A Espera

A Espera

Desde e começo era assim!

Nasce o primeiro casal no Jardim do Éden, onde é narrada a forma como Deus cria Adão e Eva, planta um jardim no Éden (a oriente), e indica ao homem que havia criado, para cultivá-lo e guardar.

A ordenança dada por Deus seria a de que o Homem podia comer os frutos de todas as árvores do bem, existentes no jardim, exceto os da árvore do conhecimento do que é o bem e do que é o mal.

Ao desobedecer esta ordenança e comer esse fruto proibido, Adão e Eva ficam conhecendo o bem e o mal, e do pecado nasceu à vergonha e o reconhecimento de estarem nus.

Em resultado da desobediência, Deus expulsa o homem do jardim.

A árvore do conhecimento tinha um fruto que, segundo Eva, manipulada pela serpente (supostamente simbolizando satanás) devia ser bom para comer, pois era de atraente aspecto e precioso para a inteligência. Contudo, apesar de atraente, ou talvez por isso, era o fruto proibido original. Será que Adão também comeu a maçã?

Como a cronologia nos tempos bíblicos é bem diferente da que conhecemos não se sabe quanto tempo foi A Espera do nascimento dos filhos Caim e Abel. Nunca soube da Eva grávida e barrigudinha!

Antes dos seus 130 anos de existência, Adão e Eva tiveram dois filhos homens – Caim e Abel.

Aos 130 anos, Adão e Eva geraram Sete. Adão viveu 800 anos depois que Sete nasceu e teve filhos e filhas (Gênesis 5:4). Quantos?

Ninguém sabe.

Muitos.

Adão viveu quase um milênio: 930 anos.

Não vamos entrar nas polêmicas questões religiosas e de costumes.

Esperamos em média nove meses para nascer.

A vida é uma espera constante.

Gosto sempre de citar a origem do nascimento dos temas escolhidos para minhas escritas.

Não me importam se elas sejam pessoais ou de intimidade, minha vida é um livro aberto!

 Quem quiser fazer parte está, desde já, autorizado.

Comentando sobre as questões de divulgação e tempo de espera com meu amigo e produtor do blog sobre a última publicação “Universos Paralelos” surgiu uma prosa paralela.

Ao enviar o texto para transformação em e-book, eu escrevi:

Eu: Provocou outra vez!

Vai que é sua! Luigi!

Pode publicar já… Se for “macho”!

Hehehe! Rsrsrs! Kkkkk!

Seus netos vão saber disso!

Delação Premiada!

Luigi (Juan Campesino): O que falar?

Brilhante como sempre. Vou publicar amanhã, pois estou sem matéria, tudo bem?

Além do texto excelente a capa é maravilhosa, uma das mais bonitas.

Abraços. Luigi

P.S.: O som precede o pensamento… He! He! He! Matou a charada!

Eu: Ufa! Ainda bem que você está sem matéria!

 Que sorte a minha né?

Teimosão!

Luigi (Juan Campesino): Marco.

Foi muito boa essa conversa.

Imagine quando eu puder tomar “Umas”.

Você está em vantagem, pois já tomou algumas.

Tudo bem, eu espero.

Se você quiser posso publicar hoje…

Eu: Kkkk! Não vejo a hora de a gente tomar várias juntos!

Vai dar B.O.!

Não precisa publicar hoje!

O nosso “bate bola” já é o lucro maior dessa empreitada!

Realmente tomei um Jack Daniel’s depois das cervejinhas do Barigui! Tava bão!

Segunda feira eu vou extrair um dente e fico uns dois dias sem beber nada! Vai ser difícil! Mas vou suportar! Valeu grande Luigi!

Luigi (Juan Campesino): Fique frio…

Como a cronologia nos tempos bíblicos é bem diferente da que conhecemos não se sabe quanto tempo foi A Espera do nascimento dos filhos Caim e Abel. Nunca soube da Eva grávida e barrigudinha!

Antes dos seus 130 anos de existência, Adão e Eva tiveram dois filhos homens – Caim e Abel.

Aos 130 anos, Adão e Eva geraram Sete. Adão viveu 800 anos depois que Sete nasceu e teve filhos e filhas (Gênesis 5:4). Quantos?

Ninguém sabe.

Muitos.

Adão viveu quase um milênio: 930 anos.

Não vamos entrar nas polêmicas questões religiosas e de costumes.

Esperamos em média nove meses para nascer.

A vida é uma espera constante.

Gosto sempre de citar a origem do nascimento dos temas escolhidos para minhas escritas.

