Pateta e Patetinha

Pateta e Patetinha

Para quem não sabia, o Patetão tinha um filho. Max é um personagem fictício, jovem filho do popular personagem da Disney Pateta. Apareceu pela primeira vez numa curta metragem clássica de “E o vento levou”.

Max é um dos poucos personagens de cartoon, que não possui uma única idade em encarnações anteriores, mas aparece próximo do tempo real. Ele foi descrito com 11 anos de idade em “A Turma do Pateta”, como um adolescente em “A Goofy Movie”, e mais recentemente, em “An Extremely Goofy Movie” e “A casa do Mickey”, como um jovem adulto. É bem diferente do pai, já que é maduro e muito esperto, e sempre fica constrangido na frente do pai, mas mesmo assim, ele adora ter um Pai Pateta. O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (“Continue seguindo em frente”).

Se Walter Elias Disney, que foi um produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, dublador, animador, empreendedor, filantropo e fundador da The Walt Disney Company, estivesse vivo, eu faria uma sugestão para uma historinha bem “tupiniquim” que se passa por estas paragens surrealistas das Américas constipadas pela corrupção.

Gostaria de deixar bem claro que esta escrita é de ficção e qualquer semelhança com a vida real É MERA COINCIDÊNCIA!

Em 1968, durante a ditadura militar, Pateta filiou-se ao Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema.

Já pensava em montar uma equipe de trabalho.

Pronto! A ideia estava criada e “cumpanheiros” existiam aos montões. Era só começar a escolha.

Pateta não era muito chegado à leitura e trabalho.

Mas como teve infância difícil sempre ensinava o Patetinha pescar! Tanto no “volume morto” da Cantareira quanto em águas profundas da camada de pré-sal!

Embora tenha relutado em filiar-se e candidatar-se, ao Sindicato de Metalúrgicos, pois à época tinha uma visão negativa do sindicato e seu grande hobby era jogar futebol, foi em frente.  O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (“Continue seguindo em frente”). Apesar de não ter qualquer vivência sindical, já era apontado como uma pessoa com espírito de liderança e com carisma. Convencido a integrar a chapa, sob a influência de seu irmão, Patetópólis da Silva – conhecido como Frei Patéchico, militante do Partido Comunista Penúria e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul Pateta foi eleito, em 1969, para a diretoria do sindicato dos metalúrgicos da cidade, dentre os suplentes, continuando a exercer suas atividades de operário.

Após várias tentativas, em 27 de outubro de 2002, o Pateta foi eleito presidente da Penúria (País fictício situado na América Latrina). No seu discurso de diplomação, Pateta afirmou: “E eu, que durante tantas vezes fui acusado de não ter um diploma superior, ganho o meu primeiro diploma, o diploma de presidente da República do meu país”.

Embora o Patetinha não existisse ainda, Pateta conheceu Maga Patalógica.

Que já tinha os olhos voltados para enfiar a mão na “grana” do Tio Patinhas.

Maga Patalógica possuía uma “folha corrida” digna dos Irmãos Metralhas!

Em 1967 foi militante da Política Operária (POLOP) nas Minas Gerais. Em 06/10/68 realizou assalto ao Banespa da Rua Iguatemi subtraindo a instituição em Ncr$ 80 mil. Dois meses após, em 11/12/68, assaltou a Casa de Armas Diana na Rua do Seminário, levando 48 armas. Após assaltar o 4º Regimento de Infantaria em Quitaúna – Osasco – SP, participou ainda de assaltos à casa de um governador e ao Banco Mercantil de São Paulo. Era a parceira ideal para dar continuidade aos Projetos de Poder do Pateta.

Já rico e poderoso Pateta mandou até sua cara metade, Clarabela, fazer plástica! Ela já sonhava em comprar uma fazenda para o Patetinha!

Patetinha estava com o futuro garantido.

Antes trabalhava como monitor do Parque Zoológico de São Paulo onde recebia no ano de 2002 um salário de R$ 600,00 por mês. Hoje é um dos maiores e mais ricos empresários da Penúria (País fictício situado na América Latrina) e até o final do ano de 2010 possuía, sem poder, inclusive passaporte diplomático. Dizem, também, que Patetinha é dono de um frigorífico, e que recebeu recentemente do governo Maga Patológica um empréstimo de 30 bilhões de reais. Segundo informações de um empresário de Porto Seguro, e que possui fazenda no Pará, Patetinha só compra boiadas acima de 50.000 cabeças, sendo o maior comprador de gado para abate do Estado.

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