A Sequestração

A Sequestração

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Exclamado!

Brado alto e em grande tom o meu destempero!

Exclamo sim!

É desse tamanho a “encrenca” dessa disritmia nacional!

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Como o homem é produto do meio e o meio está esquizofrênico…

Da exclamação sinto piedade de mim mesmo!

Dividido em dois, minha psicopatologia sofre uma alteração no contato com a realidade!

Quando um povo, mostrando sua cara, sofre alucinações visuais, sinestésicas ou auditivas, delírios, fala desorganizada (incompreensível), catatonia e/ou sintomas depressivos…

Eu fico reticente…

Com transtorno delirante persistente!

Qual seria a medicação antipsicótica sem os receptores de dopamina?

Na exclamação e na reticência me projeto na interrogação.

?

Que país é este?

Claro que eu não desprezo o momento complicado em que vive o mundo hoje!

Não justifico os absurdos em todos os pontos cardeais para contemporizar as “porcarias” do país em que nasci!

Minha avó dizia para os netos:

“Vai defecar menino”!

Era para soltar as fezes!

Desenfezado

Até o próprio cenho desenrugava!

O Brasil está enrugado!

Acúmulo de fezes nas entranhas intestinais!

Vou continuar exclamando até quando?

Excremento acumulado exclamativo!

A culpa seria da “cultura” miscigenada da pátria amada?

Nova Ordem Mundial?

Aonde esse “comando” quer chegar?

“América Latrina” será a meta?

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Estamos muito mais minúsculos que outros países subdesenvolvidos e ponto.

Ops!

“Rolou” um ponto.

Reticência, vírgula (ainda não tinha “rolado”), interrogação, exclamação e…

Agora um PONTO.

Claro que não é, ainda, o ponto final!

Muita água, com lama, vai rolar nessa “América Latrina”!

Ratos geralmente são como animais roedores e roem tudo, além de transmitirem doenças.

Os “mosquitos” resolveram invadir a nação.

Alguns são responsáveis pelo encolhimento da caixa craniana.

Nada funciona bem num país sucateado.

Sequestraram o nosso dinheiro!

O valor dos impostos pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia de 2016 atingiu a marca de R$ 1,7 trilhão.

A soma seria suficiente para pagar mais de 2,1 bilhões de salários mínimos, comprar mais de 21 milhões de ambulâncias equipadas ou construir mais de 48,5 milhões de casas populares.

As coisas materiais até podem ser recuperadas em prazo menor.

Porém…

A cultura do povo lembra a escravidão cantada:

Vocês que fazem parte dessa massa,

Que passa nos projetos, do futuro.

É duro tanto ter que caminhar.

E dar muito mais, do que receber.

E ter que demonstrar sua coragem.

A margem do que possa aparecer.

E ver que toda essa engrenagem.

Já sente a ferrugem, lhe comer.

Eh, o, vida de gado.

Povo marcado, ê…

Povo feliz!

Estamos mais para “burros” e “mulas” que para gado.

Em MAQUIAVEL PEDAGOGO de Pascal Bernardin pode-se ler na contra capa:

As técnicas de manipulação psicológica, que não se distinguem muito das técnicas de lavagem cerebral, estão sendo utilizadas de forma maciça.

Essa revolução silenciosa, antidemocrática e totalitária, quer fazer dos povos meras massas ignorantes e totalmente submissas à classe governante.

O resultado é o sequestro da cultura.

Em Pérolas do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio pode-se avaliar a “sequestração” do cérebro, do pensamento e do raciocínio:

“O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo”.

“O Ateísmo é uma religião anônima”.

“A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos”.

“A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly”.

“Os dois movimentos da Terra são latitude e longitude”.

“A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzir e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo”.

Daí…

Ainda temos que escutar a mandatária desta “República das Bananas” bradar em alto e “mal” tom:

“Quero dizer para vocês que, de fato, Roraima é a capital mais distante de Brasília, mas eu garanto para vocês que essa distância, para nós do Governo Federal, só existe no mapa”.

 “E aí eu me considero hoje uma roraimada, roraimada, no que prova que eu estou bem perto de vocês.”

“E aqui nós temos uma, como também os índios e os indígenas americanos têm a dele, nós temos a mandioca”.

“E aqui nós estamos comungando a mandioca com o milho”.

 “E, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos”.

 “Então, aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca”.

 “Acho uma das maiores conquistas do Brasil.”

“(…) Eu acho que a importância da bola é justamente essa, o símbolo da capacidade que nos distingue como”…

“Nós somos do gênero humano, da espécie Sapiens”.

 Então, para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução.

“Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens.”

“Não vamos colocar meta”.

 “Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”.

Mas a pior foi estocar vento!

Na ONU o discurso da “representanta” da nação foi hilário:

“Até agora a energia hidrelétrica é a mais barata em termos do que ela dura da sua manutenção e também pelo fato da água ser gratuita, e da gente poder estocar”.

“O vento podia ser isso também”.

“Mas você não conseguiu ainda tecnologia para estocar vento”.

 “Então, se a contribuição dos outros países, vamos supor que seja desenvolver tecnologia que seja capaz de, na eólica, seja capaz de estocar, tenha uma forma de você estocar, porque o vento, ele é diferente em horas do dia”.

“Então vamos supor que vente mais na hora da noite”.

“Como é que eu faria para estocar isso”?

Agora, durma com um barulho desses!

Invadiram o meu cérebro!

Sequestraram meus pensamentos!

Esvaziaram o meu raciocínio!

Êta Brasilzaço!

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