Não me importam se elas sejam pessoais ou de intimidade, minha vida é um livro aberto!

 Quem quiser fazer parte está, desde já, autorizado.

Comentando sobre as questões de divulgação e tempo de espera com meu amigo e produtor do blog sobre a última publicação “Universos Paralelos” surgiu uma prosa paralela.

Ao enviar o texto para transformação em e-book, eu escrevi:

Eu: Provocou outra vez!

Vai que é sua! Luigi!

Pode publicar já… Se for “macho”!

Hehehe! Rsrsrs! Kkkkk!

Seus netos vão saber disso!

Delação Premiada!

Luigi (Juan Campesino): O que falar?

Brilhante como sempre. Vou publicar amanhã, pois estou sem matéria, tudo bem?

Além do texto excelente a capa é maravilhosa, uma das mais bonitas.

Abraços. Luigi

P.S.: O som precede o pensamento… He! He! He! Matou a charada!

Eu: Ufa! Ainda bem que você está sem matéria!

 Que sorte a minha né?

Teimosão!

Luigi (Juan Campesino):

Marco.

Foi muito boa essa conversa.

Imagine quando eu puder tomar “Umas”.

Você está em vantagem, pois já tomou algumas.

Tudo bem, eu espero.

Se você quiser posso publicar hoje…

Eu: Kkkk! Não vejo a hora de a gente tomar várias juntos!

Vai dar B.O.!

Não precisa publicar hoje!

O nosso “bate bola” já é o lucro maior dessa empreitada!

Realmente tomei um Jack Daniel’s depois das cervejinhas do Barigui! Tava bão!

Segunda feira eu vou extrair um dente e fico uns dois dias sem beber nada! Vai ser difícil! Mas vou suportar! Valeu grande Luigi!

Luigi (Juan Campesino):

Fique frio…

Vamos “bebemorar” juntos. Como você já tomou mais uma dose do velho Jack eu resolvi fazer a revista.

P.S.: Gostei do fundo. Desculpe a TEIMOSIA, mas mudei o filme final.

     Como a obra é sua, posso trocar pelo original, mas te dou a chance de entender o que eu disse ouvindo o “Som” He! He! He!

Eu: Ops! Consegui abrir! Ficou show! Esquece os e-mails anteriores! Abraço.

Luigi (Juan Campesino): Bom dia Marco Daniel’s! Por favor, não se melindre! Eu posso trocar o fundo e a música numa boa. Você é quem manda. Eu é que sou abelhudo… Falta de “White Horse”.

Eu: Claro que não precisa trocar! Ficou show! Trabalho em equipe de primeira linha! Tudo a ver “Alma”! Vou detonar!

Como eu não tinha visto… Sugeri coisas.

Mas está muito bom!

Amanhã arranco um dente.

Só vou poder beber depois de amanhã! Foda! Hehehehe!

Vai pensando aí num novo tema caro sócio!

A Iza tá bem? Beijo nela.

Luigi (Juan Campesino):

A Iza está bem.

Vou transmitir seu recado.

Vai firme arrancar o dente…

Depois melhora.

Eu nem posso fazer nada nos dentes, o dentista descobriu que tenho sinusite.

Então, estou há 12 dias no antibiótico.

Dois dias passam rápido…

Não tem um ansiolítico para segurar a fissura?

Você sempre dá os temas, no caso “A Espera” de um dia melhor.

Sempre estamos à espera de algo.

Será isso um motivo de angústia ou de prazer.

A espera da festa é sempre melhor que a própria festa.

Assim por diante…

É um tema!

Melhoras!

E para encerrar o papo com o tema justificado…

Eu: Obrigado Luigi,

Alles zu seiner Zeit – Tudo ao seu tempo!

A língua alemã é uma das que melhor expressam o pensamento. A filosofia desde os tempos mais remotos.

Como sempre, você percebendo os sentimentos.

Amanhã te digo como foi à maratona dentária!

Vai dar tudo certo sim.

Abraço irmão.

Marco.

A Espera da cirurgia foi mais para angústia. Mas após ter vencido o desafio e tudo ter corrido bem “A espera da festa é sempre melhor que a própria festa”.

Passados os efeitos dos remédios voltei ao tema intrinsecamente. Assistindo e escutando os noticiários percebi uma quantidade grande de repetições da palavra “esperar”.

Os governos instalados fizeram isso e aquilo, mas o usuário, contribuinte, o povo…

Quem sabe oriundos das cepas “Adão e Eva” vão ter que esperar…

Esperar! Sem espernear… É claro! Ou não?

