O Indefensável

O Indefensável

Transcrevo a tradução de um vídeo que recebi em uma rede social.

O mundo está contra o Islã?

Brigitte Gabriel é uma jornalista conservadora americana, conferencista política nascida em Marjayoun no Líbano e com dupla nacionalidade – Libanesa e Americana.

Leiam a resposta de Brigitte Gabriel a uma estudante Muçulmana em um painel no Congresso Norte-Americano para a Verdade:

Questiona a estudante Muçulmana:

Salaam aleikum! Paz á todos vocês!

Meu nome é Saba Ahmed!

Sou uma estudante de Direito da American University.

Estou aqui para fazer uma pergunta simples á vocês.

Sei que nós retratamos o Islã e todos os muçulmanos como maus, mas há 1,8 bilhão de muçulmanos seguidores do Islã, temos mais de oito milhões de muçulmanos neste país e eu não os vejo representados aqui.

Mas minha pergunta é:

Como podemos travar uma guerra ideológica com armas?

Como podemos terminar essa guerra?

A ideologia jihadista de que vocês falam é uma ideologia.

Como podemos vencer essa coisa se você não endereçá-la ideologicamente?

A resposta de Brigitte Gabriel veio de imediato e sem titubear:

Ótima pergunta!

Eu estou tão feliz que você está aqui e estou muito feliz que você levantou essa questão, pois nos dá a oportunidade para responder!

O que eu acho incrível é que, desde o início deste painel nós estamos aqui para tratar do ataque às nossas pessoas em Benghazi e nem uma pessoa mencionou “muçulmanos”, que estamos aqui contra o Islã ou que estamos lançando uma guerra contra muçulmanos!

Estamos aqui para discutir como quatro americanos morreram e o que o nosso governo está fazendo.

Não estamos aqui para falar mal de muçulmanos.

Você foi quem levantou a questão sobre muçulmanos, não nós!

Mas já que você levantou, permita-me elaborar minha resposta.

Há 1,2 bilhão de muçulmanos no mundo de hoje.

Claro que nem todos são radicais!

A maioria deles é de pessoas pacíficas.

Os radicais são estimados entre 15% a 25%, de acordo com todos os serviços de inteligência ao redor do mundo.

Restam 75% de pessoas pacíficas.

Mas quando você considera 15% a 25% da população muçulmana você está olhando para 180 milhões a 300 milhões de pessoas dedicadas à destruição da civilização ocidental.

São tão grandes quanto os Estados Unidos.

Então, por que deveríamos nos preocupar com os radicais – 15% a 25%?

Porque são os radicais que matam!

Porque são os radicais que decapitam e massacram!

Quando você olha através da história, quando você olha a todas as lições da história, a maioria dos alemães era pacífica.

Mesmo assim os nazistas conduziram a agenda.

E, como resultado, 60 milhões de pessoas morreram, 14 milhões em campos de concentração, seis milhões eram judeus.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para a Rússia, a maioria dos russos era pacífica também.

Mesmo assim os russos foram capazes de matar 20 milhões de pessoas.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para a China, por exemplo, a maioria dos chineses era pacífica, também!

Mesmo assim os chineses foram capazes de matar 70 milhões de pessoas.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Quando você olha para o Japão antes da Segunda Guerra Mundial, a maioria dos japoneses era pacífica, também!

Mesmo assim, o Japão foi capaz de abrir seu caminho como um açougueiro através do Sudeste Asiático matando doze milhões de pessoas, a maior parte delas com baionetas e pás.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Em 11 de setembro nos Estados Unidos, nós tínhamos 2,3 milhões de muçulmanos árabes vivendo nos Estados Unidos.

Bastaram 19 sequestradores, 19 radicais, para colocar a América de joelhos, destruir o World Trade Center, atacar o Pentágono e matar quase três mil americanos naquele dia.

A maioria pacífica foi irrelevante.

Logo, por todos os nossos poderes da razão e nós falando sobre muçulmanos moderados pacíficos, estou feliz que você está aqui, mas onde estão os outros se manifestando?

Já que você é o único muçulmano representado aqui…

(Aplauso da plateia!).

Guardem os aplausos para o final.

Já que você é o único muçulmano representado aqui…

E já que você é a única muçulmana representada aqui, você aproveitou a oportunidade e, em vez de falar sobre por que nosso governo…

Eu estou assumindo…

 Você é americana?

Você é uma cidadã americana?

Então, como uma cidadã americana, você sentou neste recinto e, em vez de se levantar e perguntar algo sobre nossos quatro americanos que morreram e o que o nosso governo está fazendo para corrigir o problema, você se posicionou aí para defender a ideia de “muçulmanos moderados pacíficos”!

Eu queria que você trazido dez com você para perguntar como podemos fazer nosso governo responder por aquilo!

Está na hora de pegarmos o “politicamente correto” e jogá-lo no lixo!

Que é onde isso merece estar.

Porém, a tentativa de defender atos extremos existe tanto de um lado quanto do outro.

E a verdade, você sabe!

Algum inconformado que assina como Eduardo Hernandez Fortes imediatamente postou sua opinião em baixo do vídeo:

Achei uma merda de discurso.

 Eu sou ateu e como praxe, vivo dois pontos:

A dificuldade em aceitar os religiosos, e a dificuldade que tem os religiosos em aceitar o meu ponto de vista.

 Agora vai começar uma época discriminatória terrível para os muçulmanos, e esta senhora está colérica citando o nazismo e muitos outros massacres.

