Poeira Cósmica

Poeira Cósmica

No capítulo 2, “QUANDO OS MARES COMEÇARAM A SUBIR”, do Best-seller Internacional “UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO” de Geoffrey Blainey pode-se ler:

Em 20000 A.C, o homem já se encontrava presente em todos os continentes.

 A Austrália e Nova Guiné, juntas, formavam uma segunda massa de terra habitada, mas contavam com menos de 5% da população mundial.

 Havia outra característica curiosa dessa população: estava quase inteiramente confinada às zonas tropicais e temperada; as áreas mais frias do mundo eram praticamente desabitadas.

Nessa época, as temperaturas em todos os lugares eram muito mais baixas do que as de hoje.

Anteriormente à COP 21 (21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Paris, mais de 25% dos municípios brasileiros decretaram situação de emergência ou calamidade pública em função de desastres naturais ligados ao clima extremo.

O mote principal dos partícipes desse encontro, na capital francesa, é o objetivo de limitar o aumento da temperatura média da Terra em 2 graus Celsius (2ºC) até 2100, em relação aos níveis pré-Revolução Industrial.

 Ultrapassar esse limite provocaria mudanças climáticas severas.

Enquanto o País agoniza numa crise político-econômica e ambiental (em Minas e no Espírito Santo), cerca de 180 pessoas de delegações brasileiras, representantes da União, Estados e Municípios, faz “festa” em Paris para a COP 21, a conferência do clima, com custos pagos pelo contribuinte.

A comitiva do Governo federal soma 40 integrantes, incluindo a presidência e seis ministérios.

Com uma “contribuição” irrelevante, a mandatária da República das Bananas só passou recibo da incompetência administrativa pública nacional.

Em sua retórica peculiar declarou:

“A ação irresponsável de uma empresa provocou recentemente o maior desastre ambiental da história do Brasil, na grande bacia hidrográfica do rio Doce. Estamos reagindo ao desastre com medidas de redução de danos, apoio às populações atingidas, prevenção de novas ocorrências e também punindo severamente os responsáveis por essa tragédia”.

Dilma é barrada com comitiva em Paris e reclama: “Isso aqui é uma bagunça”!

Na saída de um evento do qual participaram líderes como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o presidente da França, François Hollande, a comitiva brasileira não recebeu informações sobre qual direção tomar, não foi reconhecida pela polícia e acabou barrada, atrasando-se para um compromisso.

Enquanto eu fiquei imaginando o que se passava pela massa encefálica da manceba, meu cerebelo retornou ao Best-seller Internacional “UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO” de Geoffrey Blainey:

No espaço de vários milhões de anos, os humanos tinha se tornado mais adaptáveis, munidos de mais recursos.

 O cérebro humano estava crescendo em volume.

Enquanto ocupava cerca de 500 centímetros cúbicos nos primeiros humanos, chegou a 900 na espécie humana chamada Homo erectus, que levou a cabo a longa migração.

Em algum ponto entre os últimos 500 mil e 200 mil anos, o cérebro sofreu novamente um crescimento notável em volume; esse aumento foi um dos grandes acontecimentos na história das mudanças biológicas.

A estrutura do cérebro também vinha mudando e caracterizava-se por uma “área motora e uma área da fala”.

Um cérebro maior parecia estar associado a uma crescente habilidade em usar as mãos e os braços e ao lento surgimento de uma linguagem falada.

Depois da “substancial” contribuição da mandatária em Paris, que não possui “estoque de vento”, ainda guardamos na memória:

Pátria Educadora da Presidenta?

Terra curva

Eu, para ir, eu faço uma escala.

Para voltar, eu faço duas, para voltar para o Brasil. Neste caso agora nós tínhamos uma discussão.

Eu tinha que sair de Zurique, podia ir para Boston, ou pra Boston, até por que…

Vocês vão perguntar, mas é mais longe?

Não é não, a Terra é curva, viu?

O que ela queria dizer:

 Que a escala feita em Portugal na volta de Zurique era justificável.

Estradas de água

Esse país foi descoberto, foi colonizado através das estradas de água.

Essas estradas de água são a forma mais barata de transporte.

O que ela quis dizer:

Estradas de água não existem.

Se existissem e o Atlântico fosse considerado uma delas, talvez a referência ao descobrimento fizesse sentido.

Árvores plantadas pela natureza

A Zona Franca de Manaus, ela está numa região, ela é o centro dela porque é a capital da Amazônia (…). Portanto, ela tem um objetivo, ela evita o desmatamento, que é altamente lucrativo – derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo.

O que ela queria dizer:

Que a Zona Franca de Manaus oferece uma alternativa econômica ao desmatamento.

Em tempo:

 Manaus é a capital do Estado do Amazonas.

Não vai dar nem pra dizer que a culpa é do Zika Vírus!

Ou seria Chikungunya?

A febre Chikungunya é uma doença de origem viral tipo dengue, que passou a existir no Brasil no final de 2014.

Microcefalia?

Que pena poeta!

Até você foi atingido!

 Depois de velho!

Ou será que foi:

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir?

Mas:

Não se aborreça moço da cabeça grande…

Outros poetas também ficaram assim!

Devem ter respirado a mesma…

 Poeira Cósmica!

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