A Espera por uma consulta com um médico especialista de um plano de saúde não pode levar mais de 14 dias, segundo uma resolução editada em 2011 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, do governo federal. Mas a própria União não estabelece limites para o paciente da rede pública. No Paraná, uma consulta com um médico especialista pode demorar até três anos.

A Espera na fila de transplante no Brasil tem 60 mil pessoas. Burocracia e subnotificação de mortes encefálicas elevam mais o tempo de espera na fila de transplante.

A Espera de crianças na fila por vagas em creches!

A Espera em resolver transtornos como na cidade famosa por ter sido modelo de transporte coletivo. Greve no transporte causa transtorno em Curitiba e região.  Nenhum dos 1.945 veículos que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT) deixou as garagens das empresas, afetando 356 linhas de ônibus. Muitos trabalhadores tiveram que faltar ao trabalho porque não conseguiram chegar a tempo, e outras pessoas que tinham exames em hospitais, por exemplo, terão que remarcar suas consultas. Sem a circulação dos ônibus, milhares de carros voltaram às ruas, causando congestionamento principalmente na região central da capital. Rubens Chueire Jr. – Equipe Folha – 26/01/2015

A Espera nessa fila não é auspiciosa:

Em momentos em que a densidade populacional aumenta consideravelmente, a quantidade de recursos disponíveis rapidamente é consumida, pelo que situações de crise alimentar ganham destaque. Situações estas, já experimentadas pela humanidade.

A Espera nessa fila também não foi agradável:

Imagem de vídeo divulgado pelo Boko Haram mostra meninas com vestes islâmicas rezando ao ar livre. Jovens seriam as sequestradas em abril de 2014 em Chibok, na Nigéria (Foto: Boko Haram/AFP).

A Espera nessa fila também não foi agradável:

Holocausto Memorial Esculture

Poklonnaya Gora, Moscou, Rússia.

Embora os termos “Shoah” e “Solução Final” sempre se refiram ao destino dos judeus durante o regime nazista, o termo “Holocausto” é usado às vezes em um sentido mais amplo para descrever outros genocídios dos nazistas e de alguns regimes insanos.

Acho melhor voltar ao Jardim do Éden, com A Espera, escutando Louis Armstrong em canção escrita por Bob Thiele e George David Weiss:

Eu vejo as árvores verdes, rosas vermelhas também.

Eu as vejo florescer para mim e você.

E eu penso comigo… Que mundo maravilhoso.

Eu vejo os céus tão azuis e as nuvens tão brancas.

O brilho abençoado do dia, e a escuridão sagrada da noite.

As cores do arco-íris, tão bonitas no céu.

Estão também nos rostos das pessoas que se vão.

Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: “como você vai?”.

Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer.

E eu penso comigo… Que mundo maravilhoso!

A Esperança Existe!

Tchau!

POLÍTICA GASTRONÔMICA MORNA

Do anarquista russo do século 19, Mikhail Bakunin
 (1814-1876):

Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado
para considerar esta
questão, chega-se ao mesmo resultado execrável:

 O
governo da imensa maioria
das massas populares se faz por uma minoria
privilegiada.

 Esta minoria,
porém, dizem os marxistas, compor-se-á de
operários.

 Sim, com certeza, de
antigos operários, mas que, tão logo se tornem
governantes ou
representantes do povo, cessarão de ser operários e
pôr-se-ão a observar o
mundo proletário de cima do Estado; não mais
representarão o povo, mas a si
mesmos e suas pretensões de governá-lo.

Quem duvida disso não conhece a natureza humana”.

Chico Anysio

A Corruptocracia de Justo Veríssimo.

“Eu quero é que pobre se exploda”, era o bordão que ele soltava logo após ouvir queixas de cidadãos menos favorecidos.

Na sua crueza anárquica, o humor oferece a mais devastadora crítica da realidade. Anarquista Russo e anarquista tupiniquim!

Ok.

Vamos ao gastronômico.

 A paisagem da cidade muda em época de eleição.

Têm placas em todas as “calçadas”, parques e jardins, nos largos de grama castigada e em todo centímetro quadrado da urbe em festa!

Parece anúncio de restaurante a quilo anunciando o cardápio do dia.

Jonatas do Suco, Zé Banana, Fei Joada, Honório do Açougue, Tadeu da Linguiça, Alfacinha da Bata clã, meu amigo Batatinha, Juarez da Cachaça Lerda, Vote Certo no Bode Experto, Rosinha do Chá Gelado… E depois de tantas calorias alimentícias e bebidas ácidas, tem o Elias da Farmácia e Estraga Onofre do Supositório.