Ela, entretanto, esqueceu-se de mencionar que o tal povo americano jogou duas bombas nucleares contra cidades japonesas, devastando basicamente civis.

 Os cristãos foram responsáveis, por exemplo, somente por um período conhecido como Idade das Trevas.

 Enfim, a galera tá discutindo com ódio aos muçulmanos, e sequer sabe, por exemplo, o que significa o ramadã (período sagrado em que os muçulmanos jejuam em solidariedade às pessoas que passam fome no mundo).

 Ou sequer sabem o que significa islamismo (abandono às coisas materiais).

Agora o ser humano é assim e se esquece de uma coisa tão básica:

 “A exceção de uma guerra perdida, não existe nada mais triste que uma guerra ganha.”

Infelizmente somos isso:

 Guerra se combate com guerra, ódio com ódio, fúria com fúria…

 E assim caminha a humanidade.

Obs.: Fiz correções gramaticais e gráficas no texto do “mancebo” defensor “ateu” da causa.

Ateu?

Quem sabe um sonhador romântico?

Fiquei na minha aguardando outras manifestações mais inteligentes.

E veio em seguida.

Aline Villa Nova Bacurau respondeu:

 A meu ver, o único problema é que não existe conversa com esses radicais…

E a MAIORIA que não se julga radical se cala.

Onde estão os líderes repudiando os acontecidos?

 Qual seria a sugestão para acabar com essa barbárie?

Aline Villa Nova Bacurau continuou respondendo ao “ateu”:

Você se submeteria as leis do EI?

 Você ateu aceitaria isso ou a morte?

 Para eles VOCÊ é um pecador.

 Isso entre eles eu respeito, porque é cultura deles, mas bem longe de nós…

Meu amigo Rogerio Costa com o humor de sempre postou:

Tirando petistas, respeito qualquer um.

KKKK!

Outro amigo, Luciano Nader foi mais discursivo sobre a postagem do “ateu”:

Respeito seu ateísmo, mas não podemos compará-lo a intolerância religiosa.

Seria como fazer uma comparação entre Bíblia e Corão, relativizando as coisas em benefício do Islã.

Há passagens BÉLICAS no Livro judaico-cristão, sim, mas nem o cristianismo nem o judaísmo sustenta a ideia de uma guerra santa em nome de Javé.

Já o corão é usado por todo muçulmano, terrorista ou não, como argumento para atacar o ocidente, por diversos meios.

Portanto, seria eu dizer que ambos os livros podem ser desvirtuados e justificar a violência, não é uma linha lógica e historicamente defensável.

Se tivessem detido Hitler em 1936 ou 1938, possivelmente a guerra seria evitada, mas deixaram o cara crescer, sempre em nome da paz e dos “direitos” que os Aliados reconheciam nas ousadias dos nazistas.

 Deu no que deu.

 O Islamismo é a mesma coisa.

Muçulmano odeia cristão, ATEU, ou quem quer que seja que não concorde com sua religião medieval, violenta e implacável que busca destruir os infiéis, ou seja, todo mundo que NÃO SEJA MUÇULMANO, sim senhor!

Pois eu os considero inimigos e ponto final.

Não os quero como vizinhos, como amigos, como imigrantes.

Quero-os bem longe daqui, preferencialmente que se matem lá pelo oriente médio, ou África mesmo.

Podemos muito bem passar sem essa gente por perto.

Acha que isso é xenofobia?

 Entre no Youtube e vejam as barbaridades que esses fanáticos praticam na França, na Inglaterra, e depois me responda.

Imagine Eduardo, esses extremistas muçulmanos que possuem diversos “ódios” com relação à França, entre muitos: destacamos o grande liberalismo “imoral”, permissivismos diversos, cultos à orgia, e outros aspectos que os radicais extremistas simplesmente não toleram, em função da degradação moral e atentado aos princípios familiares muito considerados por esses extremistas,

E OS QUE JÁ VIVEM aqui no Brasil?

 São milhares de muçulmanos.

Quando essa comunidade apresentar alguma expressividade quantitativa será que tolerarão o “Bordel” a céu aberto que é este país?

Senão vejamos algumas coisas que atingirão frontalmente essa comunidade – Carnaval e suas Mulheres Nuas, Parada Gay, Marcha das Vadias, Bicicletada Sexy, Virada Pornográfica, Marcha da Maconha, Novelas e seus Exércitos de Gays, Funkeiras altamente sensuais, Peladões pelas ruas, Doutrinação do Gênero e Kits Gays em nossas escolas, enfim, e outras modalidades, infelizmente, imorais e altamente ofensivas e inaceitáveis aos Muçulmanos radicais.

Imagino que seja algo que teremos que começar a pensar imediatamente, um terrorista não manda avisos, A QUESTÃO MAIOR INDEPENDE de você ser ateu, eu católico, sicrano evangélico, beltrano judeu… Qualquer religião que não a deles, precisa ser eliminado…

E o vídeo do líder dos atentados puxando os corpos naquela 4X4 e dando risada?

Para não relatar toda a polêmica interminável de…

 O Indefensável…

Deixo uma mensagem cantada em prosa e verso!

Haverá um tempo em que ouviremos um chamado!

Quando o mundo deverá se juntar como um só!

Há pessoas morrendo!

E é tempo de emprestar uma mão para a vida!

Esse é o maior presente de todos!

Nós não podemos continuar fingindo todos os dias!

Que alguém, em algum lugar, irá em breve fazer a diferença!

Nós somos toda a parte da grande família de Deus!

E a verdade, você sabe!

Amor é tudo o que precisamos.

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