizes…

Assim deve caminhar a humanidade.

Vamos abrir os caminhos em busca da Luz Maior e “largar mão” dessa tal Depressão…

Hava Nagila (Alegremo-nos)!

Alegremo-nos e sejamos felizes…

Cantemos, e sejamos felizes…

Despertai irmãos…

Com um coração contente!