Com tudo isso, ainda tem gente dizendo que a campanha política aqui está morna.

Kkk…

Lembrei-me da minha sogra na Boca Maldita em tempos idos,  falando com estátuas e abanando bandeiras.

Com tudo isso, ainda tem gente dizendo que a campanha política aqui está morna.

Conta-se na família, que a manceba jogou um prato de sopa na primogênita!

Alguém exclamando perguntou:

“Como você teve coragem de fazer uma coisa dessas? ”

A resposta veio imediata:

“Mas estava morna! ”

Em política, mesmo morna, sempre tem cacetada!

Ou… Pratada!

Pensando bem, está morna mesmo.

Ainda não começaram os jingles em caminhões falantes com decibéis estoura timpânico, nem reco-recos dos cabos eleitorais pagos ou voluntários.

Enquanto isso no Planalto Central da República montou-se um palco para a prática laboratorial de advogados exibidos ensaiando a teatral arte de representar os seus clientes “honestos”, anjinhos de todos os Valériosdutos!

Presidente do STF inicia a fase destinada aos votos dos ministros. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF (15/08/2012)

O Professor René Dotti deve estar observando os atores da arte em qual ele é Grande Mestre.

René Ariel Dotti

Um dos maiores penalistas do país. 

A GASTRONOMIA CONTINUA.

Comícios regados a ki sucos e pães enrugados com linguiças de trésontonte.

Problemas gástricos?

Daí é só procurar o Elias da Farmácia e o Estraga Onofre do Supositório.

Haja estomago para politicar!

“Vamu que Vamu”! Caro amigo Juan Campesino.

Já pensou em se candidatar?

No interior, onde os debates eram em palanques montados na praça principal da cidade, sem a tecnologia televisiva, dois candidatos disputando a prefeitura, assistiu-se o bate-boca:

O primeiro falou:

“Vossa Excelência é um DESCALCIFICADO! ”

O segundo respondeu de ‘bate-pronto’:

“Vossa Excelência é um analfabeto”! Pois deve estar querendo dizer: “DESCLASSIFICADO”!

O primeiro retrucou:

“Não”! É DESCALCIFICADO MESMO! Porque sua mulher lhe bota corno há mais de dois anos e o chifre ainda não nasceu! Deve ser falta de cálcio…

Como diria o baiano: “Tá rebocado e piripicado”!

O outro baiano contaria que:

* “Me retei e piquei a porra”.

* fiquei nervoso e dei um tiro nele!

Aqui no sul não tem mais o coronelato da época do Guataçara Borba Carneiro.

Guataçara Borba Carneiro (Reserva, Paraná, 24 de maio de 1899 – Curitiba, 17 de junho de 1979) foi um político brasileiro.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Meu pai foi Juiz de direito em Reserva.

Era um revolver em cada lado da cintura.

Política de outros tempos.

Reserva-Paraná

Guataçara Borba Carneiro

Guataçara Borba Carneiro, descendente do célebre sertanista Telêmaco Borba, nasceu em Reserva, Paraná em 24 de maio de 1899.

Foi prefeito de Tibagi, deputado estadual por várias legislaturas e presidente da Assembleia Legislativa. Ocupou a chefia do Poder Executivo por duas vezes nas ausências do governador Moysés Lupion, em 1949 e 1959.

Exerceu ainda os cargos de promotor público interino e de delegado regional de Tibagi.

Eleito deputado estadual, pela primeira vez, em 1947. 

Líder da maioria no ano seguinte e reeleito em 1950.

Nas eleições governamentais de 1960, integrou dissidência do Partido Social Democrático. 

 Depois de algum tempo no ostracismo, reapareceu na cena política como presidente do Partido Democrático Social.

 Exerceu muita influência na política do seu tempo pelo poder de liderança e de coordenação política, notadamente quando o Secretário dos Negócios do Interior e Justiça.

 “Amigo dos livros, supriu com leitura de bons autores a falta de curso superior”, autodidata de reconhecido valor intelectual.

Quando eu passava em frente á casa dele perto do Colégio Estadual do Paraná para praticar salto na plataforma da piscina, lá estava o Guataçara com seu chapelão, sentado na varanda.

 Era vizinho do Colégio.

Bento Munhoz da Rocha Netto e Moisés Wille Lupion de Tróia. 

Minha homenagem aos bons políticos do Paraná. 

Tanto em épocas MORNAS E GASTRONÔMICAS quanto em épocas FRIAS E SUBNUTRIDAS!

Boa Eleição…