SEXO

SEXO

Título instigante! Ato instintivo! Existe desde a formação do Universo!

Quando começo escrever, procuro sempre imagens e músicas para embelezar as letras… As palavras… As frases… Os textos… A lavra… A verve!

A humanidade está enferma. Era uma vez um Adão e uma Eva. Únicos. No Éden. Inicio das intubações e dominações. “Tá tudo dominado”! Mundo enloucado!

No começo era assim:

Google – Imagens

Oh! Eva… O Universo conspira a nosso favor! Disse Adão.

É histórico que na maioria das religiões o SEXO tenha sido normatizado dentro dos princípios mais sublimes do que apenas uma “necessidade fisiobiológica”!

No judaísmo, o casamento é visto como um vínculo contratual entre um homem e uma mulher, através do qual eles se unem para criar uma família. Embora à procriação não seja o único propósito, um casamento judaico também é esperado para cumprir o mandamento de ter filhos. O foco principal centra-se em torno do relacionamento entre o marido e a esposa. No nível espiritual, o casamento é entendido como o significado de que o marido e a esposa estão se fundindo para formar uma única alma. É por isso que um homem é considerado “incompleto” se ele não for casado, como sua alma é apenas uma parte de um todo maior que continua a ser unificada.

É realizado dentro dos conceitos estabelecidos da Torá, do Talmud e da Halachá. O casamento judeu é diferente de um casamento cristão ou de outras religiões, pois tem todo um significado em cada etapa desde o dia do casamento até o “Kidushin” a Consagração do casamento.

Segundo algumas tradições rabínicas, Deus perdoa completamente qualquer pecado que os noivos tenham cometido em suas vidas, para que possam começar suas vidas de casados em um estado totalmente puro.

Relações sexuais regulares são esperadas entre o marido e a mulher. Esta obrigação é conhecida como “onah”. Na tradição Judaica, as relações sexuais no casamento constituem-se em mandamento religioso.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O islamismo desencoraja a interação social entre homens e mulheres, quando estiverem sozinhos, e diversos países islâmicos praticam ativamente a segregação sexual. A religião, no entanto, não desencoraja todo e qualquer contato entre os sexos; um exemplo histórico ocorreu com Cadija, à primeira esposa do profeta Maomé, que o empregou antes de terem qualquer relacionamento amoroso, e se encontrou diversas vezes com ele para discutir assuntos relacionados aos negócios – um exemplo seguido e praticado pelas outras esposas de Maomé, que ensinavam e davam conselhos aos homens e mulheres de Medina. Wikipédia.

São muitas as estórias e histórias sobre as questões relativas ao SEXO. Não vamos discorrer nesse momento sobre o homossexualismo.

Seria prolongar excessivamente o ensaio sobre o tema. Mas não podemos deixar de fora a triste questão da exploração sexual de menores que repercute cruel nesses dias atuais. Inclusive com o Brasil em véspera de Copa do Mundo de Futebol observando o tal “turismo sexual”!

De forma geral, a exploração sexual infantil trata-se do abuso sofrido por uma criança a qual, por vários fatores, como situação de pobreza ou falta de assistência social e psicológica, torna-se fragilizada. Entretanto, para além das possíveis vulnerabilidades decorrentes da situação socioeconômica, existem outros aspectos, fato que explicaria uma maior vulnerabilidade das meninas, tão expostas à violência contra a mulher até mesmo no ambiente familiar.

Além destes, observamos os vícios das drogas e o chamado turismo sexual, o qual consiste na chegada de vários estrangeiros a regiões como o Nordeste brasileiro em busca de sexo.  Todos estes são aspectos importantes para a compreensão da violência contra a criança.

Triste realidade…

Em tempos mais remotos o SEXO também foi distorcido.

As fontes sobreviventes oferecem um importante número de histórias a respeito de Calígula que ilustram a sua crueldade e a sua demência. As fontes contemporâneas, Fílon de Alexandria e Sêneca, o Moço, descrevem o imperador como um demente irascível, caprichoso, derrocador e enfermo sexual. Era acusado de alardear de se acostar com as mulheres dos seus súditos, de matar por pura diversão, de provocar uma fome ao gastar demais dinheiro na construção da sua ponte, e de querer erigir uma estátua de si mesmo no Templo de Jerusalém com o objeto de ser adorado por todos.

Antiga moeda romana com a gravura de Calígula. O reverso representa as três irmãs de Calígula, Agripina, Drusila e Júlia Lívila, com as quais se rumorejou que o imperador manteve relações incestuosas.

Baco ou Dionisio! Deus do vinho! Romano e Grego!

Dionisio era o deus grego equivalente ao deus romano Baco, dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da insânia, mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a deidade. Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele uma divindade grega atípica.

Havia também o Deus Eros! Erótico! Cupido! De flecha certeira! Alado!

É o amor apaixonado, com desejo e atração sensual. Platão refinou sua própria definição. Embora o Eros seja sentido inicialmente por uma pessoa, com contemplação transforma-se em apreciação da beleza dentro dessa pessoa, ou transforma-se mesmo em apreciação da própria beleza. Platão não pleiteia a atração física como uma parte necessária para o amor, daqui o uso do termo “amor platônico” significar “sem atração física”. Platão define o Eros e diz também que ajuda ao conhecimento da recordação da beleza da alma, contribuindo para uma compreensão da verdade espiritual. Os amantes e os filósofos todos são inspirados a dizer a verdade por Eros, Deus do Amor.

SEXO e Kundalini… Os filamentos de DNA!

A kundalini é ativada pelo calor de nossas emoções e por isso é considerada o fogo alquímico dos Deuses.

A energia da Kundalini é rejuvenescedora e curadora porque ela é capaz de reagrupar e organizar todos os desajustes de nossas células até os filamentos de DNA. O fluxo energético de suas emoções altera a química do sangue gerando ondas de prazer sem que nenhum acontecimento externo esteja interferindo no processo.

Assim Caminha a Humanidade…

Rompendo as gâmbias do hortomogenério…

Teus lindos olhos que têm barlacantes…

Mas SEXO também é poesia!

A UMA DEUSA

(Atribuído ao poeta Luiz Lisboa do Maranhão)

Tu és o quelso do pental ganírio

Saltando as rimpas do fermim calério

Carpindo as taipas do furor salírio

Nos rúbios calos do pijom sidério

És o bartólío do bocal empírio
Que ruge e passa no festim sitério
Em ticoteios de partano estírio
Rompendo as gâmbias do hortomogenério

Teus lindos olhos que têm barlacantes
São camençúrias que carquejam lantes
Nas duras pélias do pegal balônio

São carmentórios de um carce metálio
De lúrias peles em que pulsa obálio
Em vertimbáceas do pental perônio

Barlacantes carmentórios
Pulsa obálio gâmbias lúrias
Do pijom és o bartólio
Carquejantes camençúrias

Com essa aquarela abri minha exposição de artes no Gauer Hotel Schweizerhof Bern, na capital Suíça. Roman Polanski e Elizabeth Taylor estavam hospedados no hotel e prestigiaram a mostra erótica!

Mas SEXO também é música!

Brigitte Bardot… Je t’aime moi non plus…

Eu te amo…  Eu mais ainda… Como a onda irresoluta… Tu és a onda, eu a ilha nua… Entrelaçado em meu dorso…  Você vai e você vem… E eu mantenho… Eu te amo…

E eu mais ainda…

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