ADEUS AGONIA…

ADEUS AGONIA…

Quero que tuas lágrimas sejam minhas e que teus sorrisos sejam meus.
Por favor, não fiques assim sozinha, não importa o que aconteceu.
Vem para cá que já raiou o dia.
Diz o teu adeus à agonia, sente o meu amor que contagia.
Quero que tuas lágrimas sejam minhas e que teus sorrisos sejam meus.
Desperta em tua alma a alegria. Vem viver a vida que é poesia.

Leon Knopfholz

Letra e música, premiadas no programa NOVOS TALENTOS MUSICAIS DE CURITBA, Leon me conta que compôs quando visitava um hospital para Crianças Especiais. Com sua banda de cordas, mostra a sensibilidade peculiar dos Knopholz. Violino, violoncelo, violão e guitarra. O violino chega perto de o “Violinista no Telhado”, que é um musical em dois atos do compositor americano Jerry Bock, com letra de Sheldon Harnick e libreto de Joseph Stein. A obra, que se passa na Rússia czarista, em 1905, é baseada na peça Tevye e suas Filhas, também conhecida como Tevye, o Leiteiro, e outros Contos, de Sholem Aleichem. A história gira em torno de Tevye, pai de cinco filhas, e suas tentativas de manter sua família e suas tradições religiosas judaicas enquanto as influências externas penetram em suas vidas. Tevye se vê obrigado a lidar com as ações determinadas de suas três filhas mais velhas, cujas escolhas de marido as afastarão dos costumes de sua fé, e com o edito do czar Nicolau II da Rússia, que expulsa os judeus de sua vila.

Recomendo o vídeo do Leon no youtube.com

Google – Imagem José Mayer (Um Violinista no Telhado).

Com o carnaval se aproximando, as pessoas colocam e tiram as máscaras o tempo todo. Literalmente. Quando alguém tem uma atitude humana e sensível, desperta em nós os sentimentos mais sublimes. Comecei este escrito comovido com a história do hospital para Crianças Especiais. Ao entrar no hospital, Leon contou que recebeu um sorriso de uma menininha, paciente da instituição.  Sorriu retornando carinho e compôs para ela. Na verdade, compôs para todos aqueles sorrisos esperançosos que ali se abriam. Levou amor! Com louvor!

Quando se está sofrendo, a agonia é quase sempre presente. Dar adeus a ela já é meio caminho andado para buscar a felicidade e a paz. No carnaval, as pessoas se travestem em suas imaginações e amenizam seus sofrimentos.

O Carnaval é, por excelência, o período espetacularmente mais festivo do ano. Nesta época, que antecede os 40 dias que compõem a Quaresma, tudo (ou quase tudo) é permitido. As pessoas saem à rua envergando máscaras que ocultam a sua identidade, vestindo trajes que escondem a sua personalidade e tomando atitudes muito diferentes das que são, geralmente, socialmente aceites.

Curiosidades da História – Blog da Escola Dom Pedro lV.

Na época em que o Leon foi visitar o hospital, era Presidente da B’nai B’rith no Paraná. Isaac Cubric era o Primeiro Secretário. A Ordem Independente da B’nai B’rith (בני ברית)-(Os Filhos da Aliança em idioma hebraico) é a mais antiga organização judaica em todo o mundo e também a mais antiga organização dedicada aos Direitos Humanos ainda em funcionamento. Funciona sob uma estrutura semelhante à da maçonaria.

Leon assumindo a Presidência da B’nai B’rith. Sempre contando com o prestígio do Senador Alvaro Dias, a presença de Abraham Goldstein, Presidente Nacional da B’nai B’rith e Ester Proveller.

No mesmo evento, Mauricio Schulman, Marco Alzamora, Alvaro Dias, Waldemir Kürten e Abraham Goldstein.

B’nai B’rith

Relatei os fatos para corroborar a ideia das máscaras.

Quando agimos de uma ou de outra forma, nossos semblantes se transformam… Muitas vezes em sorrisos carinhosos como o dá menininha do hospital. Responder na mesma vibração… Depende de quem somos.

ADEUS AGONIA!

Quem é você…?

Diga logo…

Que eu quero…

Saber…

Nossa mascara só é ouro… Se for também o coração…

E o Carnaval se aproxima. Sem agonia… Nem de noite… Nem de dia! O ano velho acabou. O ano novo nasceu. Com ele as esperanças. Quem sabe… O Adeus Agonia? Desde os tempos mais remotos, o ser humano cria eventos e movimentos para a maioria de seus momentos. É festa disso, festa daquilo. O carnaval não foge a regra. Até na lavagem da escadaria do Bonfim, lá na Bahia de todos os santos.

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou do latim “carne vale” dando origem ao termo “carnaval”. Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.  

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Visitei muitos carnavais pelo mundo a fora. Até na Bahia!

Em Veneza… Fui Escravo da Alegria!

Tirei a mascara para respirar melhor. Sem agonia!

Não consigo tirar do pensamento, o sorriso da menininha do hospital. É quase carnaval, daí:

“Ta-hi”

Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim.

Ai meu bem, não faz assim comigo não!

Você tem… Você tem que me dar seu coração!

Meu amor, não posso esquecer,

Se dá alegria faz também sofrer.

A minha vida foi sempre assim:

Só chorando as mágoas que não têm fim.

Essa história de gostar de alguém…

Já é mania que as pessoas têm.

Se me ajudasse Nosso Senhor,

Eu não pensaria mais no amor.

Joubert de Carvalho (Uberaba, 6 de março de 1900 — 20 de setembro de 1977) foi um médico e compositor brasileiro, autor de canções como “Maringá” e “Ta-hi”.

É clima de carnaval. Sem agonia. Com Alegria.

Assim… Vou cantando… E ninguém vai me calar!

Meu primeiro carnaval foi no Circulo Militar do Paraná. Meu avô era sócio. Lá pulei pela primeira vez do trampolim. Cortei as costas em caco de vidro na quadra poliesportiva. Cacos da noite anterior de carnaval. Tinha lança perfume para refrescar as costas das mocinhas. Só para isso! Podem acreditar! Cantava “Lua óh lua”… “Não deixem te passar pra trás…”. Enquanto olhava para a “Cabeleira do Zezé”. Era tudo muito puro e inocente. Como o sorriso da menininha do hospital.

Neste carnaval… Pode escolher a feição… Do seu CORAÇÃO!

Google – Imagem

Fui